APUR emite nota de apoio a favor do Sintrasem

Todo apoio à luta do Sintrasem. Repúdio aos ataques da prefeitura! Frente a provocação armada contra a greve dos servidores municipais de Florianópolis e se seu sindicato – O SINTRASEM – a Diretoria da APUR subscreve a nota da CUT SC e manifesta todo apoio e solidariedade a luta dos companheiros do SINTRASEM. A Diretoria da APUR vem à público repudiar as acusações feitas pelo prefeito Topázio e pela mídia que tentam ligar o SINTRASEM (@sintrasem) à queima de um caminhão da empresa terceirizada da coleta de lixo no Norte da Ilha. Ao invés de se preocupar em manter um serviço público de qualidade e atender as reinvindicações dos trabalhadores da COMCAP e da Prefeitura de Florianópolis, o prefeito Topázio dedica seu tempo para gravar vídeos para difamar o SINTRASEM na tentativa de enfraquecer a greve legítima dos trabalhadores. O SINTRASEM é um sindicato com mais de 35 anos de história em defesa dos direitos dos trabalhadores e da democracia, que tem o respeito de toda a comunidade de Florianópolis pelo trabalho sério que faz em defender um serviço público de qualidade para a população. As atividades e as deliberações das ações da entidade são públicas, acompanhadas pela imprensa e monitoradas pela Guarda Municipal de Florianópolis. Exigimos que o prefeito Topázio retrate-se pelas falsas acusações feitas ao SINTRASEM e esperamos que os culpados pelo crime sejam identificados e punidos. A APUR se solidariza à direção do SINTRASEM e aos trabalhadores da COMCAP e da PMF pelos ataques que estão sofrendo.
APUR ITINERANTE: diretoria visita centros da UFRB nesta semana

A diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) estará visitando seis centros da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) nesta semana. As visitas fazem parte da APUR Itinerante, que tem o objetivo de descentralizar as discussões das questões relacionadas à categoria docente, e começarão nesta quarta-feira, 20. Discutiremos sobre a pauta local, a Campanha Salarial 2024, a possibilidade de greve na UFRB e a importância da participação na Assembleia Geral. Também faremos panfletagem nas salas de aula e demais locais de trabalhos convocando os/as docentes para se juntarem à ação. A APUR Itinerante passará pelo Centro de Ciências da Saúde (CCS), em Santo Antônio de Jesus, às 8h desta quarta-feira, 20. Em seguida, a diretoria se deslocará aos Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB) e Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC), ambos em Cruz das Almas, às 10h. À tarde, às 15h, será a vez do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), em Santo Amaro.No Centro de Formação de Professores (CFP), em Amargosa, as visitas acontecerão quinta-feira, 21, às 10h, às 14h e às 19h.Já o Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), em Cachoeira/São Félix, receberá a visita nesta sexta-feira, 22, às 10h. Assembleia Geral da APUR A APUR Itinerante convidará os/as docentes para participarem da Assembleia Geral, que ocorrerá na próxima terça-feira, 26, no CETENS, em Feira de Santana. No encontro, discutiremos a Campanha Salarial e a construção da greve do setor de educação, além do formato das assembleias; a recomposição do fundo de greve; a reforma da nova sede da APUR; a apreciação do parecer do Conselho Fiscal das contas de 2019, 2020, 2021, 2022 e o que ocorrer. Campanha Salarial e greve A falta de resposta do governo federal à contraproposta salarial da bancada sindical do ANDES-SN, apresentada em 31 de janeiro, e a não revogação das medidas do governo Bolsonaro que atacam servidoras e servidores compõem a insatisfação dos docentes de todo o Brasil. Por essa razão, o Congresso do ANDES-SN, realizado no último mês, deliberou pela construção da Greve do Setor da Educação como uma possibilidade para pressionar o Executivo em atender as nossas reivindicações. As seções sindicais estão sendo chamadas a se posicionar sobre essa questão. Do governo Temer até o final do governo Bolsonaro não tivemos reajustes salariais e sofremos uma desvalorização de 22,71% devido à inflação. Ainda assim, o governo Lula manteve a proposta de não conceder reajuste salarial neste ano e apenas 9% parcelados em 2025 (4,55) e 2026 (4,5%).É importante a participação dos/as nossos/as filiados/as tanto na APUR Itinerante quanto na Assembleia Geral, a fim de avançarmos na luta e conquistarmos o nosso justo reajuste.
