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APUR recebe lançamento do livro “EDUCAÇÃO FEDERAL: EXPANSÃO, GOLPE E LUTA” nesta sexta-feira, 17

A sede da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) será palco do lançamento do livro “EDUCAÇÃO FEDERAL: EXPANSÃO, GOLPE E LUTA”, do professor Alberto Handfas, nesta sexta-feira, 17, às 10h30. O evento contará com apresentação do autor e debate com as professores Celli Taffarel e Leila Longo. Os exemplares disponíveis poderão ser adquiridos no lançamento, bem como em livrarias ou no site da editora (https://shre.ink/SRcp). O livro que será lançado investiga a evolução do ensino superior brasileiro no contexto das batalhas da ciência e educação pública e das ameaças privatistas. Debate teórica e historicamente os dilemas da universidade no quadro das limitações da formação soberana do Brasil como nação. Contribui à reflexão sobre os rumos recentes das políticas governamentais e das respostas do movimento docente, incluindo a Expansão das Federais e as lutas mais recentes por financiamento, condições de trabalho (salariais, carreira, pesquisa) e de estudo. Onde fica a sede da APUR? A nossa sede fica localizada dentro do território da UFRB, perto dos prédios das Pró-Reitorias, na Rua Rui Barbosa, 710, em Cruz das Almas. No nosso feed do Instagram, há um vídeo de localização em que ensinamos como chegar lá. Assista!

APUR comemora 17 anos nesta segunda-feira, 13

Hoje é dia de festa!🥳 Nesta segunda-feira, 13, a Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) completa 17 anos. A APUR surgiu em 13 de outubro de 2008 e de lá para cá contribuímos significativamente em defesa dos interesses da UFRB. São anos de lutas, sonhos, conquistas, lágrimas e união dos/das professores/as universitários/as da federal do Recôncavo. Somos um coletivo, mas nosso povo é plural. Tivemos a honra de contar ao longo da história do nosso quadro de filiados/as com a ação de diversos/as docentes de todo o Brasil e do exterior também. Estes/as educadores/as foram e são de diferentes credos, etnias, identidades sexuais e classes sociais. Guardamos nossas diferenças, nossas próprias inquietações, mas convergimos no ideal da educação pública e de qualidade. Marcamos o Recôncavo e também fomos marcados por ele. Ser parte da APUR é semear um futuro melhor. É acreditar que o Brasil, de passado escravocrata e presente ainda racista, terá suas desigualdades sociais/econômicas superadas através da educação. A APUR é formada de sonhos e também é construtora de realidades. E sobre a concretização dos nossos sonhos, criamos uma breve linha do tempo para enaltecer nossa trajetória nestes 17 anos. Veja abaixo.

Você sabia que ainda dá para votar no Plebiscito Popular Por um Brasil Mais Justo?

No #TBT desta semana, recordamos quando a Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) instalou urnas nos Centros da UFRB, entre os dias 19 e 21 de agosto, para que a comunidade acadêmica pudesse opinar sobre o fim da jornada 6×1 e pela cobrança proporcional de impostos dos mais ricos. Inicialmente, o Plebiscito se encerraria na Independência do Brasil, em 7 de setembro, mas foi prorrogado até o dia 30 deste mês. Agora, é possível votar pela internet através do link https://plebiscitopopular.votabem.com.br/?id=10232HL5536. Pensando na intensificação das pautas do Plebiscito nesta reta final de votação, os movimentos sociais estão realizando uma grande manifestação digital sobre o Projeto de Lei 1087/2025, que garante isenção de imposto de renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais e desconto para rendas de até R$ 7.350, que poderia beneficiar diretamente R$ 10 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, que ficariam isentos do imposto, e outros/as 5 milhões, que teriam redução na cobrança. A pressão nas redes sociais é essencial para que nossa pauta seja aprovada. Utilize as hashtags #TaxaçãodosSuperRicosJá, #IsençãodoImpostodeRenda e #PlebiscitoPopular2025 ao fim das publicações.  Plebiscito Popular Mais de 70 organizações sociais, incluindo a APUR e o ANDES-SN, movimentos populares, entidades estudantis e da sociedade civil apoiam o Plebiscito Popular Por um Brasil Mais Justo, que reivindica justiça tributária e os direitos dos/das trabalhadores/as brasileiros/as. Em suma, o documento defende a cobrança de mais impostos do grupo de super ricos, redução de escala de trabalho, redução das emendas parlamentares e isenções tributárias para a população mais pobre. Na avaliação das organizações que assinam o Plebiscito, há uma ofensiva dos setores mais privilegiados da sociedade com intuito de obrigar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a realizar cortes orçamentários em áreas sociais, como educação, saúde e previdência. A participação social na votação é de suma importância porque os votos serão contabilizados e encaminhados aos parlamentares para produzirem legislação de acordo com o desejo dos votantes.

