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APUR

APUR marca presença em encontro nacional do ANDES-SN no Rio de Janeiro

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) esteve presente no encontro promovido pelo ANDES-SN, realizado entre os dias 28 e 30 de agosto, no CEFET-RJ. O evento reuniu cerca de 30 seções sindicais de todo o Brasil para integrar os Grupos de Trabalho (GTs) e debater o enfrentamento ao fascismo, ao racismo, às violências institucionais e aos ataques aos direitos das mulheres. Pautas e informes nacionais A programação teve início com informes sobre lutas centrais da categoria, como a mobilização pelo Fim da Escala 6×1, a organização para o Grito dos Excluídos e os preparativos para o 16° CONAD Extraordinário, agendado para ocorrer em Brasília (DF) entre 13 e 15 de novembro. Nas mesas de debate, os/as docentes aprofundaram discussões sobre o avanço do fascismo, gênero, sexualidade, representação social e a precarização das condições de trabalho nas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). Atuação da APUR no combate às violências Representando a diretoria da APUR, a tesoureira e professora Emmanuelle Félix compartilhou as ações do sindicato no combate aos assédios na UFRB. Emmanuelle destacou o diálogo permanente com a categoria e a articulação institucional junto à Ouvidoria e à Corregedoria da universidade. Homenagem e próximas ações Durante o evento, os/as docentes fizeram um manifesto dentro do CEFET em recordação e homenagem à professora Alane de Souza e à psicóloga Laise de Costa, mortas a tiros dentro do campus da instituição de ensino, no ano passado. A partir dos debates, as seções deliberaram pela intensificação da construção de um ato nacional em combate ao feminicídio e que as entidades representativas incluam este evento na agenda a luta pelos direitos das meninas e mulheres, no dia 25 de novembro deste ano.  Além disso, as representações entenderam que é necessário também que se discuta o protocolo de combate à prevenção, enfrentamento de assédio moral, sexual, racismo, LGBTfobia e qualquer discriminação e violência contra as diversidades, com toda a comunidade acadêmica das instituições.

CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1 e texto vai ao Plenário

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) parecer favorável à aprovação do fim da escala de trabalho 6×1. A matéria vai ao plenário do Senado. A Proposta de Emenda à Constituição teve apenas quatro votos contrários. Dos 27 senadores presentes na comissão, registraram votos contra: o líder da oposição Rogério Marinho (PL-RN), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO). O relator da PEC 221/2019, senador Omar Aziz (PSD-AM), rejeitou as 36 emendas apresentadas e manteve o texto já votado na Câmara dos Deputados. Se aprovada no Plenário, em dois turnos, sem alterações, a proposta seguirá para sanção presidencial. A medida reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução de salário. A PEC 221/2019 prevê ainda uma transição gradual. Dois meses após a promulgação, a jornada limite cai para 42 horas semanais; um ano após esse primeiro prazo, a jornada é fixada definitivamente em 40 horas semanais.  ANDES-SN contra a jornada 6×1O ANDES-SN, em conjunto com movimentos sociais e sindicais, defende o fim imediato da escala 6×1, sem redução salarial e sem novas concessões ao setor patronal. Para o Sindicato Nacional, a redução da jornada de trabalho está diretamente relacionada à melhoria das condições de vida e de trabalho da classe trabalhadora. A luta pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada sem redução salarial também é uma das pautas centrais do Plebiscito Popular por Justiça Tributária, organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, em articulação com entidades dos movimentos sindical e social, entre elas o ANDES-SN. Nos últimos meses, o Sindicato Nacional também se somou a diversas entidades e canais de comunicação na divulgação do dossiê “Fim da Escala 6×1 e Redução da Jornada de Trabalho”, que reúne 36 artigos sobre a necessidade de reduzir a jornada de trabalho no Brasil.  Confira os artigos do dossiê Fonte: ANDES-SN

