APUR

Renova Andes realiza live sobre Reforma Administrativa; saiba como assistir

O Renova Andes convida os/as docentes para participarem da live “A Reforma Administrativa”, que acontecerá na tarde de hoje (30), das 15h às 16h30. O evento será transmitido pelo YouTube e será coordenado pelo prof. Alan Martins (Ufersa) e terá como debatedor Edison Cardoni, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef). O intuito é alertar a categoria sobre os malefícios que podem ser impostos aos/às servidores/as. De acordo com o informe do Renova Andes, toda a categoria está convidada porque enfrentamos “a gravidade da atual conjuntura, com um Congresso conservador e disposto a passar a boiada”. Transmissão ao vivo A transmissão será feita pelos canais do YouTube da ADUFERPE e RENOVA ANDES: https://www.youtube.com/watch?v=UcZo17ZELp4 (ADUFERPE) https://www.youtube.com/watch?v=Ub8dScxAws0 (RENOVA ANDES) Os links acima também podem ser acessados no site www.apur.org.br.

APUR marca presença no 68º CONAD do ANDES-SN

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) esteve presente no 68º CONAD do Andes- Sindicato Nacional, que aconteceu neste final de semana, em Manaus, no estado do Amazonas. O encontro reuniu cerca de 82 seções sindicais de todo o Brasil e mais de 350 participantes, sendo organizado pela ADUA – Seção Sindical da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). A professora Leila Longo foi a delegada representante da APUR. O tema central do 68º CONAD foi “Unificar as lutas anticapitalistas: contra o colapso socioambiental e em defesa da vida e da educação pública”. As discussões sobre o tema começaram na sexta-feira, 11, e se estenderam até o domingo, 13. Durante este período, foram submetidos 57 textos de resolução, com temas diversos, como a análise da conjuntura social e política, a defesa do ensino público de qualidade, a saúde e as condições de trabalho da categoria docente. Principais discussões De acordo com a delegada Leila Longo, o 68º CONAD centrou as discussões na necessidade de recomposição salarial e do orçamento das universidades públicas, com a urgência da luta pelo cumprimento dos acordos de greve firmados ano passado. Além disso, os/as representantes sindicais discutiram sobre a necessidade da revogação do Novo Arcabouço Fiscal, que restringe de forma contundente os investimentos nas universidades públicas; a taxação dos bilionários; a necessidade da defesa do ensino público contra privatizações e contra o ataque do Proifes às ADs filiadas ao ANDES-SN. Outros temas Ainda durante o encontro, relata Leila Longo, outros temas de relevância surgiram durante a socialização, como a importância de atenção quanto à carga horária e regimes de progressão de professores/as com necessidades específicas próprias e/ou de familiares. Tratou-se ainda sobre as campanhas contra assédios de toda natureza, bem como sobre a continuidade das lutas pelos direitos de docentes da comunidade LGBTQIA+. 69º CONAD Garantindo a continuidade das discussões e planejamento de lutas do ANDES-SN, foi escolhida a ADUFMA – sessão sindical da Universidade Federal do Maranhão, em São Luís, no Maranhão, como a sede do 69º CONAD, em 2026. A partir das resoluções deste 68º CONAD, temos muito trabalho a ser feito em defesa dos direitos da categoria docente e da Universidade Pública Federal! Quem tem sindicato nunca está só!

Ancestralidade, travessia e laços identitários unem mulheres negras durante evento da APUR

