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APUR

APUR SE UNE A OUTROS SINDICATOS PARA LUTAR CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA

Como atividade do Dia Nacional de Lutas em Defesa do Serviço Público e Contra a Reforma Administrativa, a APUR participou de uma reunião nesta quarta-feira (30) com sindicatos de servidores públicos da região do Recôncavo e do Vale do Jiquiriçá. Entre os participantes da reunião há o consenso de que a reforma administrativa não apenas vai prejudicar os servidores, mas principalmente os serviços públicos já tão precarizados pelo governo. As falas da reunião apontaram que a saída é unificar as forças, porque o momento pede a unidade das entidades, ou então, assim como aconteceu com outras reformas, a administrativa vai acabar sendo aprovada. Para fortalecer a unidades entre os sindicatos e movimentos sociais, os presentes colocaram a necessidade de agregar mais sindicatos, e juntos começar uma campanha de frente ampla em defesa do serviço público e contra a reforma administrativa. Como ações práticas, serão feitas campanhas nas rádios, cards, outdoors, faixas etc, para que a luta tenha maior ressonância. Por fim, ficou decidido que o grupo de sindicato se reunirá uma vez por semana. Além da APUR, participaram da reunião Agente de Endemias de Cruz das Almas; Delegado Sindical da APLB de Amargosa; Direção da Regional Serrana da APLB; Diretoria da Executiva da CUT Bahia; Seção Sindical da Assufba na UFRB; Seção Sindical do SINASEFE – IF Baiano; Sinergia Bahia – Sindicato dos Eletricitários da Bahia.

É AMANHÃ! DIA NACIONAL DE LUTA EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO E CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA

As centrais sindicais lançaram a Campanha Nacional em Defesa das Estatais e do Serviço Público para esta quarta-feira (30). Com atos presenciais e virtuais espalhados em todo o país, a Campanha trará manifestações contra as privatizações e contra a reforma administrativa proposta pelo governo Bolsonaro. O objetivo da campanha é mostrar a toda sociedade que a reforma administrativa não uma ameaça apenas aos servidores públicos, mas também a toda a população, já que, caso a reforma seja aprovada, setores essenciais do serviço público, a exemplos da educação e saúde, serão precarizados. Ao contrário do que o governo e grande mídia estão divulgando, a reforma administrativa não atinge apenas os futuros servidores, o que já seria o suficiente para lutarmos, mas os especialistas técnicos e políticos têm chamado atenção para os terríveis resultados que a reforma pode causar na carreira dos atuais servidores, bem como para toda a população. Por isso a importância de apoiarmos a Campanha Nacional em Defesa das Estatais e do Serviço Público, de dizermos Não à Reforma Administrativa. Essa ação não é apenas em defesa dos nossos direitos enquanto servidores públicos, mas também em defesa de melhores e mais serviços públicos para toda a população brasileira. Sendo assim, a APUR convida a todos/as que estiverem em Salvador para o Ato Organizado pelo Fórum Estadual dos Servidores Públicos, que vai acontecer às 14 horas no Campo Grande. Como atividade do dia, a APUR se reunirá com os demais sindicatos dos servidores públicos do Recôncavo e Vale de Jiquiriçá, às 17 horas, para organizar a luta contra a Reforma Administrativa na região. A APUR ainda orienta que os/as professores/as discutam com os estudantes sobre os efeitos deletérios da Reforma Administrativa de Bolsonaro nos serviços públicos. Para isto, compartilhamos uma síntese para subsidiar os argumentos. SÍNTESE ESPECIAL SUBSÍDIOS PARA DEBATE – REFORMA ADMINISTRATIVA DO GOVERNO BOLSONARO – Clique aqui

CUT e centrais lançam campanha em defesa do serviço público nesta quarta (30)

