IV Encontro de Professoras da APUR debate violência de gênero, racismo e desigualdades

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou, na última terça-feira (31/04), o IV Encontro de Professoras. O evento, que teve como tema “Prevenção e enfrentamento da violência contra as mulheres na universidade”, contou com a participação de docentes que debateram violências contra a mulher, racismo e as desigualdades de gênero. A iniciativa da APUR faz parte da campanha sindical “Mulheres vivas, feminicídio não!”. Participaram da mesa de debates as professoras Ana Cristina Givigi (UFRB); Deise Queiroz da Silva (UFRB); Katia Maria de Aguiar Barbosa (UNEB); Yérsia Souza de Assis (UFRB); da mediadora e vice-presidenta da APUR, Talita Lopes Honorato (UFRB), além de professoras/es filiadas/os. Luta histórica A mesa de debates foi aberta pela professora Ana Cristina Givigi, que mencionou o nome de mulheres que sofreram diferentes tipos de violência durante o Golpe Militar-Empresarial de 1964. A fala fez referência aos 62 anos do início da ditadura militar em 31 de março. De acordo com a docente, começar o IV Encontro de Professoras citando mulheres é uma forma de visibilizar o protagonismo feminino na construção do Brasil. “Lembrar das nossas (mulheres) que foram esquecidas durante os movimentos sindicais; durante os movimentos contra a ditadura; durante toda a luta sindical; durante a luta pela terra. Os momentos políticos desse país sempre tiveram mulheres na sua construção. Porque a construção do movimento não é só quando sai para a passeata. É também na criação do processo formativo. Desde a infraestrutura ao arranjo, à preparação, até mesmo à exposição. Mas lá na ponta a visibilidade é dada aos homens. […] Entender a luta política como um processo é relembrar as nossas mortas e vivas presentes no movimento de resistência contra a ditadura porque nós estamos pensando nesse processo de vencer o golpe todos os dias”, disse. Fator socioeconômico A segunda professora a debater o enfrentamento das violências contra as mulheres foi Deise Queiroz da Silva, que trouxe vivências sobre a carreira universitária, gênero e raça. Conforme a docente, além das já debatidas violências que atravessam o cotidiano de mulheres, as mulheres negras, sobretudo, também podem sofrer violência financeira causada pelo fator socioeconômico. “O fator econômico tem grande impacto porque as mulheres mais empobrecidas fazem parte de famílias empobrecidas. A partir dessa lógica, o salário docente, que naturalmente melhora a situação financeira, em destaque à remuneração do resto da família, não garante só a família nuclear, se estende para a parentalidade. A consequência disso é que um recurso que poderia ser significativo acaba sendo dispersado para dar condições aos demais. Isso é um fator de peso. Quando nós, docentes negras, temos, por exemplo, um problema de saúde familiar em que precisamos dispor de um(a) cuidador(a), não temos esse valor disponível. Além disso, temos o trabalho doméstico, o trabalho do cuidado, que influenciam na disponibilidade da nossa produção acadêmica. É uma relação que parece distante, mas que, na verdade, está completamente entrelaçada nas relações de trabalho que recaem em algumas experiências, em algumas identidades. Mulheres negras, nós somos as que estão mais suscetíveis a acumular as diversas modalidades de trabalho disponíveis”, enfatizou. Violências política e psicológica Já a representante externa da UNEB, professora Katia Maria de Aguiar Barbosa, trouxe a perspectiva das violências política e psicológica que atravessam a experiência universitária das mulheres. “Esses dois tipos de violência estão interligados porque, à medida que a mulher é atacada por exercer um poder político, por estar em um espaço decisório, não deixa de ter também o sofrimento de uma violência psicológica. É muito importante criarmos espaços de debate sobre isso e junto com nossos colegas professores do sexo masculino. É importante que eles saibam como nos sentimos e como é nosso ponto de vista a respeito disso. Eu fiz um recorte sobre estes dois tipos de violência na