Convocação Assembleia

Companheiros e companheiras, Na próxima segunda-feira (16), às 15 horas, teremos uma importante assembleia docente para deliberarmos sobre A GREVE GERAL do dia 18 de agosto, contra a Reforma Administrativa. O governo não tem medido esforços para aprovar mais esse ataque grotesco aos serviços e aos servidores públicos. É necessário reagirmos. Por isso temos que discutir juntos e juntas as ações de combate a essa reforma. Sua presença é fundamental!
ELEIÇÃO PARA REPRESENTANTE DOCENTE NO CONSELHO DIRETOR DO CAHL- HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO DA VOTAÇÃO

Após o período de recursos, a comissão eleitoral homologa o resultado final da apuração realizada no dia 04/08/21. Número de votantes: 39 Número de votos na chapa 01 (Silvio Benevides e Ana Valécia Brissot): 39 Número de votos brancos/nulos: 00 Cachoeira, 09 de agosto de 2021 Comissão Eleitoral: Ivana Tavares Muricy – SIAPE: 1838559 Jorge Luiz Cunha Cardoso Filho – SIAPE: 1891201 Luís Flávio Reis Godinho – SIAPE: 1551145
ELEIÇÃO PARA REPRESENTANTE DOCENTE DO CAHL- HOMOLOGAÇÃO DA
CHAPA INSCRITA

Em atendimento às normas do edital 01/2021 da APUR, a comissão eleitoral informa a inscrição da chapa: Sílvio César Oliveira Benevides (titular) Ana Valécia Araújo Ribeiro Brissot (suplente) Homologação-Chapas-Inscritas-CAHL
NOTA DE PESAR

A direção da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) vem a público manifestar suas condolências e solidariedade aos familiares e amigos da professora Fran Demétrio, docente do Centro de Ciências da Saúde (CCS), que nos deixou na tarde dessa quarta-feira (28). Fran Demétrio fez história na UFRB, sendo a primeira mulher trans docente da instituição. A professora era líder, coordenadora e pesquisadora do Laboratório Humano de Estudos, Pesquisa e Extensão Transdisciplinares em Integralidade e Interseccionalidade do Cuidado em Saúde e Nutrição, Gêneros e Sexualidade da UFRB; e ainda atuou no Núcleo de Gênero, Diversidade Sexual e Educação da PROPAAE e no PET. Fran em sua trajetória em nossa universidade lutou pela construção de uma UFRB capaz de acolher, respeitar e lutar pela diversidade do existir e viver no mundo. A professora Fran teve um papel importante, dentro e fora da universidade, em pesquisas e no ativismo, em especial da área de saúde, pelos direitos das pessoas trans e da população LGBTQIAP+ em geral, sendo integrante da Associação Brasileira de Profissionais pela Saúde Integral de Pessoas Trans, Travestis e Intersexo (ABRASITTI) e o Coletivo de Trans Pra Frente (Salvador-BA).
DOCENTES DO CAHL AVALIAM NÃO SER O MOMENTO DE FLEXIBILIZAÇÃO DAS ATIVIDADES

Em reunião nessa quarta-feira (28), docentes do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) participaram de uma Reunião Sindical para discutir a proposta apresentada pela reitoria da UFRB de flexibilização das atividades no semestre acadêmico 2021.1, saindo de atividades totalmente remotas para híbridas. Com o objetivo de produzir uma posição mais madura do CAHL, que depois será levada à assembleia docente da APUR, a reunião refletiu principalmente sobre as condições concretas que a universidade tem de voltar com algumas atividades presenciais com segurança, sem oferecer riscos a professores e alunos. Pensando nessas condições concretas, as falas chamaram atenção para as diferenças entre os centros de ensino da UFRB. O CAHL, segundo tais falas, já tem estrutura complicada mesmo em tempos normais, o que fica ainda mais complicado no momento da pandemia, em que se tem que obedecer a uma serie de protocolos de biossegurança, que a parte arquitetônica do prédio não ajudaria. Outro ponto bastante discutido foi o trânsito de alunos e professores, a forma como se deslocariam para Cachoeira. Além de não ser possível garantir protocolos nos meios de transportes, muitos estudantes utilizam transportes alternativos; é importante saber como está a taxa de transmissão nos municípios de onde estão vindo esses discentes e docentes. As falas também questionaram quais seriam as atividades excepcionais, que demandariam um retorno presencial, bem como se a UFRB teria condições financeiras para adequar a universidade (todos os seus centros) para um retorno seguro, pois se trata de um momento delicado, sendo necessário apontar o que existe e a capacidade de executar o protocolo de biossegurança. Após uma rica discussão sobre a questão, os/as docentes presentes encaminharam não entenderem que seja o momento adequado para a flexibilização das atividades.