Forúm tripartite da UFRB realiza primeira reunião em 2015 e aprova solidariedade a Comunidade Quilombola Vila Guaxinin

Nesta quarta (dia 11 de fevereiro) realizou-se na sede da ASSUFBA , a reunião do Fórum Tripatite da UFRB, que reuni as representações categorias da comunidade acadêmica ( APUR, CCE e ASSUFBA). A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), estava representada pelos professores Antonio Eduardo Oliveira e Alessandra Caiafa. O objetivo da reunião foi organizar a pauta conjunta das três categorias bem como articular uma estratégia de luta comum. Foi discutido a necessidade de uma atuação articulada das três categorias , em especial nas negociações com a reitoria e a administração central da universidade na câmara setorial. Durante a reunião houve um depoimento dos representantes da Comunidade Quilombola Vila Guaxinin, que apresentou graves denúncias sobre a atuação da UFRB, que tem realizado estratégias de ameaça e cercamento à comunidade . Após uma intensa discussão entre presentes foi aprovado por unanimidade um posicionamento de solidariedade à Comunidade Quilombola Vila Guaxinin. Além disso, os representantes das entidades das três categorias irão participar ativamente da luta da Comunidade Quilombola Vila Guaxinin, sendo discutidas varias iniciativas neste sentido.
APUR participa da II Reunião do Fórum Sindical e Popular na sede da ASSUFBA.

No dia 11 de fevereiro aconteceu na sede da ASSUFBA , a segunda reunião Fórum Sindical e Popular do Recôncavo. A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), estava representada pelos professores Antonio Eduardo Oliveira e Herbert Martins, O encontro debateu o cenário político nacional e regional, e quais os próximos passos para construção de movimento político a partir dos sindicatos e dos movimentos sociais e populares. O presidente da APUR, Antonio Eduardo, destacou que o movimento sindical precisa ter uma atuação conjunta. Por sua vez, a representante da ASSUFBA, Aida Maia, chamou atenção para a necessidade de uma ampla discussão a partir das reivindicações das categorias. O professor Hebert Toledo salientou a importância do Fórum Sindical organizar manifestações nas ruas das cidades do Recôncavo. Uma nova reunião foi marcada para o dia 11 de março, às 16 horas.
APUR REALIZA ATENDIMENTO JURÍDICO AOS DOCENTES NOS CENTROS DE ENSINO

Ontem, terça-feira (10), com a presença de Karina Cordeiro (Vice-Presidente da APUR), David Teixeira (Representante Sindical), e Caio Marambaia (Atendente Jurídico) a APUR realizou sessão de atendimento jurídico no Centro de Formação de Professores (CFP), na oportunidade foi feito encaminhamentos de novos processos e discutido dúvidas sobre questões funcionais e previdenciárias. Os atendimentos se concentraram principalmente sobre a regularização do pagamento do Auxílio de Insalubridade e seu pagamento retroativo. Teve em destaque também a situação previdenciária dos novos docentes. Na oportunidade também foi feita a apresentação do sindicato aos novos docentes, a regularização das contribuições sindicais, e a realização de novas filiações na APUR. A APUR realizará o mesmo serviço nos demais Centros, no dia 04/03 acontecerá pela manhã no CAHL (Cachoeira) e a tarde no CETENS (Feira de Santana).
ASSEMBLEIA DA APUR DEFINE CRITERIOS DE PARTICIPAÇÃO NAS ELEIÇÕES PARA REITOR