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou a mesa de debates “Mulheres afrodiaspóricas em conexão com mulheres africanas”, no Centro de Formação de Professores (CFP/UFRB), em Amargosa, na noite desta quarta-feira, 9. O encontro contou com a participação das professoras palestrantes Francys Cerqueira (UESB), Yérsia Souza de Assis (CFP/UFRB) e Maicelma Maia Souza (CFP/UFRB), além da mediação da professora Fernanda Cristina de Souza (CFP/UFRB). O evento faz parte do Julho das Pretas, que homenageia as trajetórias, experiências e lutas de mulheres negras. As professoras convidadas discorreram sobre seus percursos formativos e políticos, abordando o autoconhecimento, a ancestralidade, a raça, o gênero, a África, a identidade, dentre outros aspectos. Mulheres transatlânticas A mesa de debates uniu mulheres transatlânticas, isto é, brasileiras que possuem laços históricos, culturais e identitários firmes com o continente africano. De acordo com a professora Francys Cerqueira (UESB), que abriu a mesa de debates e compartilhou suas vivências em Moçambique, o processo de travessia à África é de autoconhecimento. “Eu quero compartilhar com vocês essa travessia. […] Meu primeiro ponto de contato com a minha essência ancestral. E essa travessia é muito linda. Até então um lugar de martírio para muitos, inclusive gostaria de saudar os que vieram antes de mim, mas um lugar de descoberta para mim”, disse. Ainda conforme a professora Francys, a travessia também une mulheres negras para além da tragédia social. “É o pensar para além da dor, o que nos une, o afeto, por exemplo, em qualquer lugar do mundo. […] Mulheres negras que levam o mundo nas costas. […] Essa foi a maior viagem da minha vida. Conhecer a África, um lugar de potência”, explicou. Ancestralidade Já a professora Yérsia Souza (CFP/UFRB), abordou a travessia sob a ótica do relacionamento direto com a ancestralidade através dos estudos sobre os laços familiares da sua trisavó, que veio sequestrada da África pelos europeus. As falas ressaltam também a necessidade de promoção do conhecimento acadêmico produzido e influenciado por pesquisadores/as negros(as)/africanos(as). Segundo Yérsia, a sua ida à Angola reacende a travessia feita por sua ancestral. No entanto, ao contrário da sua trisavó, que fez a travessia em negação, Yérsia retornou ao continente para afirmar a sua ancestralidade. “Diferente da minha trisavó, eu aportei em Angola como uma estudante de pós-graduação. A dinâmica dessas travessias demonstra as mudanças que ocorreram e as novas possibilidades geradas. É importante postular que o Julho das Pretas é uma agenda política e de lutas.” Tradições A travessia também foi abordada pela professora Maicelma Maia (CFP/UFRB), que esteve em Cabo Verde durante a pós-graduação. Conforme a professora Maicelma, embora o colonialismo europeu ainda persista nas relações pessoais e econômicas no país africano, as tradições e os costumes do povo constituem um território fixo em cada pessoa. “É uma grande satisfação, uma grande alegria, encontrar estas mulheres aqui e nesta mesa. Para falar desse território que está em nós. Chama viva, energia para continuarmos vivas. Enquanto ouvia as histórias anteriores, foram passando diversas memórias em minha mente. O chamado da nossa ancestralidade”, declarou. Aquilombamento A mesa de debates foi realizada pela Diretoria da APUR e teve o intuito de trazer luz às experiências de mulheres negras durante o Julho das Pretas. O intuito, de acordo com a secretária da APUR, professora Maíra Lopes, da mesa é de criar um processo de aquilombamento na seção sindical. “A gente agradece a presença de todos e todas, especialmente da mesa, por ter trazido a partilha de trajetórias que relacionam o Brasil e a África. Não visitei países africanos como as professoras, mas, enquanto mulher transatlântica, as experiências me atravessam, como na capoeira quando os tambores batem muito forte e me aproximo da minha ancestralidade. Quando pensamos nesta mesa, a APUR teve o intuito de fazer do nosso sindicato um quilombo de pessoas negras, de mulheres negras. Este é o segundo encontro que realizamos no nosso sindicato”, concluiu. Abaixo, confira uma seção de fotos da nossa mesa de debates:

APUR discute insatisfações docentes com a PROGEP nesta sexta-feira, 11

A Diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizará uma reunião com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), nesta sexta-feira, 11, em Cruz das Almas. O encontro, que faz parte das deliberações docentes durante a última Assembleia Geral da APUR, discutirá sobre as queixas mais frequentes dos/das professores/as referentes a processos que envolvem a PROGEP. Além disso, a Diretoria da APUR também levará outras pautas de interesses funcionais dos/das servidores/as, como problemas com pagamentos retroativos relacionados a progressões e promoções; insalubridade; reestruturação da carreira docente e auxílio-transporte.

APUR divulga nota sobre problemas com pagamentos retroativos e demais processos com a PROGEP

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) publicou nesta terça-feira, 17, uma nota referente às queixas de professores/as da UFRB sobre processos que tramitam na Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP/UFRB). No documento, que pode ser lido na íntegra abaixo, a Diretoria da APUR diz estar ciente dos problemas e que pediu o agendamento de uma reunião sobre o tema. O comunicado também enfatiza que outras pautas de interesse docente deverão ser discutidas no encontro. A APUR foi procurada nas últimas semanas por professores/as que estão insatisfeitos com processos com a PROGEP, como o não pagamento de retroativos relacionados a progressões e promoções. Além disso, também há questões referentes à insalubridade, reestruturação da carreira docente e auxílio-transporte. Com isso, a Diretoria da APUR enfatiza que a solução passará pela coletividade e que espera uma reunião com a PROGEP logo após o recesso junino. Veja a nota na íntegra: