FORA BOLSONARO!NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA!

O próximo sábado (29) será mais um dia de luta e mobilização contra o governo Bolsonaro e todo seu descaso com a saúde, a educação e os serviços públicos. FORA BOLSONARO!NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA!PELA RECOMPOSIÇÃO DO ORÇAMENTO DAS UNIVERSIDADES!VACINA PARA TODOS!
DIA NACIONAL DE LUTA NA UFRB – A EDUCAÇÃO PRECISA RESISTIR Vacina, Pão, Saúde e Educação: Fora Bolsonaro e Mourão – EM DEFESA DA VIDA

whatsApp Convocado pelas centrais sindicais e aprovado pela categoria docente, ontem (19) foi o Dia Nacional de Luta A EDUCAÇÃO PRECISA RESISTIR Vacina, Pão, Saúde e Educação: Fora Bolsonaro e Mourão – EM DEFESA DA VIDA, com atividades espalhadas por todo o país. E não foi diferente na UFRB, onde ocorreram atividades no CAHL e CFP, fixando faixas e colando cartazes; fora que muitos/as docentes também participaram das atividades virtuais no decorrer de todo o dia. Docentes do CFP se reuniram em frente às obras da Casa do Duca, no centro de Amargosa, para um faixaço e colagem de cartazes. Foram colados cartazes e faixas com dizeres “Cancelem a PEC 32/20”, “Vida, pão, vacina e educação”, “Fora Bolsonaro”, “Vacina para todas/os pelo SUS” e “Em defesa da UFRB: contra os cortes orçamentários”. A representante sindical do CFP, a professora Clara Lima, explicou que a atividade foi avaliada como positiva pelos participantes, pois permitiu mobilizar a categoria e externar à sociedade os prejuízos oriundos das medidas adotadas pelo governo Bolsonaro: “medidas contra a vida e contra a educação pública por meio do PL 5595/20 (que força o retorno das atividades presenciais em meio a pandemia do COVID-19) e contra as universidades públicas por meio da PEC 32/20 (Reforma administrativa) e do corte no orçamento implementado na LOA 2021, que inviabiliza que universidades como a UFRB continuem funcionando e cumprindo sua função social. Só na UFRB, os cortes foram de 22,8%, se comparado com o orçamento de 2020, inviabilizando, além dos pagamentos de água, luz e conclusão de obras, a permanência de nossos discentes”, completou a professora Clara. O representante sindical do CAHL, professor Jorge Cardoso Filho, esteve no centro para fixar algumas faixas que chamam a atenção para situação da universidade, e aproveitou a oportunidade para conversar com os servidores terceirizados que estão mantendo as atividades de trabalho, explicando a eles a importância da atividade em defesa da educação. “Contamos com a contribuição deles para fixar as faixas nos espaços do CAHL, e conversamos um pouco sobre as dificuldades da UFRB no contexto de redução do orçamento da universidade, e na importância da gente fortalecer a luta para que a gente possa preservar empregos, rejeitar essas ações que o governo Bolsonaro está impondo à educação”, concluiu o professor Jorge. Mesmo com as restrições geradas pela pandemia, tais atividades foram muito importantes, pois possibilitaram o diálogo com a comunidade universitária sobre a gravidade da situação orçamentária da UFRB, e também denunciar a reforma administrativa que vem tramitando de maneira acelerada no Congresso Nacional. Ainda foi possível travar um diálogo com a população de modo geral sobre essas medidas, destacando as suas consequências para o trabalhador da região.
19 DE MAIO É DIA DE MOBILIZAÇÃO

NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA (PEC 32)NÃO AOS CORTES NOS ORÇAMENTOS DAS UNIVERSIDADES Na próxima quarta-feira (19), estaremos mobilizados em torno das atividades no Dia Nacional de Luta A EDUCAÇÃO PRECISA RESISTIR Vacina, Pão, Saúde e Educação: Fora Bolsonaro e Mourão – EM DEFESA DA VIDA. Em um momento de constantes ataques, as ações serão contra o PL 5595, que torna a educação serviço essencial, pela recomposição dos orçamentos das universidades públicas, contra a Reforma Administrativa (PEC 32) e pela revogação da Portaria do MEC 983/2020. Dentre esses pontos, a Reforma Administrativa é o que já vem exigindo esforços de toda a classe trabalhadora, pois é um ataque direto não só aos servidores públicos, mas, mais do que isso, visa o verdadeiro desmonte dos serviços públicos. Nesse sentido, é preciso construir um movimento político unificado com todos servidores públicos do país para barrar esta reforma. Sendo assim, o Dia de Nacional de Luta, convocado pelo ANDES-SN, Fasubra, Fenet, UNE e SINASEFE e aprovado pelo Setor das IFES e das IEES-IMES, é um importante momento para unirmos forças contra esse e todos os ataques que o governo vem desferindo contra a classe trabalhadora e a educação pública de nosso país. Nesse dia de mobilização, a diretoria da APUR convida a todos/as professores/as a participarem das atividades planejadas pelo ANDES-SN, e indica que durante as atividades acadêmicas sejam abordadas as consequências dessas medidas para o futuro da nossa universidade e dos serviços públicos de modo geral. Segue a programação do ANDES-SN: Manhã 9h – 13h – Live organizada com as entidades da educação (ANDES-SN, FASUBRA, SINASEFE, UNE, FENET, com presença de outras entidades da educação básica, entidades do FONASEFE e parlamentares) com entradas ao vivo dos atos nas universidades.https://www.youtube.com/watch?v=5KPTlEtU11w 11h e 17h – Twittaço nacional em defesa da educação pública Proposta de banco de tuítes: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1Xo6Z7h-0w1WzonBhHb3XyDsg2giPFbXMY_Xrlz3lBOk/edit#gid=0
NOVA DIRETORIA DA APUR TOMA POSSE E JÁ FALA DAS LUTAS QUE VIRÃO

