NOTA PÚBLICA SOBRE OS HOMICÍDIOS EM SÉRIE OCORRIDOS NA CIDADE DE AMARGOSA

NOTA PÚBLICA SOBRE OS HOMICÍDIOS EM SÉRIE OCORRIDOS NA CIDADE DE AMARGOSA A diretoria e o Conselho de Representantes da APUR, reunidos no Centro de Formação de Professores, em Amargosa, deliberaram por externar a preocupação com os homicídios em série ocorridos nessa cidade, seguidos por tentativas de assaltos e seqüestros em pontos diferenciados do município. Desse modo, exigimos das autoridades competentes providências que possam assegurar o direito à vida em sociedade. Outrossim, asseveramos nossa solidariedade à comunidade da Katyara e circunvizinhanças, localidades mais atingidas pela tensão dos últimos dias, por entender que nada pode legitimar o uso indiscriminado da violência por parte do Estado, bem como, a criminalização das comunidades e, assim, rechaçamos qualquer atitude de “limpeza” social. Por fim, cientes de que a violência urbana e a segurança pública são questões complexas no contexto atual, nos colocamos à disposição para contribuir com o debate, por entender que a inclusão da juventude negra das periferias, vítimas em potencial da violência, revela-se um desafio também colocado à UFRB. Amargosa– BA, 29 de maio de 2014 Diretoria e Conselho de Representantes da APUR
REPRESENTANTES DA APUR DISCUTEM MOBILIZAÇÃO NA UFRB E PAUTA LOCAL

Reuniram-se na manhã dessa quarta-feira (28), no Centro de Formação de Professores (CFP), na cidade de Amargosa, a diretoria e o conselho de representantes da APUR. A reunião teve como pontos principais de discussão um balanço da reunião do setor das IFES do ANDES, que ocorreu nos dias 24 e 25 deste mês em Brasília e a mobilização na UFRB. Os professores que foram para Brasília representando a APUR, Antonio Eduardo Oliveira e Tarcísio Cordeiro, passaram aos demais professores um breve balanço da reunião do setor. Como já foi divulgado, o setor aprovou o indicativo de greve para o mês de junho. Agora caberá à base de cada sindicato discutir uma possível data. A APUR, que sempre respeita e acata a decisão de sua base, já levou para o encontro do ANDES o que foi aprovado na última assembleia, um indicativo de greve sem data determinada. A avaliação da direção da APUR é que seja aguardado o indicativo de data para que, democraticamente em assembleia, se discuta a posição dos docentes da UFRB. Após os informes da reunião setorial, os professores passaram a discutir a situação local. Um ponto que vem preocupando a direção e o conselho de representantes da APUR é a postura da presidência do Conselho Acadêmico (CONAC) que suspendeu o início das aulas sem consultar seus conselheiros. Na próxima semana a APUR terá audiência com a reitoria para obter respostas objetivas sobre a pauta local prioritária para 2014, com data ainda a ser confirmada. Ainda sobre a situação local, foi aprovado que na próxima quinta-feira (5) ocorrerão reuniões sindicais em todos os Centros da UFRB. A pauta dessas reuniões será: Informes; Greve Nacional; Negociação da Pauta Local e O que ocorrer. E no próximo dia 10/06 haverá assembleia em Cruz das Almas. No período da tarde os representantes da APUR visitaram a obra do Complexo Esportivo e a Casa do DUCA. Além dos professores já citados, estavam presentes na reunião representando a diretoria os professores David Teixeira e Herbert Martins, e os representantes sindicais do CCS, CAHL, e CFP, respectivamente, os professores Givanildo de Oliveira, Maurício Silva, e a professora Ana Cristina Givigi.
NOTA DOS DOCENTES SOBRE O CALENDÁRIO 2014 NA UFRB

NOTA DOS DOCENTES SOBRE O CALENDÁRIO 2014 NA UFRB Nós, docentes da UFRB reunidos no dia 21 de maio de 2014 em assembleia da categoria nos dirigimos à comunidade para informar que a suspensão do início do calendário acadêmico 2014.1 sem previsão de início, foi uma medida tomada sem consulta ou motivação por parte dos docentes, mas sim uma ação do presidente do CONAC. Ressaltamos que nós, docentes, estamos cumprindo com nossas obrigações cotidianas, e aguardamos o início das aulas na graduação. Preocupados com os problemas que a prorrogação do início do calendário possa causar, nos dirigimos aos conselheiros do CONAC, em especial os coordenadores de curso, para que pressionem pela convocação de uma reunião do CONAC para que os conselheiros possam discutir a melhor decisão a ser tomada para a UFRB. Consideramos que questões que afetam com gravidade o funcionamento da UFRB sejam tomadas após amplas discussões nas reuniões dos conselhos superiores da universidade. Cruz das Almas, 21 de maio de 2014.
DOCENTES DA UFRB APROVAM INDICATIVO DE GREVE EM MAIS UMA GRANDE ASSEMBLEIA

