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APUR ITINERANTE: diretoria visita centros da UFRB nesta semana

A diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) estará visitando seis centros da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) nesta semana. As visitas fazem parte da APUR Itinerante, que tem o objetivo de descentralizar as discussões das questões relacionadas à categoria docente, e começarão nesta quarta-feira, 20. Discutiremos sobre a pauta local, a Campanha Salarial 2024, a possibilidade de greve na UFRB e a importância da participação na Assembleia Geral. Também faremos panfletagem nas salas de aula e demais locais de trabalhos convocando os/as docentes para se juntarem à ação. A APUR Itinerante passará pelo Centro de Ciências da Saúde (CCS), em Santo Antônio de Jesus, às 8h desta quarta-feira, 20. Em seguida, a diretoria se deslocará aos Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB) e Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC), ambos em Cruz das Almas, às 10h. À tarde, às 15h, será a vez do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), em Santo Amaro.No Centro de Formação de Professores (CFP), em Amargosa, as visitas acontecerão quinta-feira, 21, às 10h, às 14h e às 19h.Já o Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), em Cachoeira/São Félix, receberá a visita nesta sexta-feira, 22, às 10h. Assembleia Geral da APUR A APUR Itinerante convidará os/as docentes para participarem da Assembleia Geral, que ocorrerá na próxima terça-feira, 26, no CETENS, em Feira de Santana. No encontro, discutiremos a Campanha Salarial e a construção da greve do setor de educação, além do formato das assembleias; a recomposição do fundo de greve; a reforma da nova sede da APUR; a apreciação do parecer do Conselho Fiscal das contas de 2019, 2020, 2021, 2022 e o que ocorrer. Campanha Salarial e greve A falta de resposta do governo federal à contraproposta salarial da bancada sindical do ANDES-SN, apresentada em 31 de janeiro, e a não revogação das medidas do governo Bolsonaro que atacam servidoras e servidores compõem a insatisfação dos docentes de todo o Brasil. Por essa razão, o Congresso do ANDES-SN, realizado no último mês, deliberou pela construção da Greve do Setor da Educação como uma possibilidade para pressionar o Executivo em atender as nossas reivindicações. As seções sindicais estão sendo chamadas a se posicionar sobre essa questão. Do governo Temer até o final do governo Bolsonaro não tivemos reajustes salariais e sofremos uma desvalorização de 22,71% devido à inflação. Ainda assim, o governo Lula manteve a proposta de não conceder reajuste salarial neste ano e apenas 9% parcelados em 2025 (4,55) e 2026 (4,5%).É importante a participação dos/as nossos/as filiados/as tanto na APUR Itinerante quanto na Assembleia Geral, a fim de avançarmos na luta e conquistarmos o nosso justo reajuste.

APUR realiza Assembleia Geral no CETENS no dia 26 de março

A Associação de Professores Universitários do Recôncavo (APUR) convoca seus filiados a participarem da Assembleia Geral, que ocorrerá no Centro Ciências e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS), em Feira de Santana. O encontro ocorrerá no próximo dia 26 de março, às 9h, no Auditório Paulo Freire. Discutiremos a Campanha Salarial e a construção da greve do setor de educação; o formato das assembleias; a recomposição do fundo de greve; a reforma da nova sede da APUR; a apreciação do parecer do Conselho Fiscal das contas de 2019, 2020, 2021, 2022 e o que ocorrer. É necessário que todos participem da Assembleia Geral para construirmos os melhores encaminhamentos para avançarmos na luta pelo nosso reajuste salarial e demais reivindicações, bem como lutarmos pelos nossos direitos. Quem tem sindicato, nunca está só!

