APUR

Você sabia que ainda dá para votar no Plebiscito Popular Por um Brasil Mais Justo?

No #TBT desta semana, recordamos quando a Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) instalou urnas nos Centros da UFRB, entre os dias 19 e 21 de agosto, para que a comunidade acadêmica pudesse opinar sobre o fim da jornada 6×1 e pela cobrança proporcional de impostos dos mais ricos. Inicialmente, o Plebiscito se encerraria na Independência do Brasil, em 7 de setembro, mas foi prorrogado até o dia 30 deste mês. Agora, é possível votar pela internet através do link https://plebiscitopopular.votabem.com.br/?id=10232HL5536. Pensando na intensificação das pautas do Plebiscito nesta reta final de votação, os movimentos sociais estão realizando uma grande manifestação digital sobre o Projeto de Lei 1087/2025, que garante isenção de imposto de renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais e desconto para rendas de até R$ 7.350, que poderia beneficiar diretamente R$ 10 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, que ficariam isentos do imposto, e outros/as 5 milhões, que teriam redução na cobrança. A pressão nas redes sociais é essencial para que nossa pauta seja aprovada. Utilize as hashtags #TaxaçãodosSuperRicosJá, #IsençãodoImpostodeRenda e #PlebiscitoPopular2025 ao fim das publicações.  Plebiscito Popular Mais de 70 organizações sociais, incluindo a APUR e o ANDES-SN, movimentos populares, entidades estudantis e da sociedade civil apoiam o Plebiscito Popular Por um Brasil Mais Justo, que reivindica justiça tributária e os direitos dos/das trabalhadores/as brasileiros/as. Em suma, o documento defende a cobrança de mais impostos do grupo de super ricos, redução de escala de trabalho, redução das emendas parlamentares e isenções tributárias para a população mais pobre. Na avaliação das organizações que assinam o Plebiscito, há uma ofensiva dos setores mais privilegiados da sociedade com intuito de obrigar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a realizar cortes orçamentários em áreas sociais, como educação, saúde e previdência. A participação social na votação é de suma importância porque os votos serão contabilizados e encaminhados aos parlamentares para produzirem legislação de acordo com o desejo dos votantes.

Barrar a reforma Administrativa será um grande desafio a servidores e servidoras 

Barrar a reforma Administrativa será um grande desafio a servidores e servidoras e demandará muita mobilização e luta. Essa é a avaliação de Cláudio Mendonça, presidente do ANDES-SN, após atividade na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (3), na qual esteve presente junto com o 1º vice-presidente da Regional Nordeste III, Aroldo Félix de Azevedo. O tema foi debatido em sessão da Comissão Geral, no Plenário da Câmara. Durante a reunião, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), reafirmou a prioridade de aprovar a reforma Administrativa ainda neste semestre. Segundo Motta, o Parlamento busca um entendimento para modernizar a administração pública, para que esteja a serviço da população, com agilidade, eficiência e transparência. A proposta de reforma Administrativa está sendo discutida por um grupo de trabalho (GT) formado por 18 deputados, coordenado pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ). Durante a sessão na Câmara, Pedro Paulo apresentou pontos do relatório que ainda será apresentado pelo GT.  Em sua fala, focou no combate aos “supersalários” e na “modernização” dos serviços públicos através da digitalização e plataformização do trabalho. Ainda de acordo com o parlamentar, outros temas que devem ser abordados incluem avaliação de desempenho, bônus por resultado, revisão de vínculos empregatícios e combate a privilégios. “Quando o deputado Pedro Paulo apresentou pontos da reforma administrativa, nos soou como um reforço daquilo que nós já compreendemos, de que está se construindo um conjunto de ataques ao serviço público. E a tarefa do ANDES-SN, dentro do Fonasefe, é reforçar o entendimento de que a luta contra a reforma Administrativa tem que ter uma centralidade, pois não é somente um ataque ao funcionalismo público, é um ataque a uma concepção de Estado, a uma concepção que permite um serviço público de atendimento universal, ao qual toda a população trabalhadora possa ter acesso”, afirmou o presidente do ANDES-SN. Conforme Mendonça, a reforma Administrativa é um elemento que também vai precarizar as condições de professores e professoras, gerando um processo de instabilidade no trabalho, de descontinuidade no ensino, pesquisa e extensão e, sobretudo, reforçar uma lógica clientelista que, historicamente, os movimentos sociais e sindicais, com muita coragem e muita humildade, enfrentaram ao longo da história do país.  O presidente do ANDES-SN ressaltou ainda a tentativa, tanto do deputado Pedro Paulo quanto de outros apoiadores da reforma, de insistir no argumento dos supersalários, como se isso fosse uma realidade do funcionalismo público. “Aquilo que eles definem como supersalário é algo que não representa nem 0,5% do funcionalismo público. De forma proposital, não informam que boa parte do funcionalismo público, seja na esfera municipal, estadual, distrital ou federal, não ganha nem 5 mil reais”, afirmou. O docente reforçou a necessidade de intensificar urgentemente a mobilização, pois há movimentação, tanto do governo federal quando da Câmara, para avançar na aprovação de uma reforma que pode representar um grande ataque aos serviços utilizados pela classe trabalhadora.  “Não ficou muito explícito para as entidades ali presentes qual vai ser a tática que o Pedro Paulo vai adotar para avançar no projeto de reforma Administrativa. Isso exige de nós, inclusive, essa mobilização e unidade, mas também esse contato mais direto com os parlamentares que são nossos aliados para que possam nos alimentar dessas informações, para que possamos nos preparar para enfrentar à altura esses ataques”, concluiu Mendonça. Análise preliminarO Setor das Instituições Federais de Ensino (Ifes) do ANDES-SN divulgou uma análise preliminar das discussões já publicizadas no âmbito do GT da reforma Administrativa.  Dentre os impactos prováveis apontados no documento estão o desmonte dos regimes estatutários, a vulnerabilização da estabilidade, o achatamento das malhas salariais, a introdução de metas e bonificações com a intensificação do trabalho, retrocessos nas carreiras, que terão consequentes impactos na saúde das servidoras e dos servidores e na qualidade dos serviços prestados à população. Confira aqui a análise. Em reunião nos dias 29 e 30 de agosto, o Setor das Ifes aprovou um calendário de lutas para intensificar a mobilização contra a reforma Administrativa.  Agenda de mobilização08 a 12/09 – Comissão Nacional de Mobilização (CNM) convocada para Brasília10 e 11/09 – Paralisação contra a Reforma Administrativa e pelo cumprimento integral do Acordo nº 10/202411/09 – Audiência Pública na Câmara dos Deputados22 a 27/09 – Jornada Nacional de Lutas contra a Reforma Administrativa (com indicativo de construção de caravanas à Brasília). Fonte: ANDES-SN

