REUNIÃO DA APUR COM A ASSESSORIA JURÍDICA DISCUTE MELHORIAS NO ATENDIMENTO OS/AS FILIADOS/AS

Na última terça-feira (14), a diretoria da APUR se reuniu com a assessoria jurídica, os advogados Laís Pinto e João Gabriel Lopes, para discutir todos os processos que envolvem a associação e seus/as filiados/as. Na oportunidade, foi discutido a situação das causas coletivas, e ficou acordado que, nos próximos dias, a assessoria vai mandar uma súmula detalhando cada situação. Também foi discutido uma melhor organização para os processos que envolvem a RT por titulação. A ideia é criar um mecanismo para agilizar a entrada desse processo. A reunião também foi importante para refletir sobre as vantagens para os/as docentes, proporcionando maior desconto para os/as filiados/as da APUR; já que, em breve, será renovado um novo contrato. Uma novidade do novo contrato é que a área de atendimento ao consumidor será incluída. Por fim, foi aprovada a organização de uma rodada pelos centros, que estamos chamando de Caravana da APUR, em que cada centro terá um turno de atendimento jurídico e uma palestra sobre os impactos da reforma da previdência na carreira docente. Ficou acordado que a primeira atividade será no dia 6 de junho, no Centro de Formação de Professores (CFP).
Nota de solidariedade aos/às docentes das universidades estaduais da Bahia

“RUI COSTA, SUSPENDA O CORTE DOS SALÁRIOS E ABRA NEGOCIAÇÃO IMEDIATAMENTE” Nota de solidariedade aos/às docentes das universidades estaduais da Bahia Nós, professores/as da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), reunidos em assembleia no dia 13 de maio, aprovamos nota de solidariedade a todos/as colegas das universidades estaduais da Bahia que se encontram em greve nesse momento, em defesa dos direitos da categoria. E nos dirigimos ao governador do Estado, Rui Costa, para que ele efetue a suspensão imediata dos cortes nos salários e abertura imediata de negociações. Cruz das Almas – BA, 21 de maio de 2019.
DIRETORIA DA APUR SE REÚNE COM REITORIA DA UFRB

Na manhã desta quinta-feira (16), a diretoria da APUR se reuniu com a reitoria da UFRB para tratar da resolução da licença de capacitação e das progressões dos/as professores/as. A APUR foi representada pelos membros da diretoria, David Teixeira (presidente); Orahcio de Sousa (vice-presidente); José Santana (tesoureiro) e Antonio Eduardo Oliveira (suplente da diretoria executiva), e pelos representantes sindicais do CCAAB, Leopoldo Barreto e Leila Longo.
GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO – GRANDES ATOS TOMAM AS RUAS DO RECÔNCAVO*

GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO – GRANDES ATOS TOMAM AS RUAS DO RECÔNCAVO* Sem dúvida alguma, um dos maiores atos da história do Recôncavo foram os atos do dia de hoje (15), dia da Greve Nacional da Educação, contra o corte no orçamento das universidades federais e contra a reforma da previdência. Docentes, discentes e servidores técnico-adminstrativos tomaram as ruas das seis cidades em que a UFRB está localizada e, juntamente com outros setores da sociedade e sindicatos, mandaram o recado ao governo de que não vão aceitar o corte de verbas e reforma da previdência. Em Cruz das Almas, a comunidade acadêmica se reuniu em frente à universidade e depois se uniu a outros setores em caminhada pelas principais ruas da cidade. Presente no ato, o professor Leopoldo Barreto, representante sindical do CCAAB, considerou que foi um momento bastante proveitoso, pois serviu para chamar atenção da população para a situação da universidade. “Creio que nesse momento nós precisamos esclarecer a população sobre a real situação, sobre o que realmente acontece quando há esses cortes. A gente tem que repercutir esse movimento para as pessoas, para as famílias, para a sociedade, para haver o maior número de apoio e reverter a situação, porque sem a reversão desse corte orçamentário fica difícil”, explicou o professor. Também presente na atividade de Cruz das Almas, o professor Juliano Campos, secretário da APUR, afirmou ter sido uma das manifestações mais interessantes que ele já viu, pois vários segmentos estavam participando ativamente do processo. Sem contar que, na sua perspectiva, houve ampla aderência e receptividade positiva por parte da sociedade cruzalmense. “O pessoal muito consciente de que, além do corte da educação ser errado, a questão da previdência também veio para prejudicar a sociedade”, analisou Juliano. Na cidade de Amargosa, a categoria docente também respondeu positivamente à convocação para a greve geral, não só a universidade, mas as escolas municipais e estaduais tiveram suas atividades paralisadas, e comparecera em peso à atividade pública. O representante sindical do CFP, professor José Arlen Matos, explicou que o ato começou na UFRB, e de lá a comunidade da universidade se reuniu e partiu em marcha em direção à praça dos correios, onde estava havendo uma concentração; e depois saíram em marcha pelas ruas da cidade. Para José Arlen, este foi o maior ato político da cidade em torno de uma reivindicação. “A população de Amargosa mandou um recado para o atual governo de que não aceitará nenhum corte na educação e muito menos a reforma da previdência. Além disso, foi uma ótima oportunidade de dialogarmos com a população da cidade sobre a perversidade dessas políticas, visto que a reforma da previdência vai impossibilitar que muitos trabalhadores e trabalhadoras se aposentem”, completou o professor. “Uma das mais bonitas manifestações dos últimos tempos”. Foi assim que a professora Djenane da Conceição, diretora executiva da APUR, definiu a atividade em Santo Antônio de Jesus. A manifestação foi em direção ao “coração” da cidade, a feira. “Mais de Mil pessoas se reuniram para caminhar e dizer ao presidente Bolsonaro que os estudantes da educação básica e do ensino superior, os professores e as professoras da educação básica e do ensino superior, os servidores técnico-administrativos das universidades, os colaboradores, os comerciários, a juventude e a sociedade em geral não vão aceitar os cortes na educação e a reforma da previdência. Todos estão dispostos a lutar por direitos sociais e por um Brasil melhor, mais inclusivo”, afirmou Djenane. A professora foi mais firme ainda ao dizer que chega de retirar direitos, “educação não é mercadoria, educação é formação com sabedoria”. Após três horas e meia de manifestações o ato foi encerrado com um afetuoso abraço coletivo à Praça Padre Matheus. A segunda cidade mais populosa da Bahia, Feira de Santana, também teve suas ruas tomadas por manifestantes em defesa da educação pública e contra a reforma da previdência. A comunidade acadêmica do CETENS saiu em marcha da universidade até a concentração do movimento na Praça do Gastão. O professor Aroldo Félix, representante sindical do CETENS, considerou o movimento bastante vitorioso, e nos explicou que o movimento foi composto por sindicatos da educação e de outras categorias, estudantes secundaristas e universitários, vários professores das universidades públicas, do instituto federal e das escolas públicas do ensino básico. A comunidade universitária do CECULT e do IFBA se uniu e saiu às ruas de Santo Amaro para informar á população sobre o desmonte que o governo, com o corte anunciado, planeja fazer na educação pública. Já em Cachoeira, o dia foi cheio de atividades. A comunidade acadêmica começou com um abraço simbólico no CAHL, depois saíram em passeata pelas ruas da cidade, encerrando com um ato na feira livre. No período da tarde houve uma assembleia tripartite para avaliar as atividades e planejar os próximos passos da luta, já que a Greve Nacional da Educação também é um ensaio para a Greve Geral do dia 14 de junho. *As imagens que ilustram o texto foram colaborações de discentes, docentes e servidores técnico-administrativos que estiveram presentes nos atos.
DOCENTES DA UFRB APROVAM ADESÃO À GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO DESTA QUARTA-FEIRA

Em assembleia nessa segunda-feira (13), no CETENS, os/as docentes da UFRB aprovaram a participação da categoria na Greve Nacional da Educação em defesa da educação pública e contra a reforma da previdência, que ocorrerá nesta quarta-feira (15), com manifestações em todo Brasil. Diante do bloqueio de 30% no orçamento das universidades federais, os/as docentes foram unanimes em aprovar a participação na greve. A UFRB, que já vinha sofrendo com os cortes desde 2015, terá um bloqueio de 16 milhões de reais. Para o presidente da APUR, David Teixeira, no cenário que está colocado, não há planejamento que consiga resolver a situação: “Não há outra alternativa. Precisamos ir à lutara para revertermos o corte no orçamento”, defendeu o presidente. O professor Luiz Nova colocou que não adianta nos apegarmos a percentuais, pois o que precisamos é aprender a desenvolver a luta política. O professor foi categórico ao afirmar que a universidade pública e o ensino público estão ameaçados, sendo assim, não teria como conseguir resolver o problema dos cortes sem uma base social ampla. Uma fala que foi corroborada por muitas outras que afirmaram a necessidade da luta extrapolar os muros da universidade, buscando alianças com outros setores e movimentos sociais. A conjuntura se mostra extremamente difícil para a educação pública, o que leva a categoria docente da UFRB a pensar nas estratégias para o enfrentamento. Na visão do professor Kleber de Souza, é necessário mostrar a cara da universidade para a sociedade, mostrar o que é feito no cotidiano. Ou seja, é urgente que se tornem públicos as pesquisas e os cursos de extensão que a universidade desenvolve. Além da greve nacional da educação, a assembleia ainda aprovou a adesão à greve geral do dia 14 de junho contra a reforma da previdência. Mostrando que o momento é de unidade na luta pela universidade, discentes do CETENS estiveram presentes na assembleia, e reforçaram o convite para a atividade do dia nacional de greve em Feira de Santana. Para esta quarta-feira (15), a direção da APUR convoca a categoria docente para participar das atividades que estarão ocorrendo nas cidades em que a UFRB está localizada.