Proposta da APUR sobre pagamento de Funções Comissionadas aos Coordenadores é aprovada no 42° Congresso do ANDES

A Associação de Professores Universitários do Recôncavo (APUR) participou ativamente do 42° Congresso do ANDES, que ocorreu entre os dias 26 de fevereiro a 1° de março, em Fortaleza, no Ceará. O encontro reuniu delegados das seções sindicais de todo o Brasil que compõem o ANDES-SN e teve como intuito formar Grupos de Trabalho (GTs) para discussão dos Textos de Resoluções (TRs) das entidades. Na ocasião, além de contribuir nas discussões, a APUR teve o TR sobre pagamentos de Funções Comissionadas de Coordenação (FCCs) aprovado. A delegação da APUR que viajou para o congresso foi composta dos delegados (as) professora Emannuelle Félix (CFP), Talita Lopes Honorato (CCAAB), Juliano Campos (CETEC), David Romão Teixeira (CCAAB), e como suplente/observadora a professora Renata Correia Gomes (CECULT).A discussão central do 42° Congresso do ANDES foi a reversão das contrarreformas, em defesa da educação, dos serviços públicos, das liberdades democráticas e dos direitos sociais. Para isso, os delegados enviados pelas seções de todo o Brasil organizaram-se em GTs e discutiram os Textos de Resoluções de cada seção ou de sindicalizados. Função Gratificada O TR proposto pela APUR foi aprovado pelo ANDES. O texto trata sobre a solicitação de pagamento das Funções Comissionadas de Coordenação (FCC) dos coordenadores de curso. Agora, o ANDES-SN considera como prioritário o pedido e exigirá do Ministério da Educação a distribuição das FCCs faltantes a todas as instituições federais de ensino superior. Outras pautas O 42° Congresso do ANDES também discutiu outras pautas importantes aos docentes, como um Texto de Resolução sobre a construção da greve devido à proposta de reajuste salarial de 0% apresentado pelo governo federal; o TR sobre a reestruturação da carreira, com o objetivo de alcançar a carreira única; um manifesto de apoio ao povo palestino; a construção da memória da Ditadura Militar brasileira; a construção de um grupo de apoio aos professores negros; e as ausências do ANDES na discussão do Plano Nacional de Educação e no Congresso Nacional de Educação. De acordo com a delegada Emmanuelle Félix, a participação da APUR no 42° Congresso do ANDES evidencia a luta pela democracia e o compromisso com a educação pública de qualidade. “Consideramos muito importante a nossa participação no 42° Congresso do Andes para fortalecer a luta por um sindicato democrático, onde os Textos de Resolução, que representam as seções sindicais e seus contextos educacionais e políticos, foram debatidos e fortalecem a luta por uma educação justa e de qualidade”.
Docentes reafirmam bandeiras históricas e aprovam ações para política educacional do ANDES-SN

Delegados e delegadas reunidos no 42º Congresso do ANDES-SN concluíram os debates e as resoluções sobre as Políticas Educacionais contidas no Plano Geral de Lutas do ANDES-SN na sexta-feira (1º). Além da defesa de um ensino público, gratuito e universal, a categoria reafirmou a continuação da luta por bandeiras históricas do Sindicato Nacional. A plenária do Tema III teve início na quinta-feira (29) com o depoimento de Gabriel Oliveira, filho de Marinalva Oliveira – ex-presidenta do Sindicato Nacional falecida no final de 2023. Ele saudou as e os participantes do 42º Congresso e falou sobre a importância de lembrar a vida da sua mãe, professora, mulher negra, pesquisadora, militante sindical e referência na luta anticapacitista. “Nós estamos seguindo a sua luta”, disse. “Sigo acompanhando a luta do ANDES-SN e vocês, docentes, podem contar comigo”, concluiu o estudante de 18 anos. Após a manifestação, iniciaram os debates e deliberações sobre as ações do Sindicato Nacional para política educacional no próximo período, como as lutas por 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a Educação Pública, já, contra a militarização das escolas, pela revogação do Novo Ensino Médio, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o BNC-Formação e para barrar a ampliação da Educação a Distância. As delegadas e os delegados também debateram novos desafios impostos ao Sindicato, como a intensificação da violência contra educadoras e educadores e a importância de combater essas práticas. A luta contra a militarização da educação pública brasileira será reforçada no próximo período com a exigência de que o Ministério da Educação (MEC), governos estaduais, municipais e distrital se posicionem contrários a esse modelo e desmilitarizem as instituições existentes, entre outras ações relacionadas a esse tema. A plenária também deferiu que o GTPE reafirme o papel da extensão, apresentado no Caderno 2, e