APUR NA LUTA CONTRA A PEC 32
As bolsas do PIBID e do Residência Pedagógica estão atrasadas.

As bolsas do PIBID e do Residência Pedagógica estão atrasadas. A culpa é do governo Bolsonaro que corta os recursos da ciência e tecnologia e da educação. As universidades públicas vêm sofrendo para manter as portas abertas. Enquanto isso, Bolsonaro e Gudes transferem recursos públicos para o pagamento de emendas parlamentares, visando comprar votos para aprovar a PEC 32/2020 (Reforma Administrativa). Um verdadeiro absurdo. Desrespeita pesquisadores e abandona os estudantes. Por outro lado, envida esforços para destruir os serviços públicos. É imprescindível ampliarmos as mobilizações para derrotar a PEC 32, conseguirmos a devolução das verbas da ciência e tecnologia e da educação e colocarmos um fim nesse governo. Pagamento imediato das bolsas do PIBID e do RP. Não à PEC 32! Quem votar, não volta!
Filiados/as da APUR ganham mais um ano de plano odontológico gratuito

Há alguns meses, a diretoria da APUR iniciou uma negociação para a renovação do contrato do plano odontológico e, nesse processo, conseguiu conquistar a gratuidade deste plano, no primeiro ano, para todos aqueles que aderirem ao plano de saúde Seguros Unimed. Além disso, conquistou a manutenção da gratuidade do plano odontológico para todos aqueles que já tenham o plano, por mais um ano. A diretoria também já iniciou negociação em relação ao reajuste do último período para o plano de saúde, que deve ser aplicado em dezembro, e vem batalhando para que seja um menor reajuste possível. A direção da APUR entende que tanto a negociação de um menor reajuste quanto a gratuidade do plano odontológico são extremamente importantes, tendo em vista que há muito tempo que a categoria docente está sem reajuste salarial, sem contar os aumentos abusivos dos planos de saúde e descontrole da inflação. Para todos/as aqueles/as que tenham interesse em obter mais informações sobre o plano de saúde conveniado com a APUR, disponibilizamos os contatos das corretoras parceiras. Jane: Tel: (71) 9 9103-9064 E-mail: castrocorretora.seguros@gmail.com Cecília: Tel: (71) 9 8157-1699 E-mail: ceciliabrandao_ssa@yahoo.com.br
Viva a professora! Viva o professor!

Os/as professores/as sempre estão presentes nas principais lutas empreendidas em defesa do nosso país e do nosso povo, e nesta pandemia não foi diferente. Enfrentamos todo esse desastre social humanitário que se desenvolve articulado ao crescimento do negacionismo, do obscurantismo, do recrudescimento a preconceitos de todo tipo, dos ataques à ciência, à universidade pública, aos serviços públicos e aos/às professores/as. Se não bastasse, o governo Bolsonaro envida esforços para aprovar a reforma administrativa (PEC 32) que precariza os serviços públicos e as relações de trabalho dos atuais servidores. Além disso, temos que reagir ao corte de 92% dos recursos destinados a bolsas e apoio à pesquisa que praticamente bloqueia a produção científica brasileira, que já vive uma situação dramática. Como diria Maiakóvski “Não estamos alegres, é certo, mas também por que razão haveríamos de ficar tristes?” Por que razão não comemoraríamos o dia do/a professor/a? Com a ampliação de nossa luta e retomada às ruas, haveremos de superar tudo isso. E para tanto o/a professor/a é necessário/a. Aliás, é fundamental, pois nunca a sociedade precisou tanto do/a professor/a. Como combateremos as fake News, dentre outras coisas, se não com o trabalho diário de nossos/as professores/as? A produção e a socialização de conhecimentos científicos realizadas por professores/as não seriam medidas indispensáveis para conter o obscurantismo e o negacionismo? Seria possível em nosso país avançar na criação de vacinas e de medicamentos para as atuais e futuras doenças, na produção de alimentos de modo sustentável, inovar no campo das engenharias ou encontrar saídas para os diferentes e complexos problemas sociais, ou seja, avançar na produção da ciência e tecnologia, sem os/as professoras/es e os/as pesquisadores/as brasileiros/as? Os/as professores/as da UFRB demonstram isto quando cotidianamente seguem empenhados em defender a nossa universidade, conquista do povo baiano, contra os diversos ataques e as tentativas de interditar a construção de uma universidade de excelência, plural e diversa no interior do nosso estado. É certo que vivemos tempos difíceis. Mas é certo também que nossos/as professores/as são imprescindíveis. Temos muito orgulho por representar todos/as vocês! O dia 15 de outubro é sim um dia muito importante para nós, e nos faz lembrar o quanto é importante nos unirmos e mobilizarmos em defesa dos serviços públicos, da educação superior pública, gratuita e de qualidade, em defesa de UFRB. Parabéns, Professora! Parabéns, Professor! Fora Bolsonaro e seus generais! Quem tem sindicato não está só!
APUR PARTICIPA DE REUNIÃO COM A REITORIA DA UFRB PARA DISCUTIR O RETORNO PRESENCIAL

