APUR lança boletim especial em homenagem aos 20 anos da UFRB

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) publica nesta terça-feira, 19, o boletim APUR. Nesta edição de número 78°, os/as docentes homenageiam os 20 anos da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. O periódico, na íntegra, pode ser lido abaixo. Confira! O boletim da APUR é um informe trimestral publicado pela seção sindical que reúne notícias de relevância para a categoria docente. O boletim de número 78° homenageia a UFRB, traz uma entrevista com o presidente da APUR, professor David Romão, além de um panorama da conjuntura de lutas docentes no CONAD. Para ver os demais boletins publicados pela APUR, acesse https://apur.org.br/?s=boletim.
APUR publica boletim trimestral sobre acordos de greve e participação no 43° Congresso do ANDES-SN

O primeiro boletim trimestral da APUR de 2025 já está disponível. Nesta edição, abordamos a conjuntura posterior à greve docente federal do ano passado; os entraves nos acordos com a categoria docente; a participação da APUR no 43° Congresso Nacional do ANDES-SN; além do cronograma das próximas atividades do nosso sindicato. Quem tem sindicato nunca está só! O informativo está disponível no link abaixo:
APUR lança boletim trimestral com críticas ao não cumprimento dos acordos de greve

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) publicou o boletim trimestral que tem como temática a demora do governo federal em cumprir totalmente os acordos estabelecidos com a categoria docente durante a greve de 2024. O informe, que pode ser lido na íntegra abaixo, discorre sobre as promessas da gestão federal, o não cumprimento dos acordos e as preocupações do cenário educacional atual e futuro. Os textos são de opinião da diretoria da APUR e têm como base a leitura do contexto nacional. Devido à morosidade do governo federal em cumprir com os acordos, devemos continuar a mobilização habitual que fez com que nossas pautas fossem ouvidas. Desta forma, afirmamos nosso compromisso em manter a categoria engajada e vigilante em prol dos nossos direitos e de um projeto de educação pública e de qualidade. Leia o boletim trimestral no anexo abaixo:
INFORMATIVO APUR 70º