Nesta terça feira (3) os docentes em assembléia da APUR aprovaram a participação do sindicato na comissão que organizará o processo de sucessão da reitoria como ponto principal e a iniciação da discussão de filiação da entidade à Central Única dos Trabalhadores. A primeira assembléia da nova gestão ainda teve como pontos de pauta a campanha salarial 2015 , a eleição de delegados da categoria para o Congresso do ANDES e o acréscimo do ponto de discussão sobre a implantação de contêineres no Centro de Formação de Professores (CFP). PROCESSO DE SUCESSÃO DA REITORIA DA UFRB Apesar de ser apenas uma consulta, a direção do sindicato, que se debruçou sobre o assunto, entende a importância de a APUR participar da comissão eleitoral. A vice-presidente da associação, Karina Cordeiro, colocou que a participação da APUR é um marco político de resistência por não existir eleição direta para reitoria. A consulta é uma forma de tentar fazer com que prevaleça a vontade da comunidade acadêmica. Além da decisão de participar da comissão, a assembleia também aprovou alguns pontos para constarem no edital da consulta; sendo que esses pontos serão levados para a apreciação das demais categorias que comporão a comissão. A categoria docente sugere que a votação seja feita em dois turnos, caso o candidato mais votado no 1º turno não consiga 50% mais 1 dos votos válidos, uma maneira de assegurar a decisão da maioria, isto caso exista mais de dois candidatos. Foi apresentada uma proposta de calendário que, em resumo, teria do dia 10 a 24 de fevereiro para as inscrições das chapas, 15 de abril a consulta do primeiro turno e, havendo a necessidade, o dia 6 de maio para o segundo turno. A ideia é que o resultado seja entregue ao CONSUNI no dia 9 de maio. Os/as presentes também aprovaram a indicação de que o cálculo dos votos seja feito apenas com os votos nominais, e que se continue com o voto paritário, ou seja, 33,33% para cada categoria. Uma questão que se colocou com muita força na assembleia, e foi aprovada com unanimidade, foi a recomendação de que os candidatos apresentem um plano de gestão no ato da inscrição. A direção da APUR, no entanto, deixou claro que a participação desta na comissão não implicará em seu papel de debater e cobrar dos candidatos. A professora Ana Cristina Givigi, diretora executiva da associação, defendeu que a APUR precisa problematizar o processo, deixar claro que o sindicato defende a eleição direta para reitor. Para David Teixeira, representante sindical do CFP, o que dá legitimidade política ao processo de consulta é ele ser organizado pelas categorias, mas que é necessário se posicionar politicamente: “Participamos porque queremos apresentar nossa posição, mas precisamos lutar pela eleição direta para reitoria”, afirmou o professor. Assim como esses professores, o presidente da APUR, Antonio Eduardo Oliveira, esclareceu que a associação deve continuar com seu papel de defensora dos interesses dos docentes. Nesse sentido, a APUR convidará os candidatos para um debate, e apresentará a pauta docente, questionando o comprometimento com tal pauta. FILIAÇÃO A CENTRAL SINDICAL È acordo entre os docentes que se deve ampliar o debate sobre a filiação a Central Única dos Trabalhadores como forma de maior inserção engajada às questões de luta dos trabalhadores do país e como forma de sair de possíveis isolamentos. Para melhor qualificar o debate sobre a filiação a CUT, ficou acordado que a APUR organizará uma atividade para debater o assunto com a categoria, e depois será realizada uma assembleia para decidir a filiação. De igual modo, o tema da campanha salarial ficou para ser melhor discutida em outra assembleia, onde este será o primeiro ponto de pauta, pois só depois do congresso do ANDES será possível fazer um debate mais aprofundado. OUTRAS DISCUSSÕES A discussão sobre a forma de implantação de containers destinados a laboratórios (segundo informes da SIPEF) no campi de Amargosa tornou-se ponto de pauta e transformou-se em preocupação dos docentes. Os professores discutiram a violação de tramites regimentais para implementação, o caráter político educativo e as possíveis questões das condições de trabalho dos docentes. São 23 volumosas caixas de metal que tomaram o espaço do estacionamento, sem nenhuma discussão prévia no Conselho de Centro. A assembléia deliberou por publicar uma nota pública veiculando os questionamentos apresentados pelos professores em assembléia. Além desses pontos, a assembleia também discutiu a escolha de delegados para o Congresso do ANDES, Quanto à participação no congresso, Antonio Eduardo explicou que é importante participar do evento porque a APUR faz parte de uma categoria nacional, e também porque a ida permite trazer discussões mais qualificadas para a base. Foram aprovados os nomes dos professores Antonio Eduardo Oliveira, como direção da APUR e de David Teixeira e Tarcísio Cordeiro da base.
REUNIÃO DO FÓRUM SINDICAL E POPULAR DO RECÔNCAVO DISCUTE MEDIDAS PROVISÓRIAS

Nessa quarta-feira (28), a Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), representada pelos professores Antonio Eduardo Oliveira e Herbert Martins, participou da reunião do Fórum Sindical e Popular do Recôncavo. O encontro foi uma aceitação ao chamado para o Dia Nacional da Luta contra as Medidas Provisórias 664 e 665. O presidente da APUR, Antonio Eduardo, começou a reunião relembrando a importância sindical do fórum, bem como a necessidade de retomar as iniciativas conjuntas dos sindicatos e setores populares, pois, em sua visão, o trabalho conjunto só vem fortalecer a todos. O presidente da APUR também defendeu que o debate sobre os direitos dos trabalhadores tem que ser feito não só com a classe trabalhadora, mas também com toda a sociedade. A representante da ASSUFBA, Aida Maia, também louvou a iniciativa de se ter um espaço de discussão e união entre as categorias. Ela entende que a universidade está vivendo uma nova era, pois antes da APUR a UFRB não tinha essa discussão entre os sindicatos e com os discentes. “Não podemos perder esse avanço. Precisamos construir essa união aqui dentro da UFRB, mas também lá fora, com outros sindicatos”, completou. O professor William Lordelo, da Oposição Cutista da APLB, afirmou que o fórum sindical é um chamado para aqueles que são trabalhadores, ainda mais nesse momento de luta contra as medidas provisórias. Para ele, os sindicatos e categorias precisam lutar pela retirada dessas medidas. Quanto à participação dos sindicatos, o professor bem lembrou que acima da luta sindical, está a luta da classe trabalhadora, o que por si só já é motivo de união. Membro da executiva do PT em Cruz das Almas e Oposição Cutista da APLB, o professor Petry Lordelo frisou a importância simbólica do encontro no Dia Nacional de Luta, e que a ideia é ampliar esses encontros e os debates. O professor pontuou que as contradições do governo colocam a necessidade da classe trabalhadora se organizar, nesse momento, mais especificamente, contra as MPs 664 e 665. “Só a classe trabalhadora organizada em suas instâncias para lutar por esses direitos. Enquanto espaço organizado, temos que estar mobilizados”, conclamou o professor. Ao fim das discussões, ficaram acertadas a reorganização do Fórum Sindical e Popular do Recôncavo (outros sindicatos serão convidados a participar da luta) e a mobilização contra as MPs 664 e 665, que retiram direitos previdenciários e trabalhistas dos\as trabalhadores\as brasileiros\as. Os presentes também fizeram uma crítica aos cortes orçamentários que afetam as universidades estaduais baianas. A reunião contou com as presenças da APUR (professores Antonio Eduardo e Herbert Martins), da ASSUFBA (Aida Maia e Elielson Aquino), do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais Cruzalmense (Leonardo Peterle e Nadson Lopes) e da Oposição Cutista da APLB (William Lordelo e Petry Lordelo). Uma nova reunião foi marcada para o dia 11 de fevereiro, às 17 horas.