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APUR

CARAVANA DA APUR ESTARÁ NO CECULT NESTA QUINTA-FEIRA

A próxima atividade da Caravana da APUR de atendimento jurídico será no Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), nesta quinta-feira (4), das 13:30 às 17:00 horas. Aqueles que quiserem agendar o atendimento, basta mandar um e-mail para apurdiretoria@gmail. com, ou ligar para (75) 3621-4473.      

APUR PARTICIPARÁ DO 2 DE JULHO EM SALVADOR

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) participará do cortejo do 2 de julho em Salvador. Os festejos em comemoração à Independência da Bahia são comumente marcados por manifestações de diversos setores da sociedade. Como em outros anos, a APUR estará presente reivindicando o atendimento às demandas da classe trabalhadora, em especial da categoria docente. Os/as professores/as que estiverem interessados em participar da manifestação devem entrar em contato pelo endereço eletrônico da associação:  apurdiretoria@gmail.com ou pelo telefone: (75) 3621-4473.      

COMUNICADO

COMUNICADO INFORMAMOS QUE, POR CONTA DO FERIADO DE CORPUS CHRISTI E DO RECESSO JUNINO, A SEDE DA APUR ESTARÁ FECHADA A PARTIR DESTA QUINTA-FEIRA (20). O ATENDIMENTO NA SEDE VOLTARÁ AO NORMAL NA QUARTA-FEIRA (26). UM BOM RECESSO A TODOS E TODAS.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA EM DEFESA DA APOSENTADORIA DOS/AS TRABALHADORES/AS DO CAMPO

Com o apoio da APUR, o Laboratório de Inteligência e Imagem (LABII) apresenta a exposição fotográfica Labores do Campo, que terá início no São João de Amargosa, de 19 a 24 de junho, e depois vai circular pelos campi da UFRB. Segundo explicação do professor Kleyson Assis, um dos responsáveis pela exposição, a ideia é fazer uma espécie de manifesto visual contra as propostas de retirada dos direitos dos trabalhadores do campo, que estão inseridas na reforma da previdência. Vale lembrar que aqueles que têm discutido a reforma da previdência vêm alertando que, caso ela seja aprovada, os/as trabalhadores/as do campo poderão ter seu direito à aposentadoria adiado ou até mesmo destruído totalmente.  Se a reforma for aprovada, a idade mínima para os/as trabalhadores rurais poderem solicitar o benefício da aposentadoria será de 60 anos tanto para homens quanto para mulheres. Sendo que ainda terão que contribuir por 20 anos. Por isso a necessidade de se montar várias frentes de luta, e a exposição Labores do Campo é uma delas. “Vai nessa direção de trabalhar com essas imagens e denunciar, e se posicionar contra essa reforma da previdência, a ideia de aposentadoria que está sendo colocada, a retirada mesmo dos direitos”, completou Kleyson Assis. O relato da professora Eliene Macedo, que também está na organização da exposição, nos dá uma noção da importância da exposição. “Os cenários, as memórias, as prosas, as vidas nos trazem a reflexão de que estamos em um país onde trabalhar a vida inteira, ter um pedaço de terra, garantir o seu sustento e o sustento dos seus, com seu próprio suor, significa estar contra tudo e contra todos. As memórias aqui registradas é a forma que encontramos para aplaudir de pé os nossos trabalhadores e trabalhadoras rurais”. Assim como tem feito em todas as atividades de luta contra a reforma da previdência, a APUR convoca a categoria docente da UFRB para prestigiar mais essa manifestação em defesa da aposentadoria.