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APUR discute insatisfações docentes com a PROGEP nesta sexta-feira, 11

A Diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizará uma reunião com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), nesta sexta-feira, 11, em Cruz das Almas. O encontro, que faz parte das deliberações docentes durante a última Assembleia Geral da APUR, discutirá sobre as queixas mais frequentes dos/das professores/as referentes a processos que envolvem a PROGEP. Além disso, a Diretoria da APUR também levará outras pautas de interesses funcionais dos/das servidores/as, como problemas com pagamentos retroativos relacionados a progressões e promoções; insalubridade; reestruturação da carreira docente e auxílio-transporte.

APUR apoia Plebiscito Popular sobre justiça tributária e direitos do/da trabalhador/a; saiba como assinar

Mais de 70 organizações sociais, incluindo a APUR, movimentos populares, entidades estudantis e da sociedade civil apoiam o Plebiscito Popular Por um Brasil Mais Justo, que reivindica justiça tributária e os direitos dos/das trabalhadores/as brasileiros/as. Em suma, o documento defende a cobrança de mais impostos do grupo de super ricos, redução de escala de trabalho, redução das emendas parlamentares e isenções tributárias para a população mais pobre. O plebiscito irá ouvir o povo brasileiro até o dia 7 de setembro deste ano. Na avaliação das organizações que assinam o plebiscito, há uma ofensiva dos setores mais privilegiados da sociedade com intuito de obrigar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a realizar cortes orçamentários em áreas sociais, como educação, saúde e previdência. “Querem obstruir medidas apresentadas pelo governo para tributar especuladores do mercado financeiro, que são privilegiados pelo nosso sistema de impostos que penaliza quem vive de salários e protege quem tem renda de mais de R$ 1 milhão por mês. Além disso, bloqueiam medidas para enfrentar os supersalários de juízes e desembargadores e a aposentadoria dos militares”, diz a carta. Além de apoiar o plebiscito, a APUR pede para que a comunidade acadêmica da UFRB vote e se atente às pautas do documento, bem como ao contexto social e político que o Brasil enfrenta. Em www.apur.org.br você poderá encontrar uma cartilha com os eixos principais da mobilização, dos temas que serão votados e orientações para a realização da votação. CLIQUE AQUI. Voto e procedimento A votação ocorre de maneira presencial em urnas fixas ou itinerantes em diversas cidades do Brasil (CLIQUE AQUI E SAIBA ONDE ESTÁ OCORRENDO). Para votar, o/a cidadão/ã precisará responder a duas perguntas: A APUR está organizando a instalação de urnas na UFRB para receber os votos na primeira semana do semestre 2025.2. Mais informações serão disponibilizadas ao público em breve. Após o dia 7 de setembro, os votos serão contabilizados e encaminhados aos parlamentares para produzirem legislação de acordo com o desejo dos votantes. Por isso, salientamos, mais uma vez, a importância do plebiscito e pedimos para que a comunidade participe ativamente deste processo civilizatório.

JULHO DAS PRETAS: APUR convoca comunidade acadêmica para participar de mesa de debates sobre a jornada universitária de mulheres negras

A Associação dos Professores Universitários realizará uma mesa de debates com o tema “Mulheres afrodiaspóricas em conexão com mulheres africanas”, no próximo dia 9 de julho, às 18h, no Centro de Formação de Professores/as (CFP/UFRB), em Amargosa. O evento faz parte das comemorações do Julho das Pretas, que tem o objetivo de defender os direitos das mulheres negras e enfrentar o racismo na UFRB. Farão parte da mesa as professoras Maicelma Maia Souza (CFP/UFRB), Francys Cerqueira (UESB) e Yérsia Souza de Assis (CFP/UFRB). A mesa de debate proposta pela APUR objetiva ouvir das professoras convidadas seus percursos formativos e políticos. Julho das Pretas O Julho das Pretas é um movimento de dedicação do mês de julho à luta e a conquistas das mulheres negras. A APUR tem colocado como centralidade em sua agenda política as lutas antirracista e contra sexismo. Por essa razão, reforçamos que é de extrema importância que a comunidade acadêmica participe. Contamos com a sua presença!