Em assembleia nesta sexta-feira (14), tomou posse a nova diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), eleita no dia 27 de abril, para o biênio 2021-2023. Além da nova diretoria executiva, também tomaram posse os representantes sindicais nos centros. O professor David Teixeira, que deixa a presidência da APUR, agradeceu a grande participação dos/as filiados/as no processo eleitoral, que foi um dos mais participativos, e afirmou que uma nova diretoria no momento atual dará muita força para as lutas que virão. Falou da mistura de saudade e felicidade que era estar passando a direção do sindicato e, por fim, desejou à nova diretoria uma boa disposição na luta, se colocando à disposição para ajudar na transição e nas lutas futuras. O novo presidente da APUR, professor José Arlen Matos, iniciou sua fala reconhecendo o legado construído pelos filiados da APUR até hoje, em especial às diretorias anteriores, e afirmou estar assumindo também um princípio de suma importância, que é o princípio de construção e respeito às decisões tomadas pela base: “ao mesmo tempo, reconhecendo a necessidade de ampliarmos ainda mais a participação no nosso sindicato, porque só assim seremos ainda mais fortes, enfrentaremos as lutas que estão por vir”, completou o professor. O professor José Arlen ainda fez referência à situação complicada que o Brasil vive, quando disse que entende que o momento é dramático para a classe trabalhadora, onde mais de 100 milhões de brasileiros não reúnem as condições mínimas alimentares: “estamos vivenciando um verdadeiro genocídio da nossa população, associado à precarização crescente das condições de trabalho. Não há outra saída para a classe trabalhadora se não lutar por condições melhores de trabalho e melhora de vida. Isso só será possível com a construção da mais ampla unidade. É com esse espírito que a atual diretoria assume esse desafio”, defendeu José Arlen. Assim como o professor José Arlen, a professora Renata Gomes, vice-presidente da APUR, refletiu sobre a situação atual do país, e tem consciência de que a nova diretoria tem muitos desafios pela frente. A professora mostrou preocupação com a pandemia da Covid-19, e, segundo sua opinião, “só existe saída coletiva para essa pandemia. Temos que tentar recuperar a coletividade”. Além dos filiados e filiadas da APUR, a assembleia de posse da nova diretoria contou com a presença de convidados externos: João Gabriel Lopes, assessoria jurídica da APUR; Samuel Almeida, presidente da APLB de Amargosa; Elielson Aquino, representante local da ASSUFBA e Rivânia Moura, presidente do ANDES-SN. A presidente do ANDES-SN também saudou a nova diretoria, colocando que a posse tem um significado importante no contexto atual de muitos ataques e fortes pressões contra os movimentos sindical e social. Rivânia Moura ainda complementou sua descrição das dificuldades enfrentadas pela classe trabalhadora descrevendo o atual governo: “Um governo que tem uma política econômica extremamente regressiva, de extrema direita, reacionário, que põe a baixo várias pautas e conquistas da classe trabalhadora e, além disso, é um governo antidemocrático. Um período que vai exigir muito de nossas lutas, que vai exigir muito de nossas sessões sindicais.”. Um ponto em comum em todas as falas e até mesmo no chat durante a assembleia foi a lembrança ao professor Antonio Eduardo Alves de Oliveira, carinhosamente chamado de Eduardinho, que também fazia parte da diretoria que sai hoje, e faleceu em dezembro do ano passado. Com muito respeito, admiração e saudade, os presentes falaram do legado deixado por ele na luta sindical. A diretoria empossada é composta por: José Arlen Beltrão de Matos (presidente); Renata Correia Lima Ferreira Gomes (vice-presidente); Orahcio Felício de Sousa (secretário); Sérgio Anunciação Rocha (suplente de secretário); Givanildo Bezerra de Oliveira (tesoureiro) Leila de Lourdes Longo (vice de tesoureiro); Djenane Brasil da Conceição (diretora executiva) e Heleni Duarte Dantas de Ávila (suplente da diretora executiva). Já os representantes sindicais nos centros: Jorge Luiz Cunha Cardoso Filho e Ivana Tavares Muricy (CAHL); Talita Lopes Honorato e Robson Bahia Cerqueira (CCAAB); Pedro Amorim de Oliveira Filho e Juliana Neves Barros (CECULT) e Clara Lima de Oliveira e Márcia Luzia Cardoso Neves (CFP).
APUR INGRESSA COM MANDADO DE SEGURANÇA PARA SOLICITAR VACINAÇÃO DOS PROFESSORES NO LOCAL DE RESIDÊNCIA

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) ingressou, nessa quinta-feira (13), com um mandato de segurança com pedido de tutela de urgência contra o Estado da Bahia e o Secretário de Saúde do Estado da Bahia, com o objetivo de garantir a vacinação dos/as professores/as da UFRB em seus locais de residência. O documento ressalta que os profissionais de educação foram incluídos entres os grupos prioritários de vacinação contra a Covid-19 no Estado da Bahia pela Resolução da Comissão Intergestores Bipartite do Estado da Bahia (CIB). Todavia, quando o Estado e Municípios convocam os docentes, têm exigido que isso ocorra na cidade em que o/a docente está lotado/a, e não no município de residência. Agora estamos acompanhando o desfecho na esfera judicial, e qualquer nova informação comunicaremos a todos/as filiados/as. Clique aqui – Mandado de Segurança – Vacina COVID – Docentes – APUR