APUR reforça campanha salarial e recomposição orçamentária da UFRB durante cerimônia de posse dos novos servidores/as

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) participou da cerimônia de posse dos/as novos/as servidores/as técnicos e docentes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), na última quinta-feira, 7, em Cruz das Almas. O evento ocorreu no Auditório da Biblioteca e contou com a presença do presidente da seção sindical, prof. Arlen Beltrão, que compôs a mesa de cerimônia. A posse de novos/as servidores/as sempre é a concretização de uma pauta histórica da APUR, que luta permanentemente pela a realização de mais concursos públicos e distribuição de vagas para a nossa universidade. De acordo com o presidente da APUR, Arlen Beltrão, durante discurso, a chegada de novos/as servidores/as também representa uma vitória para a comunidade universitária e ajudará na luta por melhores condições de trabalho. “A consolidação dessa universidade depende de cada um de nós e a chegada de vocês favorece a realização deste projeto que vem transformando vidas. A APUR está feliz porque a realização de concurso público e a ampliação de vagas para a UFRB é uma pauta histórica do nosso sindicato. Comemoramos e damos boas-vindas, mas temos que falar que infelizmente nossos salários estão defasados, corroídos pela inflação. A nossa universidade tem uma previsão orçamentária em 2024 menos que a de 2023. Se visualiza um período desafiador. Mas hoje contamos com vocês, por isso somos mais fortes. Não tenho dúvidas que os novos colegas estarão empenhados na luta pelo reajuste salarial e pela recomposição do orçamento da UFRB”, disse. Boas-vindas e orientações Ainda durante a cerimônia de posse, a APUR distribuiu cartilhas de boas-vindas e orientações aos/às novos/as docentes. O material conta com um resumo sobre a história da UFRB, do sindicato e como funcionam o estágio probatório, a carreira e a aposentadoria. A cartilha é a concretização de uma das pautas prometidas pela atual diretoria. Segundo o professor Márcio Nunes da Silva, que é um dos docentes empossados, a ação de distribuição das cartilhas é necessária porque acolhe os novos servidores/as e orienta sobre a carreira. “Eu estava há 10 anos no setor privado, então, confesso que tenho pouco conhecimento sobre as questões relacionadas à carreira. Fiquei muito interessado quando eu peguei a cartilha e vi os tópicos de estágio probatório e carreira docente no setor público. Já estou curioso para participar das reuniões sindicais”, concluiu. Assembleia Geral da APUR No próximo dia 26 de março, às 9 horas, no CETENS, será realizada a assembleia geral da APUR para discutir, dentre outras pautas, a questão da campanha salarial e a construção da greve. A Diretoria da APUR reforça o convite e espera contar com a participação da categoria.

APUR discute condições de trabalho com docentes do CCS durante café sindical

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou um café sindical com os/as professores/as do Centro de Ciências da Saúde (CCS), em Santo Antônio de Jesus, no último 06/03. O encontro teve o objetivo de discutir questões relacionadas às condições de trabalho, como assédios moral e sexual na universidade, o pagamento do adicional de insalubridade por risco biológico, a Campanha Salarial e a perspectiva de indicativo de greve.Durante a reunião, os/as filiados/as chegaram à conclusão de que é necessário um canal de denúncias contra os assédios moral e sexual dentro da universidade com a punição efetiva dos envolvidos. A APUR também cobra a celeridade e a publicidade nos processos em andamento. Insalubridade A diretoria da APUR atualizou os/as docentes sobre as negociações entre a direção do sindicato e a gestão da UFRB a respeito do pagamento de insalubridade por risco biológico. O encaminhamento da reunião é de que os professores que ainda não fizeram a solicitação do adicional no ano passado precisam realizar neste momento. Caso o pedido tenha sido feito há mais de cinco anos, a recomendação é que haja uma nova solicitação, uma vez que, após esse prazo, não é possível acionar a Justiça. Além disso, os/as docentes ficaram de encaminhar a lista atualizada dos locais de trabalho que precisam ser laudados. Diante dessas informações, a Diretoria da APUR irá solicitar reunião com a PROGEP para tratar de um cronograma de avaliação dos referidos locais. Saiba mais sobre o indicativo de greve e a Campanha Salarial de 2024 clicando aqui. Luta sindical A APUR reforça a necessidade de organização coletiva para a conquista dos benefícios. É através da filiação e da luta sindical que podemos nos manter fortes juridicamente e atentos aos nossos direitos. Quem tem sindicato, nunca está só!

