SEMINÁRIO MOVIMENTO DOCENTE: PRESENTE E FUTURO
SEMINÁRIO MOVIMENTO DOCENTE: PRESENTE E FUTURO Nos dias 17 e 18 de maio aconteceu, em Salvador, o I Seminário Movimento docente, organizado pela ADUNB (Associação dos docentes da Universidade de Brasília), seção Sindical do ANDES e pela APUB (Proifes). O evento teve temáticas importantes para o debate atual do movimento docente como a expansão da educação pública federal, carreira docente e aposentadoria. Além disso, foi realizado um debate sobre Pesquisa, Ciência e Tecnologia com representantes da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e da ABC (Academia Brasileira da Ciência). No encerramento do seminário os participantes fizeram um balanço sobre a organização sindical dos docentes. Além das entidades organizadoras do evento, participaram dois sindicatos que fazem parte do Movimento Docente Independente e Autônomo das Instituições Federais de Ensino, o Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Cantarina (APUFSC) e Sindicato dos Professores de Universidades Federais de Belo Horizonte e Montes Claros (APUBH). Participaram ainda como observadores ADUFEPE (UFPE) seção sindical do ANDES e oposição do ANDES na APUB, e a APUR.
Evento : Semana de Serviço Social

Dos dias 06 a 10 de maio, aconteceu, no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), a comemoração do dia do Assistente Social e dos 50 anos do Conselho Regional de Serviço Social (CRESS/ BA). Além de debates sobre temas como a exploração do trabalho, previdência social, serviço social e movimentos sociais, violência, violação de direitos e racismo; o evento contou com apresentação de trabalhos de discentes, com atividade cultural e lançamento de livros. Como não poderia deixar de ser, a APUR apoiou a atividade e esteve na mesa de abertura. A Associação foi representada pelo professor Antonio Eduardo de Oliveira, que debateu sobre as condições de trabalho na UFRB e participou da Conferência Magna “Serviço Social na luta contra a exploração do trabalho”, na qual foi o mediador. O vice-presidente da APUR, Herbert Martins, também participou do evento. O professor foi um dos palestrantes da mesa “Serviço Social e sistema sócio-jurídico: a atuação profissional em face às violações de direitos”. Herbert Martins, que atua em pesquisas sobre criminalidade e segurança pública, acredita que uma alternativa para mudar a situação de violência na Bahia, que lidera os indicadores de vitimização de jovens negros e de classe social baixa, é repensar a política de combate às drogas. O evento contou com palestrantes de diversas universidades do país (UCSAL, UFPB, UFRB, UFBA e UERJ). A comissão organizadora do evento foi composta pelos docentes Simone Brandão, Silvia Arantes, Heleni Ávila, Henrique Rozendo, Valéria Noronha e Albany Mendonça, representante sindical do CAHL, pelos discentes do 4° Período da disciplina Processo de Trabalho e Serviço Social e os discentes da disciplina Direitos Humanos.
EXPOSIÇÃO DE FOTOS DA GREVE 2012

Está exposta no Hall do prédio da reitoria da UFRB, fotos da Greve de 2012. A exposição ficará na reitoria até o dia 24/05, depois percorrerá todos os centros da UFRB.
Reunião da APUR com o CA de museologia
Reunião da APUR com o CA de museologia DATA: 22/05/2013 LOCAL: CAHL HORARIO: 17h
Reunião das categorias no CAHL
Na última quarta-feira (15), a APUR, representada pelo secretário da Associação, Antônio Eduardo de Oliveira, realizou uma reunião com estudantes e funcionários no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL). A reunião deu prosseguimento ao diálogo entre as três categorias (professores, estudantes e funcionários) que vêm discutindo a organização do Fórum Triparte. Segundo o professor Antônio Eduardo, o fórum surgiu da necessidade de articulação conjunta das três categorias no CAHL, já que existem muitos pontos em comum nas reivindicações dessas categorias, e uma atuação conjunta poderia fortalecer a luta em defesa da universidade pública. As três categorias têm lutado por pontos básicos como restaurante universitário, melhores condições de pesquisa, ensino e extensão, O professor ainda colocou que a criação do Fórum é um ganho para toda a comunidade acadêmica do CAHL, pois representa um espaço público de articulação política: “Um espaço que permite o debate democrático sem formalismo burocrático dos problemas que afligem a comunidade acadêmica. Além disso, tem uma forte legitimidade, na medida em que as lideranças e as representações das três categorias podem participar efetivamente da construção desse espaço. O Fórum também contribui para a construção de uma identidade afirmativa do CAHL a partir da mobilização e da luta”, afirmou o professor. Para Reinaldo Barreto, técnico administrativo do CAHL, a ideia do Fórum é que haja uma colaboração das experiências, para com isso melhor a administração do Centro, que é uma construção contínua, que tem que estar sempre melhorando: “Acabar com o processo existente, repensar o tipo de administração do CAHL. As três categorias têm que ter sintonia, pois uma depende da outra, não pode fechar os olhos, porque depois pode impactar de forma negativa. A ideia é dizer: Vamos Acordar”, disse Reinaldo. Maíra Fernandes, aluna de cinema, também salientou a importância da união entre as três categorias. De acordo com Maíra, as discussões entre as categorias têm mostrado as muitas deficiências que a universidade tem. “A gente começa a descobrir os outros problemas que a universidade tem, não só para uma determinada categoria. Percebemos as deficiências da universidade na visão das três categorias. Uma união para lutar com mais força por nossas pautas”, colocou a estudante. A vontade de que o Fórum realmente dê certo é tão grande, que as três categorias vão se reunir mesmo nas férias. No início do próximo semestre letivo, acontecerão debates e atividades culturais para promover a discussão sobre qual universidade queremos. Além disso, foi montada uma comissão para negociar as pautas das três categorias.