APUR

NEGOCIAÇÃO DA APUR COM A REITORIA AVANÇA NO SENTIDO DE ATENDER OS INTERESSES DA CATEGORIA DOCENTE

Nesta segunda-feira (31), a direção da APUR, representada pelos professores David Teixeira (CFP), Leila Longo (CCAAB), Renta Gomes (CECULT) e Juliano Campos (CETEC), se reuniu com a administração central da UFRB para finalizar as negociações sobre a pauta docente referente ao teletrabalho. Após ampla discussão e reflexão de todos os pontos da pauta, a avaliação da direção da APUR foi positiva. A administração central ficou de encaminhar por escrito, até a próxima sexta-feira (4), as respostas relacionadas aos itens relativos às condições materiais e a minuta de resolução referente às questões relacionadas aos demais itens, em especial em relação a jornada e os registros do trabalho docente na pandemia. Para o presidente da APUR, professor David Teixeira, a negociação foi exitosa no que se refere à defesa de melhores condições de trabalho neste momento. “Ressalto que isto foi possível principalmente pela organização da escuta aos professores feita nas diversas reuniões que realizamos, isto possibilitou materializar uma proposta que de fato colocou os principais problemas. É importante destacar a atenção de todos da administração central que se empenharam também em atender aos anseios de nossa categoria e pensando no melhor funcionamento da UFRB neste momento atípico”, defendeu o presidente da APUR. Contudo, David Teixeira pondera que algumas lutas ainda continuarão, principalmente as que possuem efeito financeiro, “seguiremos em todas as instâncias possíveis para assegurar que os custos do teletrabalho não fiquem na conta do orçamento dos professores, uma vez que esta responsabilidade é do governo federal”, concluiu David. Assim que a administração central enviar as respostas prometidas, a APUR vai compartilha-las com todos/as professores/as da UFRB.

APUR E ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DA UFRB INICIAM NEGOCIAÇÃO DA PAUTA DOCENTE REFERENTE ÀS CONDIÇÕES DE TELETRABALHO NA UNIVERSIDADE

Hoje (25), a direção da APUR, representada pelo professor David Teixeira, e pelas professoras Renata Gomes, Leila Longo e Djenane Brasil, se reuniu com a administração central da UFRB para discutir a pauta docente que trata das condições de trabalho na UFRB, em especial no formato de teletrabalho. Na oportunidade, foi acrescida a discussão sobre o corte de 18,2% (aproximadamente R$ 8 milhões no custeio e Investimento) no orçamento da UFRB, realizado pelo governo Bolsonaro na PLOA que foi enviado à Câmara de Deputados. O presidente da APUR, professor David Teixeira, considerou que foi feita uma boa discussão, mas que também ficou evidente que será necessária muita luta e trabalho para garantir que a UFRB siga desenvolvendo suas atividades com qualidade: “Principalmente diante do estrangulamento financeiro que o governo Bolsonaro está submetendo a UFRB. É consenso que a superação da atual crise só é possível com mais serviços públicos, temos que combater esta política de sucateamento das IFE e da educação pública. Na próxima sexta, avalio que poderemos avançar em conquistas internas que assegurem as condições básicas para o desenvolvimento de nossas atribuições na UFRB”, afirmou David Teixeira. A reunião, iniciada às 10 horas, se prolongou até às 12:30, sendo interrompida sem a conclusão dos itens. Considerando a urgência e importância da discussão, foi agendada uma nova reunião para a próxima sexta-feira (28), às 10:30, para finalizar as negociações.

REUNIÃO CONJUNTA NO CAHL/ UFRB

Texto enviado pelo Fórum Tripartite do CAHL Na última terça-feira (18), representantes das categorias que compõem a comunidade acadêmica do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da UFRB realizaram uma reunião conjunta para debater a atual conjuntura política e crise econômica. Em pauta também a reimplantação do Fórum Tripartite no CAHL, entendendo a necessidade da união entre as categorias da universidade (docentes, discentes e servidores técnicos). Foi proposta a união entre as três categorias para enfrentar os ataques constantes contra a universidade pública pelo governo Bolsonaro. A mobilização do Fórum não se resume ao interior da universidade, também visa incorporar as reivindicações da própria comunidade do Recôncavo da Bahia. Já na discussão do ensino remoto ficou o questionamento se esta metodologia de ensino EAD não é algo já pensado para Universidades Federais e Escolas Técnicas visando reduzir o orçamento com a educação que vem tendo um corte expressivo de 30% na Educação. Fazendo um balanço do que já vem acontecendo no CAHL, os discentes contam que o diálogo começou entre os estudantes e o professor Antonio Eduardo, que foi o criador do fórum no ano 2015; e os discentes tinham algumas reivindicações e inquietações. Os discentes ainda demonstraram preocupação com a atual situação, devido aos ataques do governo às universidades com objetivo de privatizar o ensino. Com as reuniões do fórum, os estudantes foram percebendo que as inquietações também eram as mesmas dos funcionários, dos moradores e da classe trabalhadora, sendo bastante prejudicada pelo autoritarismo. A reunião contou com representantes da APUR, Assufba e das entidades estudantis, que colocaram como eixo fundamental no próximo período a luta contra o retorno às aulas presenciais, uma vez que existe uma forte propagação da Covid-19, e o retorno às aulas representará amplificar a contaminação. Além disso, foi debatida a questão ambiental do rio Paraguaçu e a necessidade de uma atuação junto com os movimentos sociais. Por fim, foi aprovada uma campanha contra os cortes de verbas na educação e a realização de uma plenária conjunta das categorias da UFRB.

APUR PROTOCOLA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DOS DOCENTES DA UFRB PARA O PERÍODO EXCEPCIONAL DE TELETRABALHO

Nesta quinta-feira (13), a APUR protocolou um ofício com a pauta de reivindicações dos docentes da UFRB para o período de teletrabalho. Levando em consideração que os/as docentes da UFRB foram colocados/as compulsoriamente no formato de teletrabalho desde o dia 18 de março de 2020 e que não existem perspectivas de retorno a atividade presencial ainda este ano, se fez urgente discutir as condições de trabalho docente para esse novo formato de trabalho. A APUR já vinha discutindo o tema com sua base há tempo, tanto nas reuniões sindicais virtuais realizadas com todos os centros quanto na última assembleia docente, realizada dia 27 de julho. O fato é que as preocupações da categoria docente se mostraram completamente plausíveis, já que, na última segunda-feira (10), o Conselho Acadêmico (CONAC) da UFRB aprovou um calendário para a retomada de atividades de ensino de forma remota até dezembro de 2020; o que, sem dúvidas, vai requerer do/a professor/a condições de trabalho diferentes das habituais, do trabalho presencial. Apesar de algumas reivindicações parecerem lógicas diante da mudança no formato de trabalho, infelizmente, não podemos esperar que as condições necessárias para a realização eficaz do trabalho docente neste período de pandemia sejam dadas pelo governo sem um mínimo de pressão, haja vista que o país já alcançou a marca de 100 mil mortos pela COVID-19 sem ações corretas e necessárias do governo Bolsonaro para o enfrentamento da crise econômica e sanitária que vivemos. Além das responsabilidades do governo, também não podemos perder de vista que é responsabilidade da UFRB disponibilizar as condições necessárias para o desenvolvimento e segurança do trabalho, bem como zelar pela saúde laboral dos seus servidores públicos. Diante de tudo isso, a APUR apresentou uma pauta docente que tem por finalidade manter o funcionamento da instituição com o devido zelo e com a integridade dos direitos dos/as docentes. Clique aqui para visualizar o OFÍCIO