APUR DISPONIBILIZA VÍDEO DA REUNIÃO QUE DISCUTIU A APOSENTADORIA

No dia 26 de fevereiro, ocorreu uma reunião virtual com os advogados da APUR, Laís Pinto e João Gabriel Lopes, sobre aposentadoria. A reunião foi uma resposta às inúmeras mensagens que a APUR vinha recebendo sobre o tema, onde muitas dúvidas surgiram. Infelizmente, muitos docentes não puderam participar da reunião, por isso a APUR se comprometeu a gravá-la. Então, quem não conseguiu participar dessa importante reunião, basta acessar o link abaixo: https://drive.google.com/file/d/1NdepCRTcNBsrck6G2uzR4k505oi0LRZO/view?usp=sharing. Como ficou evidente no dia da reunião, alguns casos terão que ser avaliados individualmente, então, quem quiser solicitar uma reunião para tratar especificamente do tema, basta procurar nossos advogados e a APUR nos seguintes contatos. Laís Pinto: E-mail: lais@mauromenezes.adv.br Telefone: (71) 9 9916-8598 João Gabriel Lopes E-mail: joaog@mauromenezes.adv.br Telefone: (71) 9 8139-2763 APUR: E-mails: apurjuridico@gmail.com Telefone: (75) 9 9264-5495
NOTA DE SOLIDARIEDADE À PROFESSORA ERIKA SURUAGY E À ADUFERPE

A direção da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) manifesta solidariedade à ADUFERPE e à professora Erika Suruagy, ex-presidente e atual vice-presidente da Sessão Sindical dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (ADUFERPE), que foi convocada para depor em inquérito aberto, na Polícia Federal, a pedido do presidente Jair Bolsonaro, para investigar campanha publicitária do sindicato. A professora e sua sessão sindical apenas estavam exercendo o livre direito de expressão e manifestação, quando sofreram essa afronta. Esta ação do governo federal nada mais é que uma continuidade da campanha de silenciamento que vem tentando impor às instituições de ensino e seus docentes, desde que o atual presidente foi empossado. A direção da APUR se coloca à disposição da ADUFERPE e da companheira Erika Suruagy, para lutar na defesa da democracia, da liberdade sindical e da liberdade de expressão e manifestação, e pelo fim da repressão de Jair Bolsonaro às professoras e professores universitários. TODO APOIO À ADUFERPE TODO APOIO À PROFESSORA ERIKA SURUAGY NÃO À CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO SINDICAL NÃO CALARÃO OS SINDICATOS! NÃO IMPEDIRÃO A LIVRE MANIFESTAÇÃO! FORA BOLSONARO!
Nota em Defesa da Democracia e Aduferpe

EM DEFESA DA DEMOCRACIA, DA LIBERDADE SINDICAL E DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO: FIM À PERSEGUIÇÃO DE JAIR MESSIAS BOLSONARO AOS PROFESSORES E PROFESSORAS E À ADUFERPE Carta Denuncia Inquérito Outdoor Foi com surpresa e indignação que a diretoria da ADUFERPE recebeu a notícia da convocação de nossa vice-presidenta, a professora Erika Suruagy, para depor na Polícia Federal, em inquérito criminal aberto a pedido do presidente Jair Messias Bolsonaro, para apurar a colocação de outdoors, no final de 2020, com os dizeres “O senhor da morte chefiando o país. No Brasil, mais de 120 mil mortes por COVID-19. #ForaBolsonaro”. Trata-se de um brutal ataque à mais elementar liberdade de expressão garantida constitucionalmente. É uma tentativa de calar opiniões e intimidar o legítimo e livre exercício da atividade associativa. Por outro lado, no mérito, a crítica ao governo federal externada no outdoor – e que pode facilmente ser estendida a outras esferas de governo – revelou-se desgraçadamente justa: à época eram 120 mil mortes a lamentar, hoje já são quase 300 mil. Nossa Assessoria Jurídica está segura de que não há nenhuma base legal para que um processo seja instaurado. O fato de a professora Erika Suruagy ter sido convocada e de ter que prestar depoimento na Polícia Federal é de inteira responsabilidade de Jair Bolsonaro. Ele está claramente tentando intimidar sindicalistas, cientistas, professores, servidores públicos, artistas, intelectuais e cidadãos que discordam da política do governo. Não conseguirá! A unidade do conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras, com suas organizações sindicais e populares, vai barrar essas intimidações e ameaças de Bolsonaro. A democracia e o livre direito de opinião serão defendidos por todos e todas. TODO APOIO À ADUFERPE! NÃO À CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO SINDICAL! NÃO CALARÃO OS SINDICATOS! NÃO IMPEDIRÃO A LIVRE MANIFESTAÇÃO! FORA BOLSONARO! #FORABOLSONARO #foradesgoverno #ADUFERPE #andessn
Dia da Mulher
ASSEMBLEIA DA APUR DISCUTE SITUAÇÃO ATUAL DO PAÍS E A NECESSIDADE DE AÇÕES CONCRETAS NO COMBATE À COVID-19

A assembleia ordinária virtual da APUR, ocorrida na tarde de ontem (3), discutiu temas importantes não só ligados diretamente à categoria docente, mas também sobre a situação atual do país, que voltou a ter um aumento expressivo no número de casos de Covid-19. A assembleia reconheceu a gravidade da situação e a necessidade de realizar ações políticas para pressionar para mudanças no rumo do combate à Covid-19, principalmente por parte do governo federal. Foi aprovado um conjunto de encaminhamentos de cobrança interna da UFRB referentes às condições de uso dos espaços da universidade durante a pandemia, e construção de atividades e manifestações em defesa da liberdade de expressão dos servidores federais, contra a Reforma Administrativa e em defesa dos serviços públicos. A Assembleia ainda se posicionou contrária à aprovação de Greve Sanitária, acompanhando a posição da direção da APUR. Também foi aprovada a formação da comissão eleitoral (composta por Ana Cristina Nascimento Givigi, José da Conceição Santana, Alessandra Nasser Caiafa e Suplente: Eder Pereira Rodrigues), e prorrogado por unanimidade o mandato da atual diretoria da APUR até o dia 14 de maio de 2021. Outro momento de rico debate foi a discussão sobre a resolução de progressão docente. As intervenções lembraram que a resolução vigente foi fruto de muita discussão, que a progressão é um direito da categoria docente, e que não se deve criar dificuldades no processo, mas sim facilitar. A assembleia aprovou por unanimidade que não é o momento político adequado para a reformulação da resolução, porém reconheceu que é preciso atualizá-la, acrescendo, neste momento, um dispositivo que permita o docente abrir o processo até 90 dias antes do fim do interstício para evitar perdas remuneratórias, já que a UFRB, desde abril de 2019, passou a reconhecer o efeito financeiro apenas a partir da publicação. Por fim, a assembleia se debruçou sobre a escolha de delegado e observador para o 11º CONAD Extraordinário do ANDES-SN. Dente outros pontos, o 11º CONAD vai discutir o que pode ser feito com o Congresso Nacional do ANDES-SN, a principal instância deliberativa do sindicato nacional, nesse contexto de pandemia. Foi aprovado por unanimidade o nome do professor David Teixeira, presidente da APUR, para delegado, e a professora Fátima Aparecida Silva como observadora e suplente de delegado. Destacou-se em várias intervenções mensagens emocionadas de saudade e carinho ao Prof. Antonio Eduardo, que faleceu no fim de dezembro, mais uma vítima da irresponsabildade e a inoperância do governo Bolsonaro no enfrentamento à pandemia da Covid -19.