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CAFÉ DA GREVE
Nesta quarta-feira (22/08) os professores em greve da UFRB realizarão mais um ato do movimento paredista. Desta vez, o Comando Local de Greve (CLG) convida os/as grevistas de nossa universidade ao prédio da Reitoria, a partir das 9 horas, para que seja servido o café da greve. O ato denunciará as retaliações adotadas pelo Governo da Presidenta Dilma Rousselff contra os Servidores Federais que fazem uso do direito constitucional de greve. Simbolicamente, questionaremos o cardápio de perversidades do Governo Federal, que inclui, dentre outras agressões, o corte de ponto, a substituição de servidores em greve (Decreto Presidencial 7777/2012), o arrocho salarial dos funcionários públicos, a suspensão unilateral das mesas de negociações, a presença ostensiva de forças do exército brasileiro na esplanada dos ministérios, em Brasília, e a utilização do spray de pimenta contra os servidores grevistas. Na oportunidade, cobraremos uma posição oficial de nossa reitoria sobre o uso dessas medidas coercitivas contra os trabalhadores que lutam por melhores condições de trabalho e salários mais dignos, bem como, exigiremos que o ponto dos servidores e docentes, em greve na UFRB, não seja cortado. Atividade: Café da Greve Data: 22/08/2012 (quarta-feira) Local: no prédio da Reitoria a partir das 9 horas
Maniçoba política cachoeira – 16/09
DOCENTES EM GREVE DA UFRB FAZEM VISITA A IRMANDADE DA BOA MORTE
Docentes em greve da UFRB fazem visita a Irmandade da Boa Morte Num gesto de respeito e solidariedade, os docentes da UFRB visitaram esta quinta, 16, a Irmandade da Boa Morte, que nesse mês comemora a sua tradicional festa. O objetivo era aliar-se às estratégias de resistência das mulheres negras, relembradas na festa e destacar a importância da educação para a comunidade de negros e negras da Bahia. As comemorações que tiveram início na última segunda-feira (13) terminam nessa sexta-feira (17). Entretanto, a Irmandade da Boa Morte representa muito mais que uma festa, ela é a essência onde se reúnem mulheres remanescentes de um processo abolicionista, que vêm prestando um serviço social desde o século XIX. Segundo José Raimundo Santos, do Comando de Greve Local, as atividades de compra da liberdade de pessoas escravizadas e a criação de formas de preservação dos elementos e símbolos da religião africana, sincretizando-os ao catolicismo, mostra a capacidade de resistência das mulheres negras na história do Brasil. O administrador da Casa da Irmandade da Boa Morte, Valmir dos Santos, afirmou que o trabalho sempre foi além do social, foi também humanitário, pois muitas cartas de alforrias foram compradas pelas irmãs da Boa Morte. Valmir ainda colocou que, além desse trabalho de libertar escravos, as mulheres da irmandade buscaram e buscam a liberdade de expressão religiosa, direito ao culto, direito de ter uma religião. Ele enfatiza que “a Boa Morte representa para todos nós o troféu da resistência pela mulher negra, porque a gente tem que lembrar sempre que, em uma época escravocrata, machista, patriarcal, essas mulheres já estavam lá na sociedade, buscando seu empoderamento, impondo suas questões, buscando melhoria para seu povo”, termina. Durante a visita o administrador falou da importância da educação do povo negro. José Raimundo, do CGL, ressaltou que a educação é um campo de aliança com os movimentos sócio culturais da sociedade e destacou a majoritária participação de mulheres docentes no movimento grevista fazendo alusão a capacidade de produção de estratégias de valorização do gênero das professoras e das irmãs da Boa Morte. Fotos:
AÇÕES DA CULTURA E DA LUTA!
AÇÕES DA CULTURA E DA LUTA! Maniçoba Política Após a realização da assembleia (16/08) os docentes puderam apreciar uma deliciosa maniçoba, prato típico da região. A atividade visava promover a confraternização e a política da amizade, que deve ser um dos ingredientes da luta. A maniçoba foi financiada pelo fundo de greve e contribuição dos professores. VENHA TOMAR CAFÉ DA GREVE NA ANTE SALA DA REITORIA! A APUR e o Comando de Greve Local promovem na próxima quarta feira, 22, um café na ante sala da reitoria da UFRB, em Cruz das Almas. O café é uma ação que marca mais uma etapa das negociações locais e visa agregar os professores para uma atividade cultural e de alerta à reitoria com relação à pauta local. O dia 22 estava marcado para finalização das conversas sobre a pauta local, mas o adiamento de algumas reuniões por conta do fechamento do prédio da reitoria e ampliação da discussão em alguns pontos poderá atrasar o final das negociações.