Presidente da APUR participa de abertura de I Seminário da REDMULTI e defende mobilização contra Reforma Administrativa

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) marcou presença na abertura do I Seminário da REDMULTI, que engloba Escolas Multisseriadas nos Territórios do Campo, das Águas e das Florestas, na última segunda-feira, 1°. O evento ocorreu em Amargosa e reuniu representantes da educação de todo o Brasil. Após ter fala concedida, o Presidente da APUR, professor David Romão, defendeu uma mobilização dos/das servidores/as públicos contra a Reforma Administrativa. Projetos sobre uma Reforma Administrativa deverão ser discutidos nos próximos dias no Congresso Nacional. O intuito, de acordo com as entidades que defendem a classe trabalhadora, é de sucatear o serviço público brasileiro com o avanço de ideias neoliberais. Conforme o Presidente da APUR, durante a abertura do I Seminário Nacional da REDMULTI, “uma mobilização conjunta entre todas/todos os/as servidores/as públicos e demais presentes” é necessária “para combater a movimentação do Congresso que visa desqualificar o serviço público e atacar os/as trabalhadores/as”, disse. Nos próximos dias, a APUR, em conjunto com as demais entidades sindicais, começará uma mobilização contra a Reforma Administrativa. Precisamos da união de cada servidor/servidora neste momento. Quem tem sindicato nunca está só!

APUR participa de Reunião do Setor das Federais promovida pelo ANDES-SN

A Diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) marcou presença na Reunião de Setor das Federais do ANDES – Sindicato Nacional, neste fim de semana. O evento ocorreu entre os dias 29 e 30 de agosto, no Auditório da FENAJUFE, em Brasília, reunindo seções sindicais de todo o Brasil. Pautas referentes ao cumprimento do acordo de greve, sobre a reforma administrativa e a conjuntura nacional/internacional foram abordadas nas discussões. A representante sindical foi a Vice-presidenta da APUR, professora Talita Honorato, que levou à reunião informes referentes ao Sindquartas; à mobilização para a Marcha das Mulheres Negras (ato ocorrido em Amargosa com coordenação conjunta da APUR); à busca pela garantia de posse dos docentes que foram aprovados pelas cotas; às urnas do Plebiscito que passaram pelos campi da UFRB; ao pesar pela morte do professor Fabricio Dalla Vecchia e às orientações e encaminhamentos dos/das docentes da UFRB sobre os projetos de reforma administrativa. Discussões A abertura da reunião ocorreu na manhã da sexta-feira, 29, com os informes nacionais e específicos de cada seção sindical. À tarde, os/as docentes discutiram a conjuntura política e social do Brasil e do mundo. Em seguida, a situação relativa à implementação da IN SRT/MGI n° 71/2025 (auxílio transporte); o plano de ação do ANDES-SN e seções sindicais e a ação relacionada à aplicação do piso nacional do magistério aos professores EBTT, com presença do corpo jurídico; e a construção de um calendário para Jornada de Lutas pelo integral cumprimento do Acordo de Greve e contra a Reforma Administrativa foram debatidos. Já no sábado, 30, os/as professores/as construíram o calendário para Jornada de Lutas pelo integral cumprimento do acordo de greve e contra os projetos de reforma administrativa que podem ser votados em breve.

CFP recebe SindQuarta no próximo dia 3 de setembro

A Diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) estará presente no Centro de Formação de Professores (CFP), em Amargosa, e realizará uma reunião com os/as docentes, na próxima quarta-feira, 3, na sala 115, às 17h. O evento faz parte do projeto SindQuarta, que tem o objetivo de atualizar a pauta de reivindicações dos/das professores/as, ouvindo demandas nos locais de trabalho. A pauta a ser discutida abordará a reformulação da resolução e progressão, bem como questões laborais do dia a dia. O SindQuarta visitará todos os Centros de Ensino da UFRB nos próximos dias. Na última semana, o CCS, em Santo Antônio de Jesus, foi o primeiro campus a receber o encontro. Já nesta semana, os campi CCAAB/CETEC tiveram a reunião.