A CUT e centrais sindicais lançam, nesta quarta-feira (30), a Campanha Nacional em Defesa das Estatais e do Serviço Público, com atos presenciais e virtuais que serão realizados em diversos locais do país. A campanha, que será permanente, visa denunciar à sociedade os prejuízos causados pelo processo de destruição do setor público brasileiro pelo governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL), que pretende privatizar estatais estratégicas para o Brasil, ao mesmo tempo em que ataca servidores e sucateia o serviço público prestado à população. Os brasileiros, em especial os trabalhadores mais pobres já sofrem com a falta de estrutura e de dificuldade de acesso a serviços em setores públicos como a saúde e a seguridade social, com postos, hospitais e agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com equipamentos velhos e sem reposição de servidores que se aposentaram ou morreram ou mudaram de área de atuação. Esses trabalhadores também são penalizados com o aumento de tarifas básicas como a de energia elétrica, o gás, a gasolina e outros serviços que estão sendo vendidos para a iniciativa privada, que visa apenas o lucro. O projeto de governo de Bolsonaro é bem definido, ele quer entregar o patrimônio brasileiro ao setor privado, desmontar o serviço público de tal modo que, daqui a pouco, os brasileiros terão de pagar por tudo, analisa o secretário de Administração e Finanças da CUT, Ariovaldo de Camargo. “É um desmonte total que vem pelas privatizações e pela reforma Administrativa, que na verdade, é uma reforma de Estado”, complementa. De acordo com Ariovaldo, a proposta de Emenda Constitucional da reforma administrativa (EC 32), que Bolsonaro enviou ao Congresso, faz com que os serviços públicos passem para as mãos de Organizações Sociais (OS) e outros instrumentos que estão previstos em Lei que precarizam o trabalho e baixam a qualidade dos serviços prestados ao povo. “O governo quer fazer o uso de atribuições que hoje são do Estado como saúde, educação, segurança e moradia, que são serviços prestados em contrapartida aos impostos pagos pelo cidadão. O governo pretende se desfazer disso e impulsionar empresas para prestar esses serviços”, alerta o dirigente. A presença do Estado é fundamental para garantir os serviços prestados à população em várias áreas, em especial na saúde como ficou comprovado na pandemia do novo coronavírus (Covid-19), quando o Serviço Único de Saúde (SUS) foi e está sendo fundamental para atender as milhares de pessoas que foram contaminadas, diz Ariovaldo. “Se não fosse o SUS, a tragédia da Covid-19 e o número de mortos seriam muito maiores porque foi o serviço público de saúde que garantiu leitos nos hospitais, atendimento e testagem”, diz o dirigente. No campo da educação, Ariovaldo explica defender educação pública de qualidade faz com que qualquer país se desenvolva. “A educação não pode ser um produto, um serviço cobrado”. Pedro Armengol, diretor executivo da CUT e secretário de Finançcas da Confederação Nacional dos Servido0res Públicos Federais (Condsef), diz ainda que a proposta de reforma Administrativa do governo aponta para “a possiblidade real de que todo o serviço público brasileiro seja privatizado, deixando de dar proteção social aos trabalhadores e à sociedade, para atender aos interesses do capital”. No dia 30 estaremos nas ruas e nas redes sociais denunciando o projeto de Bolsonaro e dizendo ‘não’ à proposta que não melhora, em hipótese alguma, os serviços prestados à população – Pedro Armengol Empresas estratégicas em risco A outra frente de ataque ao setor público é o desmonte e a privatização de estatais importantes para a soberania e o desenvolvimento do país. Petrobras, Eletrobrás, Correios e outras empresas, como bancos públicos, estão em uma lista de privatizações de Paulo Guedes, ministro da Economia do governo Bolsonaro. As estatais, em especial as ligadas ao setor energético (Petrobras e Eletrobras) estão na linha de frente da soberania brasileira e são os principais alvos do governo. Na mesma data (30 de setembro), o Supremo Tribunal Federal julgará uma ação que contesta a criação de subsidiárias para vender ativos da Petrobras, ou seja, fatiar a empresa e privatizá-la em partes, sem a necessidade de autorização legislativa. Sobre a intenção de privatizar os bancos públicos, Rita Serrano, do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, afirma que instituições como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, assim como outras, são essenciais no desenvolvimento do país. “Bancos públicos têm papel relevante na oferta de credito à população, financiam a habitação popular, além de projetos para indústria, para os pequenos e médio empresários e para agricultura”, ela diz. Rita ainda afirma que todos esses setores enxergaram a importância desses bancos, nesse período de pandemia. “Todos perceberam claramente a diminuição da participação dos públicos e o que isso representa”, ela diz. Juvândia Moreira, presidenta da Confedereação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT), reforça que as empresas públicas não pensam apenas no lucro e atuam para fortalecer o Brasil e toda sociedade brasileira. “O mesmo ocorre com os bancos públicos que atendem o pequeno agricultor, que financiam a casa própria, que destinam parte do seus lucros para programas sociais, como é o caso das lotéricas cujo lucro vai também para o Fies, para o saneamento”, diz Juvândia. A campanha Nesta quarta-feira (30), será dada a largada para as atividades da campanha, com o Dia Nacional de Luta Em Defesa do Serviço Público. Outras atividades serão realizadas em datas posteriores como sequência da campanha. Confira os locais: Ceará: Fortaleza – a CUT e as centrais CTB, CSP-Conlutas e a Frente Brasil Popular realizam ato às 8h, em frente ao Edifício Central dos Correios, no Centro. Também neste dia, a CUT participa do Ato Nacional dos Motoristas por App, às 15h, com concentração no Aeroporto Internacional Pinto Martins. Distrito Federal: Brasília: ato com concentração às 9h no espaço do Servidor. Maranhão: São Luis – ato público defesa dos serviços públicos e contra a reforma Administrativa de Bolsonaro, às 9h em frente ao Ministério da Economia (Canto da Fabril). Organizadores pedem que manifestantes vistam roupas pretas no dia. Paraná Curitiba – o Fórum das

REUNIÃO DA DIRETORIA DA APUR DISCUTE CENÁRIO ATUAL E FORMAS DE MOBILIZAÇÃO DA CATEGORIA

Nesta segunda-feira (21), a diretoria da APUR se reuniu para discutir alguns pontos importantes para a organização sindical nos próximos dias. A conjuntura atual, com um cenário político difícil, não poderia ficar de fora, já que cada dia o governo avança na retirada dos direitos da classe trabalhadora, o exemplo mais recente é a reforma administrativa. Diante desse cenário, as falas na reunião evidenciaram a necessidade de se pensar nas formas de mobilização da categoria e outros setores no momento atual de pandemia. Há um consenso de que o sindicato precisa preparar a reação, mas, ao mesmo tempo, é necessário pensar numa organização que seja coerente com o momento atual; levando em consideração a multicampia da UFRB e a importância de unir as categorias da universidade. No âmbito local, a reunião pontuou o importante papel da APUR no processo de negociação da pauta docente. As falas recordaram que foi a associação quem pautou os pontos importantes das condições do trabalho docente no teletrabalho, que agora se ampliou com as aulas remotas. Por fim, a direção fechou os últimos detalhes da assembleia desta terça-feira (22), que vai tratar temas importantes como a reforma administrativa e o corte no orçamento da educação.

Assembleia virtual da APUR

Data: 22/09 (próxima terça-feira) Horário: 14 horas Pauta: Informes; Reforma Administrativa e Cortes na UFRB; Pauta Docente UFRB; 9º CONAD Extraordinário e escolha de delegado/a; O que ocorrer. Link: https://cutt.ly/IfFWbrO