minha fala porque existe um marco legal que tipifica estes crimes. São leis de 2021 e acho que vale a pena informar à categoria e levar essa discussão adiante”, explicou. Conscientização para além da universidade Por fim, a professora Yérsia Souza de Assis contemplou a dificuldade em levar movimentos de conscientização sobre as violências de gênero para fora da universidade. Yérsia citou experiências realizadas com o público adolescente e a importância de iniciativas externas. “A partir da produção de conhecimento que a gente tem no ambiente acadêmico, a experiência que nós professoras, mulheres e mulheres negras, temos dentro do campo da educação, do ensino superior… a gente consegue contribuir externamente com a nossa própria experiência e com a disputa dos sentidos, da política e das demais questões. A universidade é um espaço singular porque permite que nós façamos esse tipo de enfrentamento que, às vezes, no mundo social, é mais difícil. Como estamos imbuídas nesse papel de educadoras universitárias, conseguimos disputar, problematizar e fazer críticas importantes”, concluiu. Confira abaixo algumas fotos do IV Encontro de Professoras da APUR:
Confira resumo das discussões da primeira negociação de pauta local deste ano entre APUR e a gestão da UFRB

A direção da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) se reuniu com a reitoria da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) para discutir a pauta docente local, na última quinta-feira, 19, em Cruz das Almas. As reivindicações expostas durante o encontro foram aprovadas na última Assembleia Geral da seção sindical de 2025. De acordo com a diretoria, além de acompanhar o andamento dos acordos feitos, um dos objetivos seguintes é de retomar as visitas aos centros de ensino para ouvir a categoria. Estiveram presentes a Reitora Georgina Gonçalves, o professor Sílvio Soglia (Assessor), e o professor Fabrício Fontes (Chefe de Gabinete), representando a administração central; pela APUR estiveram presentes o professor David Teixeira, a professora Talita Honorato, e o professor Juliano Campos. Discutiu-se incialmente a conjuntura nacional, e logo abordamos o primeiro ponto relacionado a Orientação para as atividades que requerem os servidores técnicos no período da greve. A APUR reforçou sua posição de apoio ao movimento grevista e cobrou da reitoria orientações para comunidade no período da greve. Após discussão a reitoria, concordou em apontar orientações específicas conforme as demandas forem chegando na administração central. Assim ficou acordado quem tiver demandas específicas encaminhem para as Pró-reitorias responsáveis pelo tema, que as mesmas darão as orientações devidas. Uma pauta importante que estamos negociando desde o ano passado e ainda precisamos chegar numa conclusão é que a UFRB igual em todos os lugares – padronização de atendimento e funcionamento das instâncias, em especial nos casos dos colegiados, NDE, e áreas de conhecimento. A diretoria da APUR insistiu que não é possível que o suporte técnico seja diferenciado nas instâncias comuns em cada Centro de Ensino, que a UFRB tem que ser uma só no que se refere às condições de trabalho docente. Em resposta a Reitoria acatou encaminhar imediatamente uma encomenda à PROGEP para identificar como se dá o funcionamento e o atendimento em cada Centro de Ensino, para que seja apresentado numa comissão a ser formada que criará uma padronização comum. Na última assembleia da APUR em dezembro de 2025, apareceu novamente a demanda relacionada às Condições do ensino na alternância nos cursos de Educação do Campo, com destaque a disponibilidade de transporte para o acompanhamento aos estágios e as atividades do Tempo Comunidade obrigatória dos cursos, inclusive com distâncias superiores a 600km de deslocamento. A Reitoria reconheceu a especificidade destes cursos, ressaltou que no final de 2025 precisou adotar medidas de contingenciamento relacionado aos transportes, mas tem acordo que precisa de uma solução administrativa que atenda as peculiaridades destes cursos. Por isso, apontou que em virtude de parceiras conseguiram