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APUR

APUR marca presença em reunião do Comando Nacional de Greve

O professor David Romão, que é delegado do Comando Nacional de Greve (CNG), representou a Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) em reunião, em Brasília, no Distrito Federal. O encontro ocorreu nesta terça-feira, 14, e teve o intuito de organizar uma agenda intensa de mobilizações nas seções sindicais do ANDES-SN, incluindo a preparação para a Mesa de Negociação com o governo federal que ocorre nesta quarta-feira, 15. Hoje (quarta-feira, 15) é um dia importante para a categoria, pois voltaremos a reunirmos junto ao governo federal em mais uma rodada da Mesa de Negociação. De acordo com o ANDE-SN, em resumo, após a intensificação da greve nas Instituições de Ensino Superior (IFES), os/as delegados/as e os/as observadores/as dos Comandos Locais de Greve das seções debateram as deliberações de base. Com isso, a categoria decidiu manter a defesa do índice de 22,71% (perdas acumuladas desde 2016) como horizonte de recomposição para os próximos três anos. A reivindicação é de que tenhamos um índice de reajuste de 7,06% em 2024; 9% em janeiro de 2025 e 5,16% em maio de 2026. Já em relação à recomposição orçamentária, a contraproposta apresentada pelo ANDES-SN  segue o parâmetro dos investimentos de verbas e uso discricionário de 2016 com as devidas correções inflacionárias, que devem garantir investimentos em infraestrutura, permanência estudantil, bolsas de ensino, pesquisa e extensão e outras condições indispensáveis à qualidade do trabalho e estudo. *Informações retiradas do site do ANDES-SN

78% da população brasileira considera justa a greve docente federal, aponta Quaest

Uma pesquisa de opinião do instituto Quaest indica que 78% da população brasileira entende como justa as greves docentes em curso em mais de 50 Instituições de Ensino Superior Federal (IFES). Apenas 19% definem como injustas e os demais, cerca de 3%, não têm uma opinião formada a respeito. O levantamento foi divulgado no fim da semana passada. A pesquisa reflete a preocupação dos brasileiros frente aos graves cortes orçamentários que as instituições sofreram nos últimos anos; o reconhecimento de que as reivindicações docentes são justas; a percepção do povo de que a maior parte do dinheiro público tem sido dominada pelos interesses do Congresso e a compreensão de que a educação pública e de qualidade deve ser foco para construirmos um projeto de Brasil menos desigual. O resultado da pesquisa da Quaest é mais um indicativo de que devemos permanecer em frequente estado de mobilização, pressionando os agentes políticos em prol da UFRB, das comunidades que dependem dela e de melhores condições de trabalho.

Greve docente nacional avança e ministro da Educação anuncia recomposição de R$ 347 milhões

A pressão da greve docente nacional, que os/as professores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) aderiram nesta quinta-feira, 9, está surtindo efeito. Na manhã desta sexta-feira, 10, o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a recomposição de R$ 347 milhões para suplemento de custeio das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). De acordo com o gestor, esta decisão é “uma prioridade do presidente Lula” e honra “o compromisso assumido com toda a sociedade”. Embora ainda insuficiente, a recomposição orçamentária anunciada é uma vitória do movimento paredista e reforça a convicção da categoria em permanecer em greve. Esta é a hora de aproveitar a abertura ao diálogo do governo federal e cobrarmos não só a recomposição total do orçamento das universidades e o justo reajuste da categoria, mas também a revogação das políticas danosas ao bem-estar social que foram aprovadas nos governos Temer/Bolsonaro, como a Lei das Terceirizações e a Reforma da Previdência.

Diretoria da APUR entrega notificação de greve docente à Reitoria da UFRB

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), representada pela diretoria, notificou a Reitoria da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) sobre a deflagração de greve docente, na tarde desta quinta-feira, 9. A entrega do documento aconteceu logo após a histórica Assembleia Geral que deflagou a greve docente a partir da próxima segunda-feira, 13. O documento respeita o prazo mínimo de aviso de 72 horas antes da paralisação. A APUR convoca todos/as os/as filiados/as a permanecerem em estado de mobilização e participantes do calendário de atividades que será divulgado em breve. Precisamos da coletividade docente para continuarmos a pressionar o governo federal a atender as demandas da categoria, que incluem, dentre outras, a recomposição do combalido orçamento da UFRB e o justo reajuste para os salários docentes que seguem defasados.

Em votação histórica, docentes da UFRB declaram greve durante Assembleia Geral da APUR

Os/as professores/as da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) deliberaram por aderir à greve docente nacional, nesta quinta-feira, 9. A decisão aconteceu durante a Assembleia Geral da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), que ocorreu em Cruz das Almas. De acordo com a votação, que abrangeu filiados e não filiados, o movimento paradista começa na próxima segunda-feira, 13, respeitando o prazo mínimo de 72 horas para o início. Ao todo, 288 professores/professoras participaram da assembleia. Foram 221 votos favoráveis à greve, 36 contrárias e 9 abstenções, que totalizaram 266 votos. Após a aprovação, os/as docentes votaram sobre o início da greve. Por 191 votos favoráveis contra 44 votos contrários e 12 abstenções ficou decidido que o movimento começa nesta segunda-feira, 13, 72 horas após a notificação de greve à reitoria. Campanha salarial e recomposição orçamentária A deflagração de greve na UFRB é uma resposta ao congelamento dos salários deste ano proposto pelo governo federal, bem como a manutenção dos cortes orçamentários na instituição, que ocorrem desde o governo Temer, em 2016. É necessário e urgente que o governo volte a priorizar a educação, reconhecendo as necessidades da categoria e acatando-as. Além da UFRB, cerca de outras 50 Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) também tiveram as atividades docentes paralisadas.