APUR realiza eventos em lembrança aos 60 anos do golpe militar

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou dois eventos em alusão aos 60 anos do golpe militar e os desdobramentos na história do Brasil, nesta segunda-feira, 1°. Os encontros, que ocorreram no CAHL e no CECULT, tiveram o intuito de lembrar o autoritarismo, a repressão, a impunidade e os resquícios da ditadura nos dias de hoje. Ambos os debates tiveram a participação de docentes, discentes e técnico-administrativos da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O primeiro evento ocorreu no auditório Tranquilino Bastos, no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), em Cachoeira, com a presença dos professores Heleni Ávila (CAHL-UFRB), Silvio Benevides (CAHL-UFRB) e Paulo Riela Tranzilo (UEFS), que compuseram uma mesa redonda. Intitulada “60 Anos de Impunidade e de Tutela Militar”, a mesa lembrou das atrocidades cometidas pelo golpe militar, da impunidade obtida com a destruição de arquivos da época, e discutiu políticas e ações de preservação da memória da ditadura, para que esta não seja reescrita e não se repita. O segundo evento ocorreu no auditório Emanuel Araújo, no CECULT, em Santo Amaro, com uma atividade de “descomemoração” dos 60 anos da ditadura empresarial-militar. No encontro, foi exibido o filme Retratos de Identificação, de Anita Leandro, que, a partir de fotos produzidas pela repressão, recupera relatos sobre quatro militantes vitimados pela violência política da ditadura. Em seguida, houve um debate sobre a ditadura e as conexões estabelecidas com o presente a partir das impressões dos estudantes sobre o filme, encabeçado pelos professores Renata Gomes e Luís Henrique Leal, representantes docentes da APUR no CECULT, Regiane Miranda, filiada à APUR, e o servidor técnico Evandro Freitas.
DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO: categoria docente da UFRB decide paralisar atividades no dia 3 de abril

A Assembleia Geral da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) decidiu por aderir ao Dia Nacional de Mobilização e Paralisação convocado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). A paralisação ocorrerá no próximo dia 3 de abril e é uma reação à insistência desrespeitosa do governo federal em propor 0% de recomposição salarial para 2024. O comando local de mobilização divulgará em breve as ações que serão desenvolvidas neste dia. O governo federal reafirmou às entidades sindicais que oferecerá um reajuste de 0% nos salários em 2024 e dois acréscimos de 4,5% em 2025 e 2026, totalizando 9% de recomposição. Há também “penduricalhos” oferecidos nos auxílios, que são insuficientes e não contemplam os servidores aposentados. O Fonasefe encaminhou, na última quarta-feira, 20, um ofício solicitando o adiantamento da próxima rodada da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) para o início de abril, visto que “de acordo com os dados da execução orçamentária, os quais fornecem a confirmação da arrecadação superior na previsão orçamentária do governo brasileiro e sabendo da iminência, neste momento, da definição de como será utilizado esse dinheiro, nós do FONASEFE, como parte interessada, solicitamos a essa Secretaria, que seja convocada, para a primeira quinzena de abril uma reunião extraordinária da Mesa Nacional de Negociação Permanente”.Essa iniciativa tem por objetivo definir o valor desse montante que será destinado a minimizar as perdas salariais dos Servidores (as) Públicos Federais, ainda em 2024. Com isso, o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação será um recado extremamente importante ao governo federal, sendo necessária a permanência dos nossos/as filiados/as em estágio de mobilização, participando das atividades locais que serão divulgadas pela diretoria da APUR e pelo comando de mobilização. Outros pontos da Assembleia A Assembleia Geral da APUR, ocorrida na última terça-feira, 26, no Cetens, em Feira de Santana, também aprovou a reconstituição do Fundo Único de Greve e Mobilização, com o valor de R$51 mil e determinou que mensalmente 6% da arrecadação regular da APUR sejam depositados nesse fundo a partir de abril. Um outro ponto que foi discutido e aprovado foi a ocupação imediata da casa disponibilizada pela reitoria para a nova sede da APUR, que está localizada em Cruz das Almas. O espaço passará por uma reforma com custo de até R$75 mil, e a aquisição de equipamentos ou movelaria com o custo de até R$10 mil. O formato das próximas Assembleias Gerais também sofrerá mudanças que beneficiará a participação dos/as filiados/as. Os centros contarão com uma sala, que transmitirá simultaneamente a assembleia, onde o/a docente poderá participar ativamente, com exceção das assembleias que tenham como ponto de pauta campanha salarial ou greve. Por fim, devido ao avanço do tempo, o ponto sobre a apreciação do Conselho Fiscal das contas de 2019, 2020, 2021 e 2022 da APUR foi remanejado para a próxima Assembleia Geral.
Diretoria da APUR visita CAHL em ação itinerante

A diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) esteve no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), na última sexta-feira, 22. A visita corresponde a ação de itinerância da seção sindical, com intuito de conversar com os/as docentes e convidá-los/as para a Assembleia Geral, que ocorrerá amanhã, no CETENS, em Feira de Santana. Durante a itinerância, a diretoria realizou uma panfletagem que explica a Campanha Salarial deste ano, o reajuste de 0% proposto pelo governo federal e a corrosão de quase 30% dos salários dos/as docentes. Assembleia Geral da APUR Nesta terça-feira, 26, acontecerá a Assembleia Geral da APUR. Nosso encontro será no auditório Paulo Freire, no Centro de Ciências e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS), em Feira de Santana, às 9h. A assembleia discutirá a Campanha Salarial e a construção da greve do setor de educação; o formato das assembleias; a recomposição do fundo de greve; a reforma da nova sede da APUR; a apreciação do parecer do Conselho Fiscal das contas de 2019, 2020, 2021, 2022 e o que ocorrer. A APUR convida a todos para que participem da Assembleia Geral, objetivando a construção dos melhores encaminhamentos para avançarmos na luta pelo justo e adequado reajuste salarial e demais reivindicações.
APUR realiza panfletagem na UFRB em ação itinerante nos Centros

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) visitou os campi de Santo Antônio de Jesus (CCS), Cruz das Almas (CCAAB e CETEC) e Santo Amaro (CECULT) em ação itinerante, nesta quarta-feira, 20. O objetivo das visitas foi de realizar uma panfletagem com os/as docentes e um chamamento para a Assembleia Geral da APUR, que acontecerá na próxima terça-feira, 26, no CETENS, em Feira de Santana. A APUR Itinerante discutiu com a categoria sobre a pauta local, a Campanha Salarial 2024, a possibilidade de greve, dentre outros assuntos, que serão tratados na Assembleia Geral. A próxima itinerância será no CAHL, em Cachoeira/São Félix, nesta sexta-feira, 22, às 10h. Campanha Salarial e greve A falta de resposta do governo federal à contraproposta salarial da bancada sindical do ANDES-SN, apresentada em 31 de janeiro, e a não revogação das medidas do governo Bolsonaro que atacam servidoras e servidores compõem a insatisfação dos docentes de todo o Brasil. Por essa razão, o Congresso do ANDES-SN, realizado no último mês, deliberou pela construção da Greve do Setor da Educação como uma possibilidade para pressionar o Executivo em atender as nossas reivindicações. As seções sindicais estão sendo chamadas a se posicionar sobre essa questão. Do governo Temer até o final do governo Bolsonaro não tivemos reajustes salariais e sofremos uma desvalorização de 22,71% devido à inflação. Ainda assim, o governo Lula manteve a proposta de não conceder reajuste salarial neste ano e apenas 9% parcelados em 2025 (4,55) e 2026 (4,5%). É importante a participação dos/as nossos/as filiados/as tanto na APUR Itinerante quanto na Assembleia Geral, a fim de avançarmos na luta e conquistarmos o nosso justo reajuste.
APUR ITINERANTE: diretoria visita centros da UFRB nesta semana

A diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) estará visitando seis centros da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) nesta semana. As visitas fazem parte da APUR Itinerante, que tem o objetivo de descentralizar as discussões das questões relacionadas à categoria docente, e começarão nesta quarta-feira, 20. Discutiremos sobre a pauta local, a Campanha Salarial 2024, a possibilidade de greve na UFRB e a importância da participação na Assembleia Geral. Também faremos panfletagem nas salas de aula e demais locais de trabalhos convocando os/as docentes para se juntarem à ação. A APUR Itinerante passará pelo Centro de Ciências da Saúde (CCS), em Santo Antônio de Jesus, às 8h desta quarta-feira, 20. Em seguida, a diretoria se deslocará aos Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB) e Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC), ambos em Cruz das Almas, às 10h. À tarde, às 15h, será a vez do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), em Santo Amaro.No Centro de Formação de Professores (CFP), em Amargosa, as visitas acontecerão quinta-feira, 21, às 10h, às 14h e às 19h.Já o Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), em Cachoeira/São Félix, receberá a visita nesta sexta-feira, 22, às 10h. Assembleia Geral da APUR A APUR Itinerante convidará os/as docentes para participarem da Assembleia Geral, que ocorrerá na próxima terça-feira, 26, no CETENS, em Feira de Santana. No encontro, discutiremos a Campanha Salarial e a construção da greve do setor de educação, além do formato das assembleias; a recomposição do fundo de greve; a reforma da nova sede da APUR; a apreciação do parecer do Conselho Fiscal das contas de 2019, 2020, 2021, 2022 e o que ocorrer. Campanha Salarial e greve A falta de resposta do governo federal à contraproposta salarial da bancada sindical do ANDES-SN, apresentada em 31 de janeiro, e a não revogação das medidas do governo Bolsonaro que atacam servidoras e servidores compõem a insatisfação dos docentes de todo o Brasil. Por essa razão, o Congresso do ANDES-SN, realizado no último mês, deliberou pela construção da Greve do Setor da Educação como uma possibilidade para pressionar o Executivo em atender as nossas reivindicações. As seções sindicais estão sendo chamadas a se posicionar sobre essa questão. Do governo Temer até o final do governo Bolsonaro não tivemos reajustes salariais e sofremos uma desvalorização de 22,71% devido à inflação. Ainda assim, o governo Lula manteve a proposta de não conceder reajuste salarial neste ano e apenas 9% parcelados em 2025 (4,55) e 2026 (4,5%).É importante a participação dos/as nossos/as filiados/as tanto na APUR Itinerante quanto na Assembleia Geral, a fim de avançarmos na luta e conquistarmos o nosso justo reajuste.