uma nova Van para o CETENS, o que ajudará a desafogar a fila de pedidos, e que nas próximas duas semanas irá construir um ordenamento que viabilize o atendimento às solicitações dos cursos em questão. Uma pauta importante apareceu nas visitas aos Centros de Ensino, que foi a necessidade de uma Política de segurança da UFRB. A direção da APUR apresentou os problemas informados de cada campus, e a urgência de se ter protocolos e orientações de como proceder diante dos episódios já conhecidos. A Reitoria apontou a delicadeza deste debate, em virtude de tudo que está implicado, mas informou que existe protocolos e procedimentos que talvez precisem ser melhor divulgados. Reforçou que parte dos problemas são atribuições da segurança pública e que eles estabelecem contatos com os agentes responsáveis sempre que necessário. Como encaminhamento a Reitoria se comprometeu em organizar uma formação com as equipes responsáveis de cada Centro de Ensino, e também irá dialogar com a PROGEP ações de acolhimento para os/as servidores/as. Sobre a FUC de coordenador a diretoria da APUR cobrou um prazo para solucionar a ausência de 7 das 26 funções que faltavam. Em resposta a Reitoria informou que deslocaram duas outra Funções Gratificadas de outras unidades administrativas da UFRB para garantir que todos os cursos de Pós-graduação Acadêmicos também recebessem, com esta medida, hoje, só os cursos de Pós-graduação em Rede onde a sede não é na UFRB estão sem receber, num total de 5 faltantes. A Reitoria informou que já enviou ofício a CAPES para discutir a caracterização destes cargos e as responsabilidades de cada instituição. A direção da APUR reforçou que aguardará o retorno desta comunicação, e que reconhece que estes coordenadores/as devem ser remunerados pela função exercida. A tempo também informamos que estamos aguardando despacho do Desembargador referente nossa Ação Judicial, que em positivo iremos agir na busca dos pagamentos retroativos. Retomamos a discussão em torno da Estatuinte da UFRB, na mesa de negociação do ano passado tinha sido acordado uma primeira atividade junto as ações de 20 anos da UFRB, o que não aconteceu. Diante disso, a Reitoria se comprometeu a realizar uma primeira atividade até o fim do mês de maio de 2026, com o intuito de repensar a forma e o conteúdo desta Estatuinte. A direção da APUR ainda solicitou duas informações importantes, sobre o Orçamento 2026, e as situação da conclusão das obras em andamento. A Reitoria reforçou que embora o presidente Lula tenha revertido o corte feito pelo Congresso Nacional, a situação ainda é muito crítica, segue um constrangimento orçamentário desde 2015. A Reitora reforçou que é urgente um movimento nacional para exigir uma nova política de financiamento das IFEs, que garanta um mínimo de estabilidade e que não deixe as instituições reféns de Emendas Parlamentares para execução de despesas regulares. A direção da APUR informou que o ANDES-SN está promovendo ações para colocar o financiamento das IFEs no centro da pauta, e que de fato exigirá um grande empenho político de todas as representações da comunidade para pressionar o governo federal. Em relação as obras inconclusas, a Reitoria informou da entrega do pavilhão administrativo do CCS no dia 17/03, e apontou que das obras antigas em andamento, só o Complexo Esportivo do CFP ainda segue sem uma data de conclusão, ainda que mesmo com dificuldades a obra siga em andamento, estão tomando medidas que possam garantir a conclusão da obra e para
Senado aprova fim da lista tríplice para escolha de reitoras e reitores; texto vai à sanção

