DIREÇÃO DA APUR ANTECIPA ASSEMBLEIA DOCENTE PARA O DIA 19/03 E ORGANIZA SEMINÁRIO SOBRE O FUNPRESP NO DIA 24/03.

Na tarde da última sexta-feira (13/03), realizou-se na sede da APUR reunião da diretoria do sindicato, ampliada com a presença de representações sindicais dos centros. Na oportunidade os representantes da categoria discutiram o impasse vivenciado na Comissão Eleitoral, que terá nova reunião hoje, às 17 horas. Em suas falas, os docentes reiteraram a disposição pela construção de uma proposta de consenso com os demais segmentos. Por outro lado, a permanência do impasse, impõe uma tomada de decisão com a maior brevidade possível, conforme avaliação dos presentes. É neste cenário, que a direção da APUR deliberou por antecipar a Assembleia Geral Docente para o dia 19/03 (quinta-feira) em Cruz das Almas, com a seguinte pauta: 1) Informes; 2) Campanha Salarial 2015; 3) Discussão da Greve Unificada; 4) Consulta para Reitoria. Após confirmação do espaço físico, a direção da APUR publicará convocação com o horário e o local para realização da Assembleia. Do mesmo modo, com o objetivo de assegurar o debate prévio, foram mantidas todas as reuniões sindicais nos centros, conforme informações abaixo: CAHL……………………..…..: 16/03 às 17 horas (sala dos professores); CECULT……………………..: 17/03 às 9 horas (sala a definir); CETENS………………………: 17/03 às 14 horas (sala a definir); CFP……………………………..: 17/03 às 17 horas (sala 113); CCAAB e CETEC…………: 18/03 às 10 horas (sala 01 do pavilhão II); CCS……………………………..: 18/03 às 13 horas (sala a definir). Além disto, a direção da APUR organizará um seminário sobre o FUNPRESP, no dia 24/03 (terça-feira), às 10 horas, no auditório da PPGCI, com objetivo de expor os cenários que afetam a previdência do servidor público. Em especial dos novos docentes, ingressantes no Serviço Público Federal, a partir de 1º de fevereiro de 2013, que sofrem os efeitos da Lei 12.618/2012. Neste evento, contar-se-á com a presença da consultoria jurídica da APUR. Os representantes do escritório Alino & Robertos advogados estarão à disposição dos docentes para discutir os aspectos jurídicos desta legislação, bem como a proposição de ações judiciais que possam assegurar os direitos dos novos docentes da UFRB que já estavam vinculados ao serviço público antes de ingressar em nossa instituição. Por fim, os diretores/as sindicais ressaltaram a importância destes eventos para nossa instituição, cabendo lembrar que as atividades organizadas pela APUR são abertas a participação e ao pronunciamento de toda categoria docente, ressalvando-se que estatutariamente, em nossas Assembleias, somente os/as filiados/as, com contribuição regular, tem acesso as credenciais de votação. Estiveram presentes na reunião os professores Antonio Eduardo Oliveira, Albany Mendonça, Gleide Sacramento, Herbert Toledo, Karina Cordeiro, Maurício Silva, Nilton Silva e Tarcísio Cordeiro.
APUR VAI ÀS RUAS DE CRUZ DAS ALMAS EM DIA NACIONAL DE LUTA