aprofunde a discussão sobre o sentido da extensão e o impacto da curricularização da extensão nas instituições e na carreira docente. As e os docentes aprovaram ainda continuar a luta pela revogação da Portaria 2.117/2019, que autoriza as instituições de ensino superior (IES) a ampliar para até 40% a carga horária de educação a distância (EAD) em cursos presenciais de graduação, avaliando suas consequências e mobilizando a base, denunciando a precarização das condições de ensino, reduzindo a categoria e desvalorizam o trabalho docente. O ANDES-SN irá elaborar uma proposta de política para estudantes com deficiência, a fim de servir de base para reivindicações políticas locais e junto ao MEC. A proposta terá que considerar a necessidade de Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica e no Ensino Superior, identificando, elaborando e organizando recursos pedagógicos e de acessibilidade para eliminar as barreiras à plena participação das e dos estudantes, considerando suas necessidades específicas, bem como a defesa de ações afirmativas das IES em relação às e aos estudantes com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento. O Sindicato Nacional defenderá a realização de concurso público para docentes e profissionais na área de Atendimento Especializado; entre outras ações. Discutiram ainda sobre a necessidade de disputa acerca do novo Plano Nacional de Educação (PNE 2024-2034), que será votado neste ano, no Congresso Nacional. Aprovaram que o ANDES-SN, através do GTPE, abra um profundo debate sobre a construção de espaços com a finalidade de acumular para elaboração de um PNE que atenda aos interesses da classe trabalhadora. Reafirmar a defesa da destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB), exclusivamente, para a educação pública estatal, já, no processo de elaboração do PNE, por meio de uma ampla campanha, em conjunto com outras entidades sindicais e sociais que concordem com esta pauta também foi aprovado, assim como que o ANDES-SN, via GTPE, aprofunde o debate sobre o significado do PIB como referência para financiamento da educação pública. Também aprovaram que o ANDES-SN convoque as entidades que construíram o III Encontro Nacional de Educação (ENE), e outras entidades da educação do campo classista, para debater sobre a possibilidade de rearticulação da Coordenação Nacional das Entidades em Defesa da Educação Pública e Gratuita (Conedep) e a possibilidade de construção do IV Encontro Nacional de Educação (ENE). Após amplo debate, foi decidido que o GTPE produza avaliações sobre o Fórum Nacional de Educação (FNE) e o Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE) para orientar a decisão das seções sindicais, no 67º Conad que será realizado em Belo Horizonte (MG), sobre a participação nesses espaços. A luta contra o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), instituído pelo governo de Michel Temer (MDB), e atualizado na gestão Bolsonaro (PL), foi um dos destaques das deliberações. A plenária aprovou que o ANDES-SN lute, tanto no âmbito estadual quanto federal, para garantir a revogação do RRF nos estados que aderiram ao programa, leve a questão para a mesa de negociação com o governo federal, produza materiais que explicitem os efeitos nocivos da medida e que o GT Verbas promova estudos sobre os impactos do RRF na carreira das e dos docentes nas universidades estaduais, entre outras ações. O RRF foi criado sob o pretexto de reequilibrar as finanças com a União. Em contrapartida, medidas de ajuste fiscal que incluem a redução de salários e benefícios, demissões, suspensão de concursos públicos e a impossibilidade de novas contratações são adotadas. Também foi aprovada a atualização do estudo, em conjunto com os Setores das Ifes, Iees/Imes e Ides, das perdas salariais da categoria para subsidiar as campanhas salariais. Avaliação“Aprovamos a continuação e intensificação das lutas contra as contrarreformas mais nocivas na política educacional, como o Novo Ensino Médio, a BNC-Formação, a BNCC, a política de militarização das escolas, o avanço da EAD na Educação Básica e na Educação Superior, atuando em conjunto com as entidades da educação e outros movimentos sociais. E também fazer uma política contra a atuação do setor empresarial na educação”, disse Raquel Dias, 1ª vice-presidenta do ANDES-SN. A diretora do Sindicato Nacional também ressaltou a necessidade de rearticular a Conedep, para avaliar a possibilidade de construção do IV ENE, e que o GTPE faça uma análise crítica do documento da Conferência Nacional de Educação 2024, que
42º Congresso do ANDES-SN: docentes aprovam construção de greve nas Federais