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INFORMATIVO

“Na luta de classes todas as armas são boas pedras, noite e poemas”. Paulo Leminski A crise do Estado brasileiro se acentua com a abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente golpista Michel Temer, a partir das graves denúncias divulgadas (17/5), o que reforça a total ilegitimidade deste governo golpista de editar medidas e de aprovar reformas estruturais como a trabalhista e a previdenciária, que retiram direitos da classe trabalhadora para socorrer as elites e o grande capital. Cada vez menos confiáveis são as estruturas do poder (Câmara de Deputados, o Senado e o Judiciário), condição que deixa o país a mercê de crises que se aprofundam. Neste cenário quem mais tem sofrido são os/as trabalhadores/as, com um aumento significativo do desemprego, com o corte e congelamento de recursos públicos em Educação e Saúde, com a aprovação de terceirização irrestrita e com as negociatas para aprovação da Reforma Trabalhista e da Previdência, medidas que não contam com o voto da população, uma vez que este programa de retrocesso não foi o escolhido nas últimas eleições. Acompanhamos em acordo às assembleias da APUR, que desde o ano passado optou pela defesa da democracia e pela luta contra o golpe. Neste momento delicado de comprometimento das instituições públicas com os interesses das elites, apontamos como única saída democrática a antecipação das eleições de 2018, DIRETAS JÁ! O povo deve escolher os rumos da nação e seus governantes. Não aceitamos o golpe dentro do golpe! Que a classe trabalhadora decida nas ruas, nas instituições, no campo e na cidade o destino da república! Não guardamos nenhuma confiança neste Congresso e nem neste Senado, quem deve escolher o/a novo/a governante do país deve ser o povo! Enquanto isto, a situação nos serviços públicos se agrava, e a população mais pobre é quem paga a conta. A Polícia Federal denunciou a impossibilidade financeira de atuar na confecção de passaporte, a PRF reduz patrulhamento pelo mesmo motivo. Nas universidades públicas o quadro se agrava. A UERJ é um exemplo do que está por vir, 13º e salários atrasados (causando a evasão de professores dos programas de pós-graduação, venda de bens móveis etc.) e ausência de recursos para o funcionamento mínimo. O governo opera por desinvestimento. Nas Federais os impactos dos cortes avançam em passos largos – A UFAL já anuncia fechamento de programas -, não bastasse o orçamento de 2017 ser inferior a 2016, o mesmo segue com um duro contingenciamento, o que tem levado ao término de programas, serviços e a imediata redução na política de assistência estudantil. Combinado com os cortes e desestruturação da política de Ciência e Tecnologia, as universidades federais seguem no intensivo processo de desmonte, retrocedendo a um papel subserviente e passivo das universidades no passado. Na UFRB não é diferente, no orçamento de 2017 já não existe receita específica para os novos campi, os cortes no custeio e no investimento já apontam as dificuldades para execução dos compromissos, a crise na assistência estudantil e nas políticas afirmativas se acentuam. Diante de tal cenário, urge a construção de uma frente de luta em defesa da UFRB que, de forma articulada com as lutas pela democracia, possa exigir a retomada de investimentos no ensino público. Na esfera local urge avançarmos na construção de instrumentos democráticos e transparentes do funcionamento da UFRB, o que, em nossa opinião, passa pela instauração imediata da Estatuinte. Não podemos aceitar retrocessos! Lutar pela UFRB para nós significa não perder a dimensão da crítica austera, mas defender o direito inegociável de uma universidade no Recôncavo. Precisamos acompanhar a classe trabalhadora brasileira que resiste e avança na unidade para combater as reformas e o ataque aos serviços público, e que fez a maior Greve Geral no dia 28/4, no dia 24/5 colocou 200 mil trabalhadores em Brasília, e no último dia 30/6 novamente parou o Brasil com mais uma Greve Geral. Reconhecemos que a luta em defesa da UFRB não pode ser dissociada da luta pela democracia e contra o golpe, o que neste momento exige que o ANDES, a APUR e demais organizações se empenhem na luta contra o golpe e suas reformas, e com as massas nas ruas engrossem as fileiras pelo FORA TEMER e pelas DIRETAS JÁ! Em defesa da UFRB e dos serviços públicos! Todo empenho na construção de uma nova GREVE GERAL no mês de agosto, única saída para reverter as ações contra os direitos, e que coloque os/as trabalhadores/as na liderança dos rumos do país. GREVE GERAL NO CCS – COMUNIDADE ACADÊMICA DISCUTE A SITUAÇÃO POLÍTICA DO PAÍS Obedecendo ao chamado da APUR e das centrais sindicais do país, docentes e discentes do Centro de Ciências da Saúde (CCS) reuniram-se no dia 30 de junho numa atividade coletiva de Greve Geral. Segundo o relato do representante sindical dos docentes do CCS, professor Rafael Coelho, os presentes buscaram fortalecer o sentido e objetivo do movimento de Greve Geral, assim como, enumerar a sucessão de perdas de direitos ocorridas no último ano, após o golpe que destitui da presidência da república a presidenta Dilma Rousseff. A atividade buscou constituir-se não como uma aula, mas como um momento no qual docentes e discentes afirmaram sua horizontalidade na luta, na busca pela construção de uma unidade entre as diversas lutas transversais da atualidade. Como encaminhamento, decidiu-se fortalecer o movimento iniciado anteriormente, de aulas públicas e encontros constantes entre docentes, discentes, técnicos, funcionários terceirizados e o público externo. Além de Santo Antônio de Jesus, os professores da UFRB também participaram de atividades em Amargosa, Feira de Santana e Salvador. A Greve Geral pelo Brasil Milhares de trabalhadoras e trabalhadores (em Fortaleza, por exemplo, foram cerca de 50 mil pessoas participando do ato) se reuniram para, mais uma vez, parar o Brasil. O povo foi às ruas em Greve Geral no dia 30 com o objetivo de lutar contra as contrarreformas da Previdência e Trabalhista, pela revogação da Lei das Terceirizações e pela saída imediata do presidente golpista, Michel Temer. A Greve Geral foi convocada pelas Centrais Sindicais.