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APUR

COMUNICADO AOS/ÀS PROFESSORES/AS SOBRE A greve da educação DO DIA 13 DE agosto

Apesar do recesso acadêmico na UFRB, a direção da APUR informa estar junto à GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO, do dia 13 de agosto, e orienta os/as professores/as a participarem e colaborarem com as atividades do dia. Algumas cidades já confirmaram que terão atividades. Em Amargosa, ocorrerá panfletagem na porta do banco do Brasil, às 9 h; e na porta da fábrica, às 17 h. Os Movimentos Sociais e Sindicais de Santo Antônio De Jesus vão se reunir na praça Renato Machado para uma intervenção, de 10 às 12 h.  Em Salvador, o ato será no Campo Grande, às 9 h. Na cidade de Feira de Santana, a manifestação sairá da Praça de Alimentação, às 8h, seguindo pela Rua da Câmara de Vereadores.  A conjuntura atual, de ataques à educação pública (cortes de verbas) e aos direitos da classe trabalhadora (reforma da previdência), exige que estejamos em alerta constante, por isso a importância de fortalecermos a luta, participando das atividades.  

BOLSONARO DESRESPEITA A ESCOLHA DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA: REAGIREMOS NA CONSTRUÇÃO DE UMA AMPLA UNIDADE DEMOCRÁTICA EM DEFESA DA UFRB

O governo Bolsonaro (PSL) escolheu afrontar a escolha da comunidade da UFRB. De forma irresponsável, optou por favorecer a instabilidade política da instituição ao não nomear a candidata escolhida pela comunidade universitária como reitora da UFRB, o que expressa o perfil antidemocrático e autoritário deste governo, e seu total descompromisso com o bom funcionamento da universidade pública. Esta ação só reforça a nossa posição contra a Lei nº 9.192/1995, que exige uma lista tríplice, um instrumento que desrespeita a posição política da comunidade universitária. O nosso compromisso com a democracia também passa pelo apoio à Professora Georgina, que foi escolhida com grande representação de votos pela comunidade da UFRB. Não podemos abrir mão de uma universidade pública e democrática! Sofremos um ataque, mas não perdemos a batalha. As forças antidemocráticas não terão vez na nossa universidade. Apontamos a urgência de uma ampla unidade que irá fortalecer a democracia na UFRB, e estamos à disposição para agir com o Prof. Fábio Josué, novo reitor, na linha de reagir aos ataques do governo federal contra as universidades públicas, e em defesa da UFRB. Cruz das Almas, 02 de agosto de 2019. Direção da APUR    

APUR ACIONA O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA A NOMEAÇÃO DA NOVA REITORA ATÉ ÀS PRÓXIMAS 48 HORAS

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) entrou com uma ação no Ministério Público Federal nesta quinta-feira (1) denunciando os atos omissivos do presidente da república relativos ao processo de nomeação e posse da nova gestão da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O advogado da APUR, João Gabriel Lopes, explica que o pedido da APUR tem como base os princípios constitucionais da autonomia universitária e da gestão democrática das instituições. “O Presidente da República, ao deixar de efetuar a nomeação dos novos ocupantes dos cargos de reitor e vice-reitor, cometeu uma omissão ilegal e inconstitucional, podendo provocar graves prejuízos à Universidade”, completou o advogado. Ainda segundo o advogado, a ação enviada pede ao Ministério Público Federal que instaure inquérito civil para apurar se houve improbidade administrativa do Presidente, em razão da demora na nomeação e que expeça recomendação para nomeação da primeira colocada da lista no prazo de 48 horas, respeitando-se a escolha da comunidade universitária. O presidente da APUR, David Teixeira, se mostra preocupado com a situação, e colocou que: “Diante da irresponsabilidade do governo Bolsonaro (PSL) com a UFRB, deixando-a dois dias sem reitor nomeado, foi necessário a gente recorrer ao Ministério Público para uma medida. Aguardamos que o mais rápido possível essa situação seja resolvida. A APUR segue atenta , esperando os desdobramentos dessa ação”, concluiu David. Seguem em anexo o pedido e o protocolo. (Clique aqui para visualizar)

UM DIA SEM REITOR (A) NA UFRB NOMEAÇÃO JÁ!

  Nesses 14 anos de existência da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) muitas batalhas foram travadas, mas nem o ânimo mais pessimista poderia prever que a universidade, em algum momento, ficaria sem seu dirigente máximo. De uma forma que jamais desejaríamos, o dia 31 de julho de 2019 entrou para a história como o primeiro dia que a UFRB ficou sem reitor. Oficialmente, o mandato da professora Georgina Gonçalves terminou ontem (30), ainda assim, no Diário Oficial do dia de hoje (31) não saiu nenhuma publicação nomeando o novo reitor, sendo que o processo final da sucessão da reitoria foi enviado ao Ministério da Educação (MEC) ainda no mês de março. Toda essa falta de responsabilidade por parte do governo e de setores da comunidade que não aceitaram o resultado da consulta para a escolha do reitor coloca a administração da UFRB numa situação de confusão. A ausência de um representante máximo, interrompeu, no dia de hoje, tanto as funções administrativas quanto políticas de gestão, o que, certamente, acarreta prejuízos para a universidade, os quais ainda não conseguimos mensurar. Enquanto isso, diante do protelamento da nomeação da reitora eleita, a comunidade fica aflita. Da parte diretoria da APUR, fica a preocupação com o prejuízo desse atraso, considerando o funcionamento regular da universidade, como, por exemplo, o fechamento da folha de pagamento. A direção da APUR está em contato com a assessoria jurídica para acompanhar a situação, caso tenha algum prejuízo para os professores diante desse fato absurdo. A diretoria da associação ainda destaca que é preciso aproveitar esse momento para repensar o cuidado com a instituição, e a responsabilidade da Presidência da República com esse tipo de atitude. Exigimos a nomeação imediata da reitora eleita!