Nesta quinta-feira (14), a diretoria da APUR, representada pelos professores José Arlen Beltrão, Leila Longo e Heleni Ávila, participou de uma reunião com a reitoria da UFRB, convocada na última sexta-feira (8), para discutir a pauta do retorno presencial. Além da APUR, a representação docente no Consuni também participou da reunião. Dando início à pauta, a reitoria informou que a intenção é não promover alterações no planejamento acadêmico 2021.1, mas convidar as representações para abrir o diálogo sobre o retorno presencial progressivo do calendário acadêmico 2021.2 a partir de abril. A reitoria informou ainda que pretende ampliar a discussão até o final de novembro, para amadurecer a ideia de retomada de atividades presenciais na universidade em maior número. Segundo a reitoria, essa retomada está considerando 3 elementos: infraestrutura e insumos; condições de trabalho e as normativas relativas a esse processo. A reitoria informou que adquiriu EPIs, como protetores faciais e máscaras, tanto cirúrgicas quanto PFF2, ainda que insuficientes para todo o ano de 2022, mas que tem a intenção de adquirir mais e em número maior; além de totens borrifadores e álcool em gel. Por sua vez, a diretoria da APUR pontuou que, embora o cenário da pandemia esteja apresentando melhoras, o processo de transmissão continua e é preciso estar atento para a disseminação do vírus e surgimento de novas linhagens. Dessa forma, para além dessas providências, há a necessidade de um ambiente salutar dentro das salas de aula e laboratórios, que pode demandar manutenção estrutural dos espaços, bem como de uma atenção especial ao número e distanciamento entre os estudantes presentes. A diretoria da APUR ainda se colocou reiterando a posição de que a categoria entende que o ensino presencial é insubstituível e a adesão ao ensino remoto se deu numa emergencialidade. Neste sentido, vem cobrando o combate à pandemia e condições de trabalho para a retomada das atividades presenciais. Tem-se o entendimento de que o teletrabalho faz parte de um conjunto de dispositivos que precarizam as condições de trabalho do professor, reforçada ainda pelo ataque presente na Reforma Administrativa (PEC32), nos cortes recentes na educação pública, e notadamente nos cortes na pesquisa da última semana. A diretoria da APUR pontuou que vem observando com muita preocupação esse contexto, porque, no momento em que mais precisávamos de verbas para a educação, para adequar espaços, oferecer condições necessárias para a retomada presencial, o governo Bolsonaro promove cortes, o que exige de todos uma reação, inclusive em defesa da UFRB. A direção da APUR reiterou a posição da categoria que é a defesa do retorno presencial, desde que as condições sanitárias, estruturais e de saúde estejam garantidas. A diretoria se colocou à disposição para dialogar sobre isso e garantiu sua atuação no sentido de cobrar e acompanhar se essas condições estão sendo oferecidas aos professores e professoras.