APUR amplia pauta local e discute progressões com docentes do CFP durante SindQuarta

A Diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) esteve presente no Centro de Formação de Professores (CFP), em Amargosa, nesta quarta-feira, 10, durante o SindQuarta. O evento discutiu informes da categoria, questões estruturais que impactam o ensino no Centro e as mudanças na resolução de progressão. Este foi o terceiro SindQuarta, que é uma iniciativa para ouvir as demandas docentes, bem como instruí-los sobre questões laborais, em seus locais de atuação. Confira em www.apur.com.br como foram os encontros anteriores. No início da reunião, a Diretoria da APUR informou aos/às docentes sobre a conjuntura política/social que enfrentamos, com foco na educação. Em seguida, foi discutida a necessidade do fortalecimento da APUR através do apoio e da presença dos/das professores/as na unificação da luta. Dois outros informes repassados foram a proposição da Diretoria em constituir uma eleição para a representação docente nos Centros de ensino da UFRB e a participação da APUR na plenária em combate à violência contra as mulheres, na Câmara de Vereadores de Amargosa, no próximo dia 26 de setembro. Estrutura do CFP Durante as discussões, os/as docentes apontaram para a necessidade de melhorias na estrutura do CFP, que impactam na condição do trabalho docente e, por consequência, na qualidade do ensino. As demandas foram consideradas pela Diretoria e serão dialogadas com a gestão local. Progressão docente Assim como nas duas reuniões anteriores, a Diretoria da APUR também explicou aos/às docentes presentes sobre as mudanças na resolução de progressão e que a há um diálogo com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP/UFRB) para tornar a progressão o mais simplificada possível.

Barrar a reforma Administrativa será um grande desafio a servidores e servidoras 

Barrar a reforma Administrativa será um grande desafio a servidores e servidoras e demandará muita mobilização e luta. Essa é a avaliação de Cláudio Mendonça, presidente do ANDES-SN, após atividade na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (3), na qual esteve presente junto com o 1º vice-presidente da Regional Nordeste III, Aroldo Félix de Azevedo. O tema foi debatido em sessão da Comissão Geral, no Plenário da Câmara. Durante a reunião, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), reafirmou a prioridade de aprovar a reforma Administrativa ainda neste semestre. Segundo Motta, o Parlamento busca um entendimento para modernizar a administração pública, para que esteja a serviço da população, com agilidade, eficiência e transparência. A proposta de reforma Administrativa está sendo discutida por um grupo de trabalho (GT) formado por 18 deputados, coordenado pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ). Durante a sessão na Câmara, Pedro Paulo apresentou pontos do relatório que ainda será apresentado pelo GT.  Em sua fala, focou no combate aos “supersalários” e na “modernização” dos serviços públicos através da digitalização e plataformização do trabalho. Ainda de acordo com o parlamentar, outros temas que devem ser abordados incluem avaliação de desempenho, bônus por resultado, revisão de vínculos empregatícios e combate a privilégios. “Quando o deputado Pedro Paulo apresentou pontos da reforma administrativa, nos soou como um reforço daquilo que nós já compreendemos, de que está se construindo um conjunto de ataques ao serviço público. E a tarefa do ANDES-SN, dentro do Fonasefe, é reforçar o entendimento de que a luta contra a reforma Administrativa tem que ter uma centralidade, pois não é somente um ataque ao funcionalismo público, é um ataque a uma concepção de Estado, a uma concepção que permite um serviço público de atendimento universal, ao qual toda a população trabalhadora possa ter acesso”, afirmou o presidente do ANDES-SN. Conforme Mendonça, a reforma Administrativa é um elemento que também vai precarizar as condições de professores e professoras, gerando um processo de instabilidade no trabalho, de descontinuidade no ensino, pesquisa e extensão e, sobretudo, reforçar uma lógica clientelista que, historicamente, os movimentos sociais e sindicais, com muita coragem e muita humildade, enfrentaram ao longo da história do país.  O presidente do ANDES-SN ressaltou ainda a tentativa, tanto do deputado Pedro Paulo quanto de outros apoiadores da reforma, de insistir no argumento dos supersalários, como se isso fosse uma realidade do funcionalismo público. “Aquilo que eles definem como supersalário é algo que não representa nem 0,5% do funcionalismo público. De forma proposital, não informam que boa parte do funcionalismo público, seja na esfera municipal, estadual, distrital ou federal, não ganha nem 5 mil reais”, afirmou. O docente reforçou a necessidade de intensificar urgentemente a mobilização, pois há movimentação, tanto do governo federal quando da Câmara, para avançar na aprovação de uma reforma que pode representar um grande ataque aos serviços utilizados pela classe trabalhadora.  “Não ficou muito explícito para as entidades ali presentes qual vai ser a tática que o Pedro Paulo vai adotar para avançar no projeto de reforma Administrativa. Isso exige de nós, inclusive, essa mobilização e unidade, mas também esse contato mais direto com os parlamentares que são nossos aliados para que possam nos alimentar dessas informações, para que possamos nos preparar para enfrentar à altura esses ataques”, concluiu Mendonça. Análise preliminarO Setor das Instituições Federais de Ensino (Ifes) do ANDES-SN divulgou uma análise preliminar das discussões já publicizadas no âmbito do GT da reforma Administrativa.  Dentre os impactos prováveis apontados no documento estão o desmonte dos regimes estatutários, a vulnerabilização da estabilidade, o achatamento das malhas salariais, a introdução de metas e bonificações com a intensificação do trabalho, retrocessos nas carreiras, que terão consequentes impactos na saúde das servidoras e dos servidores e na qualidade dos serviços prestados à população. Confira aqui a análise. Em reunião nos dias 29 e 30 de agosto, o Setor das Ifes aprovou um calendário de lutas para intensificar a mobilização contra a reforma Administrativa.  Agenda de mobilização08 a 12/09 – Comissão Nacional de Mobilização (CNM) convocada para Brasília10 e 11/09 – Paralisação contra a Reforma Administrativa e pelo cumprimento integral do Acordo nº 10/202411/09 – Audiência Pública na Câmara dos Deputados22 a 27/09 – Jornada Nacional de Lutas contra a Reforma Administrativa (com indicativo de construção de caravanas à Brasília). Fonte: ANDES-SN