Após anos de mobilização das entidades ligadas à Educação e do movimento estudantil, o Senado Federal aprovou, nessa terça-feira (10), mudanças no processo de escolha de reitoras e reitores das universidades e institutos federais. A medida põe fim ao modelo da lista tríplice e estabelece que o presidente da República deverá nomear a candidata e o candidato mais votado na consulta realizada pela comunidade acadêmica. O texto segue agora para sanção presidencial. A alteração foi incluída no Projeto de Lei (PL) 5.874/2025, de autoria do Poder Executivo, que originalmente trata da reestruturação de carreiras do serviço público federal e da criação de mais de 24 mil novos cargos efetivos. Entre estes, estão cerca de 3,8 mil vagas para docentes do ensino superior e mais de 9,5 mil para os institutos federais de educação, ciência e tecnologia. A matéria teve como relator o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). “O nosso Sindicato Nacional tem sido uma das vozes mais contundentes pelo fim da lista tríplice. Em nosso Caderno 2 já defendemos, fruto de nossas deliberações congressuais, que o reitor e o vice-reitor sejam escolhidos por meio de eleições diretas e voto secreto, com a participação, universal ou paritária, de docentes, estudantes e técnico-administrativos, encerrando-se o processo eletivo no âmbito da instituição”, afirmou Cláudio Mendonça, presidente do ANDES-SN. A conquista, segundo Mendonça, é resultado de uma mobilização histórica das entidades da Educação e do movimento estudantil em defesa da autonomia universitária. Entre as organizações que participaram dessa luta estão o ANDES-SN, o Sinasefe e a Fasubra, além de entidades estudantis. Nos últimos anos, o Sindicato Nacional, em unidade com demais movimentos, também realizou iniciativas para pressionar pela mudança legislativa, como o Dia Nacional pelo Fim da Lista Tríplice, pressão junto a parlamentares e reuniões com entidades representativas das instituições federais, entre elas a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). “Durante o governo Bolsonaro, as instituições estiveram imersas em ataques à escolha dos mais votados, com a imposição de interventores, o que exigiu de nosso sindicato ainda mais pressão”, contou. Entre 2019 e 2021, das 50 nomeações feitas pelo ex-presidente, 18 foram de reitoras e reitores que não haviam vencido as consultas realizadas internamente nas instituições, situação que gerou tensões e protestos das comunidades acadêmicas. Regras atuaisPelas regras atuais, após consulta à comunidade universitária (que envolve docentes, estudantes e servidoras e servidores técnico-administrativos), as instituições encaminham ao governo federal uma lista tríplice com três candidatas e candidatos a reitora ou reitor. A partir dessa lista, o presidente da República pode escolher qualquer um dos nomes indicados, mesmo que não tenha sido o mais votado. Com o texto aprovado pelo Senado, esse procedimento muda. A exigência da lista tríplice deixa de existir, e a indicação passa a refletir diretamente o resultado da consulta interna realizada pela comunidade acadêmica. A proposta também revoga dispositivos da Lei 5.540 de 1968, que historicamente serviram de base para o sistema de lista tríplice nas universidades. Outra alteração importante é o fim da regra legal que estabelecia peso de 70% para o voto docente na escolha das reitorias nas universidades federais. Com a nova legislação, o peso dos votos de cada segmento da comunidade acadêmica deverá ser definido por um colegiado específico da instituição, respeitando a autonomia universitária e a legislação vigente. O texto também permite que, conforme as normas de cada universidade, representantes de entidades da sociedade civil participem do processo de votação. Essa alteração é criticada pelo ANDES-SN, pois pode permitir que entidades privadas, e que não têm relação direta com a universidade, participem da escolha dirigentes, violando a autonomia didático-científica, administrativa, de gestão financeira e patrimonial das instituições. Pontos críticosApesar de avaliar positivamente o fim da lista tríplice, o Sindicato também aponta para questões a serem enfrentadas para ampliar a democratização nas universidades, institutos federais e cefets. Entre os pontos que permanecem em debate está a necessidade de garantir maior isonomia entre as carreiras do magistério superior e da educação básica, técnica e tecnológica (EBTT) no acesso aos cargos de gestão. Além disso, a nova legislação não determina que os processos eleitorais sejam necessariamente universais ou paritários, o que dependerá de regulamentações