APUR reúne docentes, servidores e representação estudantil durante vigília da Mesa de Negociação

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou na manhã desta quinta-feira, 11, uma vigília para acompanhar os detalhes da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) que ocorreu em Brasília, no Distrito Federal. O encontro reuniu docentes, técnicos administrativos e representação estudantil e englobou virtualmente seis campi da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Além das explicações e expectativas acerca da nova rodada das negociações com o governo federal, a APUR também fez um resumo sobre a campanha salarial, as movimentações políticas prejudiciais à educação pública, os cortes orçamentários danosos à UFRB e como a mobilização coletiva beneficiará às categorias. Encontro em Brasília O presidente da APUR, professor Arlen Beltrão, esteve em Brasília, no Distrito Federal, em reunião com todas as representações sindicais das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) filiadas ao ANDES-SN. Na ocasião, foi discutida a situação das seções sindicais e, em seguida, deliberado o início da greve no ANDES no dia 15 de abril. Até o momento, 2 seções filiados ao ANDES já deflagram greve, outras 16 iniciam dia 15 de abril e mais 3 seções aprovaram entrar em greve em maio, totalizando 21 seções sindicais com indicativo positivo de greve. Pelo menos mais 13 seções sindicais seguem em mobilização e construção de greve.
APUR divulga formulário para docentes, técnicos administrativos e discentes participarem da Marcha dos Servidores Públicos Federais em Brasília

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) abriu um formulário para os/as docentes, servidores técnico-administrativos e discentes que queiram participar da Marcha dos Servidores Públicos Federais, que ocorrerá no Distrito Federal, na próxima quarta-feira, 17. O transporte será através de um ônibus, que sairá de Salvador, na terça-feira, 16, às 6h, passando por Feira de Santana às 8h. O retorno será na quinta-feira, 18. O formulário pode ser preenchido clicando AQUI ou através do link https://forms.gle/5LTi2cpnwpUaEMbo9. Devido ao curto período de tempo, é necessário que o interesse pela vaga seja manifestado imediatamente. Marcha dos Servidores A Marcha dos Servidores Públicos Federais é uma resposta ao governo federal que propõe em 2024 0% de recomposição salarial às categorias. O encontro foi convocado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (FONASEFE) e reunirá diversas carreiras do setor público federal. Além do justo reajuste, A APUR também cobra a recomposição orçamentária da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) para seguir na luta pelas pautas internas.
APUR realiza atividades nos centros da UFRB durante Dia Nacional de Mobilização e Paralisação

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) adere ao Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, nesta quarta-feira, 3, com atividades em todos os centros da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). A mobilização juntará docentes, técnicos e discentes e tratará sobre a recomposição do orçamento da UFRB, a campanha salarial dos/as servidores/as e as perspectivas para o futuro da educação pública, além da reivindicação da pauta local. Paralisação e Mobilização O Dia Nacional de Mobilização e Paralisação acontecerá amanhã (3 de abril), em todo o Brasil, e foi convocado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). As atividades de mobilização e paralisação são reações à insistência desrespeitosa do governo federal em propor 0% de recomposição salarial para 2024 e ignorar a recomposição orçamentária das universidades federais.Nas últimas rodadas de negociação, o governo federal reafirmou às entidades sindicais que oferecerá um reajuste de 0% nos salários em 2024 e dois acréscimos de 4,5% em 2025 e 2026, totalizando 9% de recomposição. Há também “penduricalhos” oferecidos nos auxílios, que são insuficientes e não contemplam os servidores aposentados.Além disso, pesa a rotina de cortes orçamentários que as Instituições de Ensino Superior vêm sofrendo.Por isso, convocamos todos os professores, filiados ou não, técnicos e estudantes para participarem dos atos em prol de uma educação pública de qualidade. Participe!
APUR realiza eventos em lembrança aos 60 anos do golpe militar