APUR realiza II Encontro de Professoras em Cruz das Almas

Evento marca dia Internacional das Mulheres A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou na última sexta-feira, 8, o II Encontro de Professoras da APUR, no auditório do PPGCI, em Cruz das Almas. O encontro teve como tema “A Construção da Igualdade de Gênero no Trabalho Docente” e contou com uma mesa redonda formada por professoras da universidade e a construção de Grupos de Trabalho (GTs) referentes ao tema do evento. De acordo com a vice-presidenta da APUR, Leila Longo, o II Encontro de Professoras aborda temas sensíveis, necessários e demonstra a responsabilidade que a seção sindical tem. “Estamos aqui, nessa força do trabalho coletivo, que é o fundamento da atuação sindical. O intuito é de abrir e criar essas oportunidades, de se pensar na nossa atuação em diferentes frentes, e é isso que estamos fazendo aqui. Trabalhando efetivamente de uma forma organizada o suficiente para a instituição entender o tamanho da responsabilidade que ela tem. Então, o nosso papel é pensar, criar soluções, e não falar apenas dos problemas. Quem vive, de fato, essas questões são as mulheres. Essa é a nossa proposta, importantíssima… uma chamada geral com a comunidade acadêmica, envolvendo filiados e não filiados, mas numa tentativa de sensibilizar, também, as pessoas para a necessidade de estar filiado e participar na construção desse coletivo”, disse. Já a professora Sarah Carneiro, convidada para participar da mesa redonda, enfatizou que o evento traz luz às dificuldades e o machismo enfrentados pelas mulheres no âmbito acadêmico. “Agradeço à APUR por este momento porque aqui falamos com mulheres e sobre mulheres. Porque somos pesquisadoras, mães, estudiosas e intelectuais em um espaço que a gente sabe que tem muito pouco para nós. Isso revela o quanto nós, mulheres, somos esquecidas no ambiente universitário, inclusive por nós mesmas. Porque eu acho que a gente entra num pensamento de que a universidade é um lugar que não cabe certas experiências porque são piegas. E normalmente, no senso comum, estas experiências estão associadas ao feminino. Muitas vezes, temos quase que esconder quem somos para estar nesse lugar que é típico do lugar de excelência”. Mesa redonda e Grupos de Trabalho O evento foi aberto com a leitura de poemas pela Profa Sarah Roberta de Oliveira Carneiro A mesa redonda teve como fala de abertura a trajetória da Profa Maria Amélia de Pinho Barbosa Hohlenwerger, atual diretora do CETEC, relatando seus desafios na carreira, especialmente em uma área prioritariamente masculina. Participaram ainda da mesa redonda as professoras Leila Longo, Priscilla Leonnor Alencar Ferreira, Paloma de Sousa Pinho Freitas, Clara Lima de Oliveira, Sarah Roberta de Oliveira Carneiro e Renata Correia Lima Ferreira Gomes, apresentando os Grupos de Trabalho que irão tratar sobre temas, conforme apresentado abaixo: • “Inclusão no trabalho docente”, Priscilla Leonnor Alencar Ferreira;• “Saúde no trabalho docente”, Deisy Vital dos Santos e Paloma de Sousa Pinho Freitas• “Maternidade no trabalho docente”, Clara Lima de Oliveira• “Assédios e preconceitos no trabalho docente”, Sarah Roberta de Oliveira Carneiro e Renata Correia Lima Ferreira Gomes• “Solteirice no trabalho docente” – Leila Longo e Renata Correia Lima Ferreira Gomes As ações previstas para cada GT passam pelas seguintes propostas:1 – ações de esclarecimentos sobre o que configura assédio ou agente agressor – tratar sobre implementação de oficinas de capacitação, material didático (vídeos informativos, cartilhas, etc); envolvendo profissionais da área de psicologia, psiquiatria, neurolinguística;2 – ações de acolhimento das vítimas, identificando as agressões de diferentes naturezas, por meio de encontros presenciais (momentos de fala e escuta), oficinas, outras ferramentas possíveis;3 – ações de abordagem do agressor (de forma anônima, como uma ação ampliada, dentro do contexto de esclarecimento), possibilitando a identificação de ações agressivas e propostas de ferramentas de mudança de atitudes;4 – identificação das áreas de formação necessária e mobilização de profissionais, como psicólogos, psiquiatras, neuro linguistas, advogados, que possam atuar como uma comissão de apoio, orientando essas ações. A partir dessas ações, teremos, enquanto sindicato, constituído grupos de apoio profissional, que nos permitirá efetivamente acolher e conduzir as questões que se apresentarem.