Nota de Solidariedade da APUR em apoio ao professor Aroldo Félix

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) vem a público manifestar sua irrestrita solidariedade ao professor filiado e candidato ao governo da Bahia pela Unidade Popular (UP), Aroldo Félix, vítima de uma violenta ação da Polícia Militar na última segunda-feira (01/09). O docente foi atingido por um tiro de bala de borracha na região do abdômen enquanto acompanhava o ato dos entregadores de aplicativo na Avenida Paralela, em Salvador. A mobilização da categoria de entregadores reivindica pautas legítimas e urgentes, como o estabelecimento de taxa mínima, o fim dos bloqueios arbitrários nas plataformas e a regulamentação do trabalho por aplicativo. É inaceitável que demandas trabalhistas por direitos básicos e dignidade sejam respondidas pelo Estado com repressão armada e violência policial. A APUR repudia veementemente qualquer ação violenta, truculenta e antidemocrática cometida por forças de segurança contra trabalhadores e militantes em exercício do seu direito constitucional de manifestação. Exigimos das autoridades competentes a apuração rigorosa do episódio e a devida responsabilização dos envolvidos. Reafirmamos nosso compromisso histórico com a defesa da comunidade docente, com o direito de livre mobilização e com as lutas da classe trabalhadora. Nossa solidariedade ao professor Aroldo Félix e a todos os trabalhadores em luta! Diretoria da APUR – Seção Sindical

APUR cobra veto do governo federal à redução de repasses à Educação e à Saúde em deliberação de Assembleia

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) endereçou ao gabinete do presidente da República uma moção pedindo o veto do Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que trata, entre outras medidas, da redução de impostos federais sobre os combustíveis, em função da guerra imperialista de Donald Trump contra o Irã. O PLP ameaça o financiamento em Saúde e Educação. A decisão pela moção foi um dos encaminhamentos aprovados durante a Assembleia Geral da última terça-feira, 25. O PLP 114/2026 é de iniciativa do governo federal, a fim de conter a inflação, mas recebeu “jabutis”, que são emendas parlamentares que incluem temas sem nenhuma relação com o texto original. Com a nova roupagem, os financiamentos em Saúde e Educação foram ameaçados com ajustes fiscais. Veja abaixo, na íntegra, o texto da moção: Presidente Lula, vete a redução do repasse à educação e saúde Em 14 de agosto o Plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026 que trata, entre outras medidas, da redução de impostos federais sobre combustíveis em função da guerra imperialista de Donald Trump contra o Irã. O projeto, que aguarda a sanção presidencial, foi de iniciativa do governo e recebeu “jabutis” que ameaçam o financiamento da Educação e da Saúde estabelecendo medidas de ajuste fiscal nessas áreas já no orçamento de 2027. Um dos dispositivos determina que, se houver déficit fiscal, despesas com vinculações obrigatórias não poderão crescer mais do que 2,5% acima da inflação, o mesmo teto do arcabouço fiscal. Outro, retira a arrecadação com a venda do petróleo do cálculo da Receita Corrente Líquida (RCL), que serve de base para cálculo do piso constitucional da saúde também enquanto houver déficit. O corte de recursos oriundos destes dispositivos está estimado entre R$ 8,6 bi a R$ 16,6 bi. Em um cenário de déficit persistente, o acumulado até 2030 pode variar de R$ 26 bilhões a R$ 56 bilhões. Defendemos a destinação integral à educação e à saúde dos recursos oriundos da exploração do petróleo e do gás natural, complementares aos mínimos constitucionais das duas áreas. Assembleia de Professores/as da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cruz das Almas, 25 de agosto de 2026.

APUR convoca categoria e comunidade para 32º Grito dos Excluídos e Excluídas em Santo Antônio de Jesus

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) convida todos/as os/as docentes, estudantes, técnicos-administrativos e a comunidade em geral para participarem do 32º Grito dos Excluídos e Excluídas, que será realizado no dia 04 de setembro de 2026, em Santo Antônio de Jesus. Com o lema permanente “Vida em Primeiro Lugar!” e o eixo central “Erguemos a voz: mulheres vivas e soberania!”, a mobilização deste ano destaca pautas urgentes para a classe trabalhadora e a sociedade brasileira. Entre as principais reivindicações do ato estão o fim da escala de trabalho 6×1, a defesa do direito à terra e à moradia digna, o combate à violência e a busca constante pela paz social. O evento reúne diversos movimentos sociais, sindicatos e entidades organizadas com o propósito de dar visibilidade às lutas populares e cobrar políticas públicas que garantam a soberania, a justiça e a dignidade humana. Serviço: Participe, traga sua faixa e venha somar a sua voz nessa importante jornada de mobilização social!