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou dois eventos em alusão aos 60 anos do golpe militar e os desdobramentos na história do Brasil, nesta segunda-feira, 1°. Os encontros, que ocorreram no CAHL e no CECULT, tiveram o intuito de lembrar o autoritarismo, a repressão, a impunidade e os resquícios da ditadura nos dias de hoje. Ambos os debates tiveram a participação de docentes, discentes e técnico-administrativos da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O primeiro evento ocorreu no auditório Tranquilino Bastos, no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), em Cachoeira, com a presença dos professores Heleni Ávila (CAHL-UFRB), Silvio Benevides (CAHL-UFRB) e Paulo Riela Tranzilo (UEFS), que compuseram uma mesa redonda. Intitulada “60 Anos de Impunidade e de Tutela Militar”, a mesa lembrou das atrocidades cometidas pelo golpe militar, da impunidade obtida com a destruição de arquivos da época, e discutiu políticas e ações de preservação da memória da ditadura, para que esta não seja reescrita e não se repita. O segundo evento ocorreu no auditório Emanuel Araújo, no CECULT, em Santo Amaro, com uma atividade de “descomemoração” dos 60 anos da ditadura empresarial-militar. No encontro, foi exibido o filme Retratos de Identificação, de Anita Leandro, que, a partir de fotos produzidas pela repressão, recupera relatos sobre quatro militantes vitimados pela violência política da ditadura. Em seguida, houve um debate sobre a ditadura e as conexões estabelecidas com o presente a partir das impressões dos estudantes sobre o filme, encabeçado pelos professores Renata Gomes e Luís Henrique Leal, representantes docentes da APUR no CECULT, Regiane Miranda, filiada à APUR, e o servidor técnico Evandro Freitas.
DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO: categoria docente da UFRB decide paralisar atividades no dia 3 de abril

A Assembleia Geral da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) decidiu por aderir ao Dia Nacional de Mobilização e Paralisação convocado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). A paralisação ocorrerá no próximo dia 3 de abril e é uma reação à insistência desrespeitosa do governo federal em propor 0% de recomposição salarial para 2024. O comando local de mobilização divulgará em breve as ações que serão desenvolvidas neste dia. O governo federal reafirmou às entidades sindicais que oferecerá um reajuste de 0% nos salários em 2024 e dois acréscimos de 4,5% em 2025 e 2026, totalizando 9% de recomposição. Há também “penduricalhos” oferecidos nos auxílios, que são insuficientes e não contemplam os servidores aposentados. O Fonasefe encaminhou, na última quarta-feira, 20, um ofício solicitando o adiantamento da próxima rodada da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) para o início de abril, visto que “de acordo com os dados da execução orçamentária, os quais fornecem a confirmação da arrecadação superior na previsão orçamentária do governo brasileiro e sabendo da iminência, neste momento, da definição de como será utilizado esse dinheiro, nós do FONASEFE, como parte interessada, solicitamos a essa Secretaria, que seja convocada, para a primeira quinzena de abril uma reunião extraordinária da Mesa Nacional de Negociação Permanente”.Essa iniciativa tem por objetivo definir o valor desse montante que será destinado a minimizar as perdas salariais dos Servidores (as) Públicos Federais, ainda em 2024. Com isso, o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação será um recado extremamente importante ao governo federal, sendo necessária a permanência dos nossos/as filiados/as em estágio de mobilização, participando das atividades locais que serão divulgadas pela diretoria da APUR e pelo comando de mobilização. Outros pontos da Assembleia A Assembleia Geral da APUR, ocorrida na última terça-feira, 26, no Cetens, em Feira de Santana, também aprovou a reconstituição do Fundo Único de Greve e Mobilização, com o valor de R$51 mil e determinou que mensalmente 6% da arrecadação regular da APUR sejam depositados nesse fundo a partir de abril. Um outro ponto que foi discutido e aprovado foi a ocupação imediata da casa disponibilizada pela reitoria para a nova sede da APUR, que está localizada em Cruz das Almas. O espaço passará por uma reforma com custo de até R$75 mil, e a aquisição de equipamentos ou movelaria com o custo de até R$10 mil. O formato das próximas Assembleias Gerais também sofrerá mudanças que beneficiará a participação dos/as filiados/as. Os centros contarão com uma sala, que transmitirá simultaneamente a assembleia, onde o/a docente poderá participar ativamente, com exceção das assembleias que tenham como ponto de pauta campanha salarial ou greve. Por fim, devido ao avanço do tempo, o ponto sobre a apreciação do Conselho Fiscal das contas de 2019, 2020, 2021 e 2022 da APUR foi remanejado para a próxima Assembleia Geral.