DOCENTES DA UFRB APROVAM INDICATIVO DE GREVE EM MAIS UMA GRANDE ASSEMBLEIA Em assembleia nesta quarta-feira (21), dois anos após o início da greve de 2012, os docentes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) aprovaram o indicativo de greve sem data definida. Com o objetivo de que uma possível greve seja construída nacionalmente, a Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) levará a decisão da assembleia para o encontro do ANDES-SN que ocorrerá em Brasília neste final de semana (24 e 25). Em mais assembleia de grande representatividade, mais de 110 professores, discutiram os diversos motivos que eles têm para retomada da greve de 2012. Logo no início de sua fala, o presidente da APUR, David Teixeira, salientou a necessidade e urgência da reabertura das negociações com o governo federal, aliás, este é um dos motivos que, por si só, já validaria uma retomada da greve, haja vista que o ANDES-SN não assinou o acordo proposto pelo governo em 2012, bem como não participou dos GTs criados à época. David também explicou que a ideia de aprovar um indicativo de greve sem data determinada se justifica pela necessidade de que as ações em torno desse movimento sejam feitas nacionalmente, ou seja, a data para uma possível greve não partirá de uma determinada associação, mas de uma discussão nacional. “A gente precisa construir nacionalmente uma pressão sobre o governo para, no mínimo, conseguirmos a reabertura das negociações. As mobilizações pressionam o governo. Se não avançarmos, o governo não negocia”, defendeu o presidente da APUR. Os docentes da UFRB presentes na assembleia mostraram que sua preocupação maior é com a situação da categoria, que tem enfrentado um verdadeiro descaso não só em âmbito nacional, mas também local. Nesse sentido, o secretário da APUR, Antonio Eduardo Oliveira, lembrou que diversos pontos da pauta local não foram atendidos, o que demonstra a necessidade de mobilizações tanto nacionalmente quanto local. Para Antonio Eduardo, é urgente que se discuta a pauta local. “Nós temos que mostrar que queremos garantir nossa posição. Só teremos resultados se todos os professores se mobilizarem. Temos que ter posições mais ousadas. Mostrar à reitoria e ao governo que estamos insatisfeitos”, afirmou Antonio Eduardo. Nesse mesmo sentido de conclamar a todos os docentes à participação das discussões sobre a universidade, o representante docente do CAHL, professor Jorge Cardoso Filho, pontuou a importância de momentos de debates como o da assembleia de hoje, que contribui para fortalecimento de discursos e posicionamentos: “Um debate político maduro. O posicionamento da nossa universidade vai depender de nossa atitude no dia a dia, para que saia daqui, de fato, um gesto político. O movimento docente não está aqui para brincar”, pontuou Jorge. Além do indicativo de greve, os professores aprovaram a construção de um calendário de mobilização local, a criação do Comando Local de Mobilização, a mobilização pela Estatuinte, a marcação de audiência com o Reitor para solicitar respostas da pauta local, e posteriormente construir uma assembleia específica sobre o tema. No ponto o que ocorrer, foi debatido a questão do calendário das aulas na UFRB e foi aprovado que a APUR se dirigisse aos conselheiros do Conselho Acadêmico (CONAC), em especial os coordenadores de curso, requerendo que construam uma convocação para que seja realizada uma reunião extraordinária para discussão do calendário, que foi suspenso pelo presidente do Conselho sem que os demais conselheiros fossem consultados. Ainda neste ponto foi aprovada a assinatura da carta da CONDSEF-CUT dirigida a presidente Dilma solicitando uma audiência na Presidência da República para o atendimento das reivindicações dos servidores públicos federais!
PRESIDENTE DA APUR CONVOCA TODOS/AS PROFESSORES/AS PARA MAIS UMA IMPORTANTE ASSEMBLEIA

PRESIDENTE DA APUR CONVOCA TODOS/AS PROFESSORES/AS PARA MAIS UMA IMPORTANTE ASSEMBLEIA Prezados/as Professores/as da UFRB, Nesta quarta-feira (21) realizaremos mais uma assembleia da nossa categoria no prédio da Reitoria da UFRB, às 9 horas. Esta assembleia terá uma grande importância, uma vez que estamos num momento delicado dos rumos do movimento docente nacional e na UFRB. Na esfera nacional, os trabalhadores da educação federal organizados na FASUBRA e no SINASEFE estão em greve, e o governo federal até agora não abriu negociação com nenhum setor. No caso do ANDES, o MEC vem realizando reuniões, mas cancelou a próxima que seria no dia 21, agendada a mais de um mês, e resiste em abrir uma negociação efetiva. Diante deste contexto, a APUR precisará se posicionar no dia 24 e 25, em Brasília, sobre a construção de um indicativo de greve para forçar o atendimento das reivindicações da categoria. Na esfera da UFRB, enfrentamos a suspensão do calendário acadêmico, sem previsão de início, e a pressão para que os docentes assumam atribuições dos servidores técnicos em greve. Juntamente a isso, temos pontos da pauta de 2012 ainda não atendidos (conclusão de obras, progressão funcional, caderneta eletrônica etc.), combinados com a pauta prioritária de 2014 já protocolada na reitoria (carga horária mínima de 8 horas em sala de aula, um servidor para cada colegiado,…), mais os problemas cotidianos com processos e direitos docentes que sofrem com a morosidade e o desrespeito da UFRB. Por estas questões, convoco cada um/a dos/as professores/as da UFRB para juntos construirmos a melhor posição política da nossa categoria. Os/As professores/as da UFRB estão conhecidos nacionalmente pelas suas assembleias, a segunda maior e mais representativa do Brasil na penúltima rodada de assembleias. Tenho certeza que faremos mais uma grande assembleia e demonstraremos a força dos docentes da UFRB na luta pela universidade pública. Saudações Sindicais, David Romão Teixeira – Presidente da APUR