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APUR

Comissão Especial torna pública a homologação final das chapas inscritas da consulta para os cargos de Reitor/a e Vice-reitor/a da UFRB

A Comissão Especial, no uso de suas atribuições, resolve tornar pública a homologação final das inscrições para o EDITAL-e-NORMAS_CONSULTA-Reitor-e-Vice-Reitor_UFRB-2023-2027, conforme: Cruz da Almas – Bahia, 18 de abril de 2023. Comissão Especial: APURJosé Arlen Beltrão de Matos – Leila de Loures Longo – Heleni Duarte Dantas de Ávila ASSUFBAAna Maria Coelho – Silvane da Silva Santos – Rildo José S. Conceição ESTUDANTESLudymila Sena dos Santos – Marcos da Silva – Lúcio Apoema Franco

APUR divulga carta aberta aos conselheiros(as) do CONAC da UFRB

Prezadas(os) Colegas: Em nossa Assembleia realizada em 17 de abril de 2023, a partir de proposição de filiados presentes, foi incluído como item de pauta a discussão da proposta de calendário acadêmico apresentado pelo presidente do CONAC, o reitor da UFRB, para o ano letivo de 2023. Muitas dúvidas e preocupações foram levantadas quanto a questões acadêmicas, mas, especialmente quanto à sua operacionalização e, por consequência, à garantia de condições de trabalho e isonomia para a categoria docente. A assembleia reforçou o entendimento de que o calendário é uma atribuição administrativa e que o que compete à representação sindical são as questões que tratam da garantia das condições de trabalho e preservação dos direitos da categoria, como suas férias. Após as discussões, ficou evidente a necessidade de maiores esclarecimentos sobre a proposta em diferentes aspectos, principalmente relacionados ao calendário especial sugerido. Neste sentido, nos dirigimos aos/às colegas para expor nossas preocupações: Este sindicato segue no apoio à sua base, assegurando o respeito aos direitos e às condições de trabalho de sua categoria. Desde já, agradecemos a atenção e contamos com a compreensão de todos/as. Cruz das Almas, 17 de abril de 2023.

Comissão Especial torna pública a homologação das chapas inscritas da consulta para os cargos de Reitor/a e Vice-reitor/a da UFRB

A Comissão Especial, no uso de suas atribuições, resolve tornar pública a homologação das inscrições para o EDITAL-e-NORMAS_CONSULTA-Reitor-e-Vice-Reitor_UFRB-2023-2027, conforme: Cruz da Almas – Bahia, 14 de abril de 2023. Comissão Especial: APURJosé Arlen Beltrão de Matos – Leila de Loures Longo – Heleni Duarte Dantas de Ávila ASSUFBAAna Maria Coelho – Silvane da Silva Santos – Rildo José S. Conceição ESTUDANTESLudymila Sena dos Santos – Marcos da Silva – Lúcio Apoema Franco

Comissão especial divulga retificação n° 02 do cronograma e normas para os debates da consulta para os cargos de reitor(a) e vice-reitor(a) da UFRB

A Comissão Especial publica a retificação n° 02 do cronograma e normas para os debates da consulta para os cargos de reitor(a) e vice-reitor(a) da UFRB, especificamente na data e horário dos debates nos campus CETEC, CETENS, e CFP, conforme: Data Local Horário 24/04/2023 CETEC 14:00h 25/04/2023 CETENS 14:00h 27/04/2023 CAHL 10:00h 27/04/2023 CECULT 16:00h 04/05/2023 CFP 19:00h 05/05/2023 CCS 10:00h 09/05/2023 CCAAB 10:00h Confira o documento na íntegra: Cruz da Almas – Bahia, 14 de abril de 2023. Comissão Especial: APURJosé Arlen Beltrão de Matos – Leila de Loures Longo – Heleni Duarte Dantas de Ávila ASSUFBAAna Maria Coelho – Silvane da Silva Santos – Rildo José S. Conceição ESTUDANTESLudymila Sena dos Santos – Marcos da Silva – Lúcio Apoema Franco

APUR apoia suspensão do cronograma de implementação do Novo Ensino Médio e pede por revogação da reforma

