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APUR

Agora na UFRB a carga horária máxima semanal para as atividades de sala de aula são 12h

Diante de tantos retrocessos que as universidades públicas brasileiras vêm enfrentando, faz-se necessário lembrar que, desde o ano passado, os/as docentes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) já têm sua carga horária máxima semanal para as atividades de sala de aula delimitada, que é de 12 horas. Essa foi uma luta encabeçada pela Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), que enfim foi atendida pela Resolução CONSUNI 05/2016. Em seu 12º Artigo, a Resolução é bastante clara ao afirmar que: “(…) I – Docente em Regime parcial de 20 (vinte) horas semanais: a) No mínimo 08 (oito) horas/aula semanais; b) No máximo 12 (doze) horas/aula semanais desde que não esteja vinculado a projetos de pesquisa ou extensão. II – Docentes em regime de trabalho de 40 (quarenta) horas ou em regime de dedicação exclusiva (DE): a) No mínimo 08 (oito) horas/aula semanais; b) No máximo 12 (doze) horas/aula semanais.”. Sendo assim, os professores que, porventura, estiverem tendo problemas, ou que estejam sendo submetidos a uma jornada maior que 12 horas, devem procurar o sindicato por e-mail: apurjuridico@gmail.com, ou pelo telefone: (75) 3621-4473.

NÃO SE CALE, DENUNCIE O ASSÉDIO MORAL!

NÃO SE CALE, DENUNCIE O ASSÉDIO MORAL! O assédio moral é compreendido como o uso premeditado do poder contra pessoas ou grupo, que pode levar a prejuízos no desenvolvimento físico, mental, espiritual e moral. Segundo os estudiosos da área, essa forma de violência é identificada por um comportamento antiético, em que ocorre a degradação das relações humanas através de interlocuções não éticas e abusivas que se reptem constantemente. Infelizmente, o ambiente universitário não está imune a esse tipo de violência, pelo contrário, pode ser caracterizado como sendo um lugar propício, já que é, notadamente, um ambiente marcado por hierarquias. Vale ressaltar que no setor público, como é o caso de nossa universidade, o assédio moral pode durar anos, pois as pessoas costumam ser protegidas pela própria organização. Então, o que fazer diante de um problema tão grave? O primeiro passo é não se calar.  O/a trabalhador/a que sofre com esse tipo de violência deve procurar a ajuda de seu sindicato. No caso de nossa categoria, o ANDES-SN já disponibiliza uma cartilha (http://sindcefetmg.org.br//wp-content/uploads/2014/12/Cartilha-Assedio_moral.pdf) que orienta o/a docente. Os/as docentes da UFRB também contam com a APUR, podendo entrar em contato imediatamente pelo e-mail: apurjuridico@gmail.com ou pelo telefone: (75) 3621-4473.

GREVE GERAL NO CCS – COMUNIDADE ACADÊMICA DISCUTE A SITUAÇÃO POLÍTICA DO PAÍS

GREVE GERAL NO CCS – COMUNIDADE ACADÊMICA DISCUTE A SITUAÇÃO POLÍTICA DO PAÍS Obedecendo ao chamado da APUR e das centrais sindicais do país, docentes e discentes do Centro de Ciências da Saúde (CCS) reuniram-se no dia 30 de junho numa atividade coletiva de Greve Geral. Segundo o relato do representante sindical dos docentes do CCS, professor Rafael Coelho, os presentes buscaram fortalecer o sentido e objetivo do movimento de Greve Geral, assim como, enumerar a sucessão de perdas de direitos ocorridas no último ano, após o golpe que destitui da presidência da república a presidenta Dilma Rousseff. A atividade buscou constituir-se não como uma aula, mas como um momento no qual docentes e discentes afirmaram sua horizontalidade na luta, na busca pela construção de uma unidade entre as diversas lutas transversais da atualidade. Como encaminhamento, decidiu-se fortalecer o movimento iniciado anteriormente, de aulas públicas e encontros constantes entre docentes, discentes, técnicos, funcionários terceirizados e o público externo.