Com as delegações clamando por greve, teve início o bloco que debateu o Plano de Lutas do Setor das Instituições Federais (Ifes), no 42º Congresso do ANDES-SN. As discussões e deliberações começaram na tarde de quarta-feira (28) e serão concluídas na quinta-feira (29). Antes de abrir os debates, Gustavo Seferian, presidente do Sindicato Nacional, apresentou um breve informe da reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) que aconteceu em Brasília (DF), também na tarde de quarta (28). Seferian afirmou que os informes foram “talvez dos mais tenebrosos, mas também dos mais motivadores de toda a nossa raiva e indignação, de que o governo federal segue nos fazendo de palhaços. O zero é o que se mantém. Não há qualquer tipo de avanço diante do que foi a proposta unificada apresentada”. Após mais de duas horas de debates, foi aprovado, pela maioria dos e das participantes, “dar continuidade ao trabalho de unidade de ação com os(as) demais servidores(as) públicos(as) federais, visando fortalecer as Campanhas Salariais de 2024 e 2025, intensificando a mobilização de base, na construção de greve do ANDES-SN e do setor da educação no primeiro semestre de 2024, tendo como horizonte a construção de uma greve unificada no funcionalismo público federal em 2024”. A proposta foi apresentada no Grupo Misto 13. Para Seferian, a votação da plenária pela construção da greve já no primeiro semestre de 2024 é uma resposta direta à recusa do governo em negociar com a categoria e uma sinalização das e dos participantes do 42º do ANDES-SN para as bases de que é necessário intensificar a mobilização. “É importante deixar registrado que essa é uma decisão histórica dentro do nosso sindicato, na medida em que coloca esse senso não só de necessidade, mas de urgência de mobilização da nossa categoria para dar resposta à essa postura vergonhosa do governo federal. Hoje, uma vez mais, seguiu sem dar qualquer tipo de devolutiva satisfatória, tanto às nossas pautas econômicas de recomposição salarial quanto às pautas não-econômicas das mais diversa”, avalia. O presidente do ANDES-SN ressaltou que a notícia veio justamente antes das professoras e dos professores, presentes o 42º Congresso, acumularem o debate em plenário e deliberarem sobre os rumos de construção dessa greve, modulando qual é a sua natureza e também as suas definições temporais. “Essa decisão é importantíssima no sentido de apontar premência da articulação da categoria e quais são as tarefas que devem ser colocadas desde já para que essa articulação possa se dar, com o estabelecimento de uma agenda necessária, de mobilização desde as bases, realização das assembleias e, efetivamente, uma articulação que possa proporcionar a atenção dessa importante resolução”, acrescentou Gustavo. Na quinta-feira (29), as e os participantes darão sequência às deliberações do Plano de Lutas do Setor das Ifes e deverão debater a construção do Fonasefe e reativação da CNESF, a mobilização contra o ponto eletrônico no Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, a continuidade da luta pelo fim da lista tríplice, o “revogaço” das medidas bolsonaristas, bem como do Novo Ensino Médio (NEM), da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da BNC-Formação e da militarização das escolas. A mesa da plenária é coordenada pelo diretor Emerson Duarte (presidente) e pelas diretoras Maria Ceci Misoczky (vice-presidenta), Ana Paula Werri (1ª secretária), Annie Hsiou (2ª secretária). MNNPA primeira rodada da Mesa Nacional de Negociação Permanente de 2024 foi realizada, nesta quarta-feira (28), sem avanços sobre a recomposição salarial de servidoras e servidores federais e demais demandas apresentadas na contraproposta protocolada pela bancada sindical junto ao governo em 31 de janeiro. O documento prevê a recomposição das perdas salariais do período referente ao governo Temer até o final do governo Lula, com pagamentos em 2024, 2025 e 2026. Além disso, as entidades sindicais reivindicam equiparação dos benefícios, sem exclusão das pessoas aposentadas, revogação das medidas que atacam servidoras/es e a assinatura de um termo de compromisso para negociação das perdas salariais do governo Dilma. O governo manteve a proposta apresentada ao final do ano passado, de reajuste de 9%, parcelado em 2024 e 2025, o que não contempla às reivindicações das servidoras e dos servidores federais. Acompanhe a cobertura do 42º Congresso:Participantes do 42º Congresso deliberam sobre lutas nas Estaduais, Municipais e DistritalDocentes relatam experiência de participar pela primeira vez de um Congresso do ANDES-SNPlenária debateu conjuntura e movimento docente no primeiro dia do 42º Congresso42º Congresso do ANDES-SN teve início nesta segunda (26) em Fortaleza (CE) Fonte: ANDES-SN