Na tarde da última terça-feira, 4, o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a suspensão temporária do cronograma de implementação do Novo Ensino Médio. A decisão, que vale por 60 dias, aconteceu após consulta pública para reavaliar a estrutura política nacional. Camilo afirmou que o processo de implantação do Novo Ensino Médio foi “atropelado” e que “há muita reclamação de diversos setores”. O ministro citou o descontentamento de profissionais da educação, entidades sindicais e estudantis, alunos, pais, dentre outros.  O que é o Novo Ensino Médio? A reforma do Novo Ensino Médio foi uma Medida Provisória (MP) aprovada durante o governo Michel Temer, em 2017. Já o cronograma de implementação foi uma portaria assinada em 2021 durante o governo Bolsonaro.  A proposta do governo Temer reformula o currículo, aumentando o número de horas nas escolas para 3.000, mas diminuindo a carga horária de matérias tradicionais.  Neste novo modelo, cerca de 1.200 horas compõem os chamados itinerários formativos, os quais são opções de currículo específico, que cada aluno deve escolher.  Os itinerários têm o intuito de levar o aluno rapidamente ao mercado de trabalho e ao ensino técnico. A implantação deste modelo está ocorrendo em três fases, que começou no ano passado (2022), com o 1° ano do ensino médio, seguindo em 2023 com o segundo ano e em 2024 é a vez do terceiro ano. Distorções Apesar de ser uma tentativa ao ensino deficitário, o projeto é um modelo que pode criar graves distorções na educação, como o aumento da dificuldade dos estudantes em ingressar no ensino superior, por exemplo. De acordo com o presidente da APUR, professor Arlen Beltrão, é enganoso o pretexto de que os itinerários formativos melhorarão a vida dos estudantes.  “Primeiro é preciso destacar que a reforma do ensino médio representa um retrocesso na educação básica brasileira porque desconfigura o próprio entendimento de básico, instituído na Constituição e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), tendo em vista que as redes não terão mais a obrigatoriedade de oferecer uma carga horária mínima na formação comum, já que foi alterada a carga horária destinada a BNCC. Antes esse mínimo representava 2400 horas, hoje, ao invés de ter o mínimo, tem o máximo de 1800 horas, ou seja, a depender das circunstâncias e do interesse da rede, a carga horária pode ser menor que 1800 horas.  Além disso, há uma tendência de secundarizar o conhecimento científico no currículo, dando relevância e privilegiando o desenvolvimento de competências. Além disso, é possível apontar que a reforma leva os estudantes a se especializarem precocemente. Nós teremos uma especialização precoce sobre uma base precária”, explica. Impacto na UFRB Ainda conforme Arlen Beltrão, o Novo Ensino Médio deve impactar negativamente as universidades federais, em especial a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). “Há uma sobrecarga de trabalho dos professores, há um deslocamento dos professores para áreas que não são as específicas. Os professores tenderão a ministrar componentes curriculares distantes da formação e há uma redução importante da carga horária de componentes curriculares indispensáveis, imprescindíveis, como química, biologia, educação física, sociologia e filosofia. Isto é, quando estes componentes curriculares não estiverem fora do currículo, o que é pior.  Teremos como resultado a tendência de aumento da desigualdade educacional porque as escolas particulares manterão esses componentes curriculares de caráter propedêutico. Já as escolas públicas deverão reduzi-los. Em troca, vêm incorporando atividades ou disciplinas eletivas como fazer brigadeiro, empreendedorismo, que pouco podem contribuir para a formação qualificada dos estudantes. A gente vai ter um quadro de maior dificuldade nos  alunos que queiram acessar à universidade pública, como a UFRB. E no nosso caso, que recebemos prioridade de estudantes filhos da classe trabalhadora, estudantes pobres, na sua maioria provenientes das escolas públicas, teremos também o desafio da permanência. Já que esses estudantes tiveram as condições retiradas de terem tido uma formação de nível médio melhor. Com efeito, eles vão enfrentar maior dificuldade em cursar os respectivos cursos” . Suspensão e revogação A APUR concorda não só com a suspensão, mas também pede pela revogação do Novo Ensino Médio, por entender que esta reforma não atende aos interesses educacionais do povo brasileiro. Desta forma, reiteramos nosso apoio às manifestações convocadas pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), que ocorreram no último dia 15 de março, e às reivindicações da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que serão debatidas na 24ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, nos dias 23 a 28 de abril.