APUR VAI ÀS RUAS DE CRUZ DAS ALMAS EM DIA NACIONAL DE LUTA Atendendo ao chamado das principais centrais sindicais do país, inclusive do ANDES, a Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) foi às ruas neste dia Nacional de Luta (13). Juntamente com os demais integrantes do Fórum Sindical e Popular do Recôncavo, os\ as representantes da APUR percorreram o comércio da cidade de Cruz das Almas entregando panfletos que explicam a situação atual do país, em especial chamando atenção para o momento de ataque aos direitos dos\as trabalhadores\as. O presidente da APUR, Antonio Eduardo Oliveira, explicou que a participação do sindicato, além de um momento conjunto dos sindicatos do Fórum, foi uma deliberação do 34º Congresso do ANDES, que decidiu se manifestar contra as medidas provisórias editadas pelo governo: “São medidas que vão de encontro aos interesses dos trabalhadores, e nós, enquanto sindicato, não podemos ficar calados diante de uma situação que nos afeta diretamente a nossa categoria”, “Um outro aspecto é a luta contra a direita golpista que no atual cenário é fundamental” completou o presidente. O representante do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFBA e UFRB (ASSUFBA), Elielson Aquino, foi bastante categórico ao afirmar que as medidas que têm sido implementadas são uma clara tentativa de acabar com direitos importantes dos trabalhadores. “Os cortes que estão sendo feitos, principalmente com relação às universidades, com relação ao ensino, é uma afronta que a ASSUFBA não pode admitir. Por isso estamos aqui hoje. As questões do ensino, da educação e do bem estar do trabalhador são pontos que a ASSUFBA defende prioritariamente”, pontuou Elielson. Ocorrendo em todo o país, o dia Nacional de Luta tem como principais reivindicações a retirada das Medidas Provisórias 664 e 665 e do Projeto de Lei 4330; pela defesa da Petrobrás e pela Reforma Política via Constituinte. Além dessas bandeiras nacionais, o Ato de hoje também foi um momento importante de amadurecimento político local. Segundo Antonio Eduardo, a cidade de Cruz das Almas não tem uma tradição muito clara em participar de movimentos de mobilizações nacionais, mas a APUR e os demais sindicatos decidiram fazer uma atividade pública e demonstrar que o Recôncavo da Bahia também está contrário às tentativas do golpe organizadas pela direita nacional. Refletindo sobre o impacto do Ato em Cruz das Almas, Orlando Silva, representante do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (SINPAF), seção Cruz das Almas, colocou que seu sindicato estava presente no também para defender uma EMBRAPA comprometida com os interesses da sociedade brasileira, e não somente com o agronegócio, mas também com a agricultura familiar e com o comprometimento com todo o processo de desenvolvimento do país. DIA NACIONAL DE LUTA X CONJUNTURA POLÍTICA ATUAL O momento atual vivido pelo Brasil, classificado pelos mais diversos movimentos como um momento de grave crise política, também foi um dos impulsionadores para a realização do dia Nacional de Luta. Como bem lembrou o presidente da APUR, o Ato de hoje foi sim uma forma de se colocar contra a atual política do governo que vem retirando os direitos dos trabalhadores, mas também foi para se posicionar contra as tentativas golpistas da direita brasileira. Para o professor Petry Lordelo, membro do Diálogo e Ação Petista (DAP), o dia Nacional de Luta se configura no sentido de buscar pressionar o governo para que ele atenda as reivindicações dos trabalhadores: “Nós, inclusive enquanto militantes petistas, elegemos um governo em suas primeiras ações fez foi retirar alguns direitos da classe trabalhadora. Então, uma exigência que fazemos é nenhum direito a menos, direito não se reduz, se amplia e se avança”, afirmou categoricamente o professor. O professor ainda deixou claro que mesmo sendo do mesmo partido do governo, o DAP está do lado da classe trabalhadora, e vai continuar tencionando para que todas as reivindicações sejam atendidas. “Seguiremos também tencionando para que governo cumpra o mandado, mas um mandato voltado para sua base aliada mais concreta, a classe trabalhadora. O PT tem se afastado da sua principal base aliada em nome da governabilidade, de alianças com partidos que não representam os interesses da classe trabalhadora”, concluiu Petry Lordelo. Na visão de Gabriel Lima, analista de folha do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e da Madeira (SINTRACOM-BA), o país vive um movimento contrário ao processo democrático que foi instalado nos últimos anos, um momento de retrocesso. Para ele, cabe aos movimentos sindicais lutar contra todo esse processo que tende acabar com a democracia do país. “Nós estamos reunidos aqui justamente para discutir a manutenção do processo democrático do país e, obviamente, a não entrega do Brasil às classes conservadoras que visam destruir o pouco que a classe trabalhadora tem conseguido nos últimos anos”, colocou Gabriel.
COMISSÃO ELEITORAL AINDA NÃO SE DECIDIU SOBRE OS TERMOS DO EDITAL DA CONSULTA PARA REITORIA

