NOTA DE PESAR

A direção da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) vem a público manifestar suas condolências e solidariedade aos familiares e amigos, em especial aos dois filhos da companheira Rita Fontoura, que nos deixou no dia de hoje, esposa de nosso saudoso companheiro Antonio Eduardo Oliveira. Rita foi uma guerreira. Já vinha lutando contra um câncer e suas consequências há algum tempo. Nesse período, ainda conseguiu ser uma companheira que esteve cuidadosamente ao lado e do professor Antonio Eduardo quando ele precisou passar por uma cirurgia no coração, e uma mãe dedicada e sábia, preparando seus dois filhos para tempos ruins e bons. Rita também foi uma militante atuante em seu tempo de faculdade, na UFBA, participando ativamente do movimento estudantil de sua época. Rita Fontoura, Presente!
REUNIÃO COM A REITORIA DA UFRB DISCUTE POSSIBILIDADE DE ATIVIDADES HÍBRIDAS NO PRÓXIMO SEMESTRE

Na tarde de ontem (19), a diretoria da APUR participou de uma reunião com a reitoria da UFRB para discutir o formato do semestre acadêmico da graduação 2021.1. A reunião, que foi convocada na última sexta-feira (16), ainda contou com a participação da representação da Assufba e da representação docente e de técnicos no CONSUNI. Na reunião, a reitoria apresentou a proposta de discutir a possibilidade de ofertar atividades híbridas para o próximo semestre, mantendo-o ainda preferencialmente remoto. A reitoria defendeu que tal proposta se justifica pelo fato de estar recebendo inúmeras demandas de vários cursos que já não conseguem mais desenvolver atividades apenas no formato remoto, sobretudo os estágios. A proposta é dar autonomia aos centros, e principalmente aos colegiados, para apresentar as possibilidades de atividades remotas híbridas, ou seja, quais atividades poderiam ser desenvolvidas neste formato, contanto que respeitassem os protocolos de biossegurança da universidade. Seria uma proposição gradual e com contingente menor de estudantes e que, caso em novembro ocorra alguma mudança nos indicativos epidemiológicos de agravamento da crise sanitária, a reitoria se compromete a suspender as atividades híbridas e a manter apenas atividades remotas. A reitoria ainda informou que os membros da comunidade, tanto professores, técnicos e estudantes, que tenham comorbidades terão seus direitos de não participar de atividades presenciais respeitados. Assim que tiver demandas de atividades híbridas, a gestão irá apresentar quais dessas demandas poderão ser atendidas a partir das condições estruturais da universidade. Após ouvir as colocações da reitoria, a diretoria da APUR destacou que a sua posição é que o ensino presencial é insubstituível e que o defende, entretanto, esse ensino presencial precisa ser ofertado com segurança, observando os riscos da pandemia, o que demanda um amplo debate na comunidade e uma avaliação das condições objetivas do semestre 2021.1. A diretoria da APUR já estava planejando fomentar esse debate, por isso vem agendando uma rodada de reuniões sindicais nos centros para, dentre outras coisas, discutir essa questão. Entretanto, entende que, em função da complexidade do tema, será necessário tempo para amadurecer o entendimento em relação às possibilidades de atividades presenciais. Sendo assim, apresentou à reitoria a proposta de que esse ponto de pauta fosse suspenso das próximas reuniões do CONAC e CONSUNI, para que nada fosse deliberado, porque entende que seja necessário um tempo maior para fomentar o debate na universidade. Para justamente ajudar no debate, a diretoria da APUR também solicitou um relatório consolidado sobre as condições estruturais da UFRB para desenvolver atividades na universidade, principalmente pela diversidade em relação às condições nos diferentes centros, em especial porque nesse momento é sabido que a ventilação e a ocupação desses espaços são critérios importantes quando se trata de atividades presenciais. A diretoria da APUR entende que sua tarefa é levantar e organizar as reivindicações da categoria em relação ao retorno de atividades presenciais. Nesse sentido, convoca os professores e as professoras a participar das reuniões sindicais nos centros, que serão realizadas nas próximas semanas para, dentre outras coisas, debater essa questão e construir nossa pauta de reivindicações.
REUNIÃO DA APUR COM ASSESSORIA JURÍDICA DEFINE APRIMORAMENTO NO ATENDIMENTO

A diretoria da APUR se reuniu com a assessoria jurídica do sindicato, representada pelos advogados Laís Pinto e João Gabriel Lopes, para discutir as ações que estão em curso. A assessoria jurídica apresentou também um relatório de acompanhamento das ações individuais dos/as filiados/as. A reunião ainda discutiu formas de aprimoramento do atendimento aos/às filiados/as, já que a assessoria jurídica é um dos serviços essenciais e mais requisitado na associação. Ficou definido o prazo de 48 horas para o retorno sobre consultas jurídicas, salvo em casos especiais; plantões de atendimentos também serão agendados com os advogados para atender às demandas da base. Por fim, discutiu-se a possibilidade de realizar atividades para abordar a reforma administrativa e reuniões com novos/as docentes da UFRB. A Diretoria da APUR reforça seu compromisso em qualificar os serviços prestados aos seus filiados e filiadas, e mobilização em torno de suas pautas.
Plenária docente do CAHL-UFRB

Plenária docente do CAHL-UFRB 20 de julho, às 17:00, via Google Meet (meet.google.com/woy-tdhn-bih) Participação de representantes de movimentos sindicais, sociais e coletivos estudantis da região e do presidente da APUR, prof. José Arlen Beltrão. Pauta: Informes Análise de conjuntura Participação no ato no dia 24 de Julho O que ocorrer
#3J – TODOS/AS NAS RUAS PARA POR FIM AO GOVERNO BOLSONARO

No próximo sábado (3), mais uma vez a classe trabalhadora sairá às ruas contra o governo genocida de Jair Bolsonaro. Um momento importante de luta, levando em consideração que o número de mortes pela Covid-19 já ultrapassou os 500 mil, e a CPI da Covid só tem comprovado o descaso do governo no combate à pandemia. O dia 19 de junho nos mostrou que as manifestações pelo fim imediato do governo Bolsonaro vem crescendo em todo o país, resultado da insatisfação do povo trabalhador com a política genocida do governo. Essas manifestações ainda têm mostrado que o povo não vai sair das ruas enquanto não colocar um fim ao governo Bolsonaro, um governo que ataca os direitos da classe trabalhadora, enquanto promove medidas que sabotam o combate à pandemia, entrega as empresas públicas, tenta destruir os serviços públicos através da Reforma Administrativa, retira dinheiro da saúde e da educação. A dura realidade é que o governo Bolsonaro é tão perigoso quanto o vírus, e não há saída que não seja a luta do povo organizado. Ninguém aguenta mais Bolsonaro e seus generais, o que nos leva a acreditar que o 3 de julho será ainda maior que as outras manifestações, por isso que todos e todas devemos ocupar as ruas para colocar fim nesse genocídio em curso. Sendo assim, a diretoria da APUR convoca os professores e professoras a participarem dos diferentes atos que serão realizados no nosso Estado. Feira de Santana: Concentração em frente à prefeitura, às 09 horas; Cruz das Almas: Concentração em frente à prefeitura, às 09 horas; Amargosa: Concentração na Praça do Cristo, às 8 horas; Salvador: Concentração na praça do Campo Grande, às 14 horas. Lembrando que é importante sim ocupar as ruas, mas também respeitando as orientações sanitárias, especialmente o distanciamento, o uso de máscara (preferencialmente a PFF2 ou N95) e de álcool em gel.