posteriores. A nova legislação também se aplica apenas às instituições federais de ensino e não altera automaticamente as regras existentes nas universidades estaduais, onde o modelo de lista tríplice pode continuar vigente, dependendo da legislação de cada estado. “O ANDES-SN considera positivo o fim da lista tríplice nas IFEs, mas entende que devemos continuar mobilizados para democratizar os espaços de nossas universidades, garantindo isonomia entre as carreiras do magistério superior e da EBTT, e o fim da lista tríplice também nas demais universidades públicas ”, avaliou o presidente do Sindicato Nacional. RSC e novo IFO projeto também prevê a instituição do programa de Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para o Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE). Um dos problemas apontados no texto é a restrição de concessão do RSC para, no máximo, 75% do total de servidores do PCCTAE, “observada a disponibilidade orçamentária, conforme o disposto no art. 169, §1º, da Constituição, a ser acompanhada pelo Ministério da Educação”. A proposta inclui ainda a criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano (IFSertãoPB). ANDES-SN na lutaA luta pelo fim da lista tríplice é uma pauta histórica da categoria docente organizada no Sindicato Nacional. Durante o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro, o ANDES-SN organizou a campanha “Reitor/a eleito/a é reitor/a empossado/a!” para denunciar as intervenções, do então presidente, na escolha de dirigentes das universidades federais e cobrar respeito à autonomia universitária. Em dezembro do ano passado, o Sindicato realizou um debate no Auditório Marielle Franco, na sede da entidade em Brasília, transmitido ao vivo em suas redes sociais, para tratar do tema. A atividade integrou o Dia Nacional de Luta pelo Fim da Lista Tríplice, em defesa da gestão democrática das instituições públicas de ensino e da autonomia universitária. Saiba mais aqui. Em março deste ano, durante o 44º Congresso do ANDES-SN, a defesa da autonomia universitária
IV ENCONTRO DE PROFESSORAS DA APUR – Prevenção e enfrentamento da violência contra as mulheres na Universidade

Prezada professora e prezado professor, É com enorme satisfação que as/os convidamos para fazer parte da nossa campanha sindical: MULHERES VIVAS, FEMINICÍDIO NÃO!” A APUR reafirma seu compromisso na luta pela vida das mulheres, defendendo pautas históricas como o combate à violência de gênero, ao feminicídio, ao assédio moral e sexual, ao machismo e ao racismo estrutural. Diante dos recorrentes casos de violência, não podemos permanecer inertes — é fundamental fortalecer a mobilização coletiva. A APUR é, além de um espaço de organização política, um lugar de encontros para compartilhar experiências, trocas e construção conjunta de caminhos mais justos e equânimes de atuação entre homens e mulheres dentro da nossa universidade. Neste sentido, sua presença no IV ENCONTRO DE PROFESSORAS DA APUR é fundamental! O IV ENCONTRO DE PROFESSORAS DA APUR será realizado dia 31 de março de 2026, às 14h, com o tema: Prevenção e enfrentamento da violência contra as mulheres, na sede da APUR, em Cruz das Almas. Este encontro, em sua quarta edição, materializa o desejo de compartilhar a esperança e os afetos. É uma aposta na abertura de espaços de confluência e sentidos comunitários, de problematizarmos, conhecermos e vivenciarmos mais horizontes de organização social, de modo que possamos sonhar com um mundo menos desigual e seguro para as mulheres. Contamos com a sua presença! IV ENCONTRO DE PROFESSORAS DA APURData 31 de março de 2026Local: Sede da APURHorário: 14:00A APUR na luta por respeito e segurança contra todas as formas de opressão!
APUR apresenta reivindicações docentes à Reitoria nesta quinta-feira, 19

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizará uma reunião com a Reitoria da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), nesta quinta-feira, 19. No encontro, a Diretoria da seção sindical apresentará a pauta docente local atualizada com as demandas deste ano. Confira no card acima ou abaixo a lista de pautas.