Nesta terça-feira (10/03), ocorreu mais uma reunião da comissão eleitoral que organizará a consulta para reitoria da UFRB. Mesmo depois de intenso debate o impasse permaneceu e não houve acordo. Em função disso, foi marcada nova reunião da Comissão Eleitoral para o dia 16/03, às 17 horas. A APUR mantém sua disposição de trabalhar pelo consenso, contudo ressalta que, caso não haja acordo na próxima reunião, convocará assembléia docente específica para novos encaminhamentos. Cruz das Almas, 11 de março 2015 Diretoria da APUR
CONVOCAÇÃO – Reunião conjunta da diretoria da APUR e representantes sindicais Data: 13 de Março (Sexta-Feira) às 13h

CONVOCAÇÃO Reunião conjunta da diretoria da APUR e representantes sindicais Data: 13 de Março (Sexta-Feira) às 13h Local: Sede da APUR Pauta: 1. Informes 2. Impasse na comissão eleitoral nas consultas para reitor 3. Preparação da pauta reuniões sindicais/ assembleia geral 4. O que ocorrer Favor confirmar presença
REUNIÃO DO FÓRUM SIDICAL APROVA DIA DE LUTA EM CRUZ DAS ALMAS

Em reunião nesta terça-feira (10), o Fórum Sindical e Popular do Recôncavo decidiu pela participação no Dia Nacional de Luta, dia 13 de março, próxima sexta-feira. Nesse dia, diversas centrais sindicais irão às ruas pelos direitos da classe trabalhadora, que está diretamente ligado à retirada das Medidas Provisórias 664 e 665 e do Projeto de Lei 4330, que diz respeito à terceirização no serviço público. O Ato também sairá em defesa da Petrobrás, da democracia e pela Reforma Política com Constituinte. O professor William Lordelo, membro do Diálogo e Ação Petista (DAP), explicou que o Fórum Sindical está atendendo ao chamado das principais centrais sindicais do Brasil, sobretudo pelas necessidades da classe trabalhadora, no sentido do atendimento das reivindicações. Segundo o professor, o que a classe trabalhadora tem cobrado do governo federal é o atendimento das medidas do segundo mandato. William Lordelo pontuou que três elementos centrais unificam a classe trabalhadora: a defesa dos direitos, principalmente a retirada das MPs do plano Levy, 664 e 665, que atacam os direitos, como o seguro desemprego; a questão da Petrobrás, sobretudo a necessidade de defender uma Petrobrás 100% pública, o que, em sua visão, significa dialogar diretamente com a discussão sobre os royalties e sobre o investimento para a educação e a saúde pública desse país e, por fim, um dos compromissos da presidente, a Constituinte exclusiva para uma reforma política. “Esse parlamento que aí está colocado não tem as condições de fazer isso, só uma constituinte exclusiva pode fazer uma reforma política que atenda às necessidades da classe trabalhadora”, completou o professor. A reunião contou com a presença de representantes da Associação dos Professores do Recôncavo (APUR), do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFBA e UFRB (ASSUFBA), do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (SINPAF), da Oposição Cutista da APLB, do Levante Popular da Juventude, do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e da Madeira (SINTRACOM) e do Diálogo e Ação Petista (DAP). O Ato em Cruz das Almas está marcado para as 10 horas, com concentração na Praça do Coreto, de onde os manifestantes sairão com um carro de som e panfletos, rodando o comércio da cidade.