APUR divulga nota sobre problemas com pagamentos retroativos e demais processos com a PROGEP

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) publicou nesta terça-feira, 17, uma nota referente às queixas de professores/as da UFRB sobre processos que tramitam na Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP/UFRB). No documento, que pode ser lido na íntegra abaixo, a Diretoria da APUR diz estar ciente dos problemas e que pediu o agendamento de uma reunião sobre o tema. O comunicado também enfatiza que outras pautas de interesse docente deverão ser discutidas no encontro. A APUR foi procurada nas últimas semanas por professores/as que estão insatisfeitos com processos com a PROGEP, como o não pagamento de retroativos relacionados a progressões e promoções. Além disso, também há questões referentes à insalubridade, reestruturação da carreira docente e auxílio-transporte. Com isso, a Diretoria da APUR enfatiza que a solução passará pela coletividade e que espera uma reunião com a PROGEP logo após o recesso junino. Veja a nota na íntegra:

Em Mesa Central, governo não avança em resposta à pauta de reivindicações de servidoras e servidores

A 11ª Reunião da Mesa Central da Mesa Nacional Negociação Permanente (MNNP), realizada nessa quinta-feira (12), no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília (DF), não trouxe qualquer devolutiva por parte do governo federal à pauta de reivindicações apresentada pelas servidoras e pelos servidores públicos federais. Do lado de fora do prédio, manifestantes protestavam, enquanto representantes de entidades sindicais, do Fonasefe, do Fonacate e de centrais sindicais participavam do encontro com o governo. A reunião era aguardada com expectativa desde a última, realizada em 20 de fevereiro. Na pauta, protocolada no dia 31 de janeiro, constam demandas centrais da categoria, como o pagamento isonômico de benefícios entre os Três Poderes; a inclusão de aposentadas e aposentados nas políticas de valorização; a ampliação de benefícios atualmente restritos; e a revogação de medidas que atacam os direitos das servidoras e dos servidores.  “Essa mesa, tão aguardada, não trouxe nenhuma resposta concreta às reivindicações da nossa categoria. Seguimos sem qualquer devolutiva do governo à pauta protocolada em janeiro”, afirmou Gustavo Seferian, presidente do ANDES-SN. Durante a reunião, José Lopez Feijóo, secretário de Relações de Trabalho do MGI, propôs alterar a pauta previamente acordada para tratar da reforma Administrativa. Segundo Feijóo, o governo federal acompanha com preocupação a recente criação do Grupo de Trabalho (GT) na Câmara dos Deputados e afirmou que não tem participação em sua formulação, que estaria sendo conduzida exclusivamente por parlamentares, especialmente pelo deputado Zé Trovão (PL-SC).   Na ocasião, Feijóo apresentou ainda os alguns pontos que, conforme ele, seriam centrais na defesa do governo em relação ao serviço público, como a estabilidade das servidoras e dos servidores públicos e a indexação do salário mínimo. Apresentou também algumas diretrizes do que pensa o governo do ponto de vista de inovação no serviço público, como o Sistema de Desenvolvimento na Carreira (Sidec), que estava no projeto de lei dos reajustes e foi retirado do texto. Para Gustavo Seferian, a iniciativa do governo de apresentar como alternativa uma proposta distinta, ainda que com roupagem técnica mais elaborada, não atende às demandas das trabalhadoras e dos trabalhadores. “Essa proposta não nos é desconhecida. Ela chega, ainda que repleta de marcas técnicas e sofisticações, a partir de proposições já contidas no projeto de lei que, inclusive, previam ajustes na remuneração resultantes da greve do ano passado, e que foram retirados no âmbito do Congresso Nacional”, criticou. Ainda no encontro, foi anunciada a realização de uma nova reunião extraordinária da Mesa Central da MNNP para a segunda quinzena de julho.  Nesta sexta-feira (13), o Setor das Ifes se reúne na sede do ANDES-SN, em Brasília, para avaliar as atividades da semana e discutir os próximos passos da mobilização. “Os acúmulos históricos da nossa categoria nos municiam para a construção dessas lutas. Que possamos ter uma ótima reunião do Setor das Ifes, a fim de lidar com esses desafios e balizar a construção das nossas lutas para os próximos meses”, concluiu o presidente do Sindicato Nacional.  MECNa manhã de quinta-feira (12), antes da reunião da Mesa Central, o ANDES-SN e o Sinasefe protocolaram uma série de cartas no Ministério da Educação, cobrando respostas às pendências que afetam diretamente as servidoras e os servidores da Educação Federal. Entre os temas estão: a publicação da alteração do Decreto nº 1.590/1995; o cronograma dos GTs sobre reenquadramento de aposentadas e aposentados, “entrada lateral” e revogação da Instrução Normativa (IN) 15/2020; além de esclarecimentos sobre orçamento, estágio probatório e regulamentação do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). O ANDES-SN também solicitou posicionamento sobre a IN 71/2025, que altera o pagamento do auxílio-transporte.  Fonte: ANDES-SN