APUR PARTICIPA DE REUNIÃO DA CÂMARA INTERSETORIAL

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), representada pelo presidente Antonio Eduardo Oliveira, participou, nessa quarta-feira (28), da 11ª reunião ordinária da Câmara Intersetorial de Negociação Permanente; que teve como pauta a discussão sobre a criação do Restaurante Universitário (RU) da UFRB. Os membros da Câmara explicaram que foram feitas visitas a RU’s de outras universidades, logo depois fizeram um relatório dessas visitas e, por fim, uma proposta para UFRB. Todavia, segundo consta, a Superintendência de Implantação e Planejamento do Espaço Físico (SIPEF) teria lançado outra proposta à reitoria, sendo esta a aceita. Uma situação que não foi bem vista pela Câmara Intersetorial, já que, além de seu trabalho, de certa forma, ter sido ignorado, até o momento não foram apresentados à nova proposta. Na verdade, sequer foram informados formalmente do novo projeto. Diante da situação, ficou decidido que a Câmara fará o resgate da proposta fruto das visitas a outros Restaurantes Universitários, e também tentará ter acesso à proposta da SIPEF para averiguar se ela está de acordo às discussões de seus membros. A próxima reunião será no dia 11 de fevereiro, às 15 horas. A Câmara Intersetorial de Negociação Permanente é formada pelas três categorias que compõem a universidade (docentes, discentes e servidores técnicos) e por representantes da administração central.
PLANEJAMENTO CONJUNTO DA DIRETORIA DA APUR E DAS REPRESENTAÇÕES DOCENTES É REALIZADO NO CAMPUS DE AMARGOSA

O planejamento da nova diretoria da APUR aconteceu no Centro de Formação de Professores, em Amargosa, e foi realizado durante o último sábado (24/01). Na oportunidade, membros eleitos da diretoria, das representações sindicais e das representações docentes nos conselhos superiores da UFRB estiveram presentes, contribuindo com críticas e sugestões. A atividade de organização contou com dois momentos, pela manhã foram avaliados os diversos cenários em que se encontram a UFRB e a APUR, discutindo-se temas como a autonomia universitária, a campanha salarial 2015, a estatuinte e o processo que definirá a gestão 2015-2019 para reitoria. Em seguida, foram apresentadas propostas para o funcionamento da nossa estrutura sindical. Neste ponto, destacou-se como fundamental o desenvolvimento de ações que ampliem o diálogo da diretoria com a base docente. Já num segundo momento, no turno vespertino, um esboço do planejamento estratégico foi elaborado, respeitando as atribuições de cada representante docente, bem como das diretorias do sindicato.
POSSE DA NOVA DIRETORIA DA APUR É MARCADA PELO APOIO DE OUTRAS CATEGORIAS E SINDICATOS

Antecedida por um café da manhã de confraternização, ocorreu, nesta quarta-feira (21), a posse da nova diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR). Com a presença de representantes da CUT, do ANDES, e de outros sindicatos e categorias de luta na cerimônia de posse, a APUR passa a ser dirigida pelos professores Antonio Eduardo Oliveira (presidente), Karina Cordeiro (vice-presidente), Givanildo de Oliveira (secretário), Gleide Sacramento da Silva (suplente de secretário), Alessandra Caiafa (tesoureira), Sérgio Rocha (suplente de tesoureiro), Ana Cristina Givigi (diretora executiva) e Maurício Silva (suplente de diretor executivo). Uma questão foi bastante frisada em todas as falas, a importância que a APUR tem tido no processo de construção da UFRB. Uma importância alcançada com muita luta, como bem frisou o professor Herbert Martins, o primeiro presidente eleito da APUR. “Nos cinco primeiros anos da UFRB não houve vida sindical. Iniciar o trabalho de construção da APUR não foi tarefa fácil, sobretudo quando prevalecia a ideia de que deveríamos ser representados pelo sindicato de Salvador”, relembrou o professor. Para o professor David Teixeira, ex-presidente da associação, a APUR é um dos mais visíveis acertos nesses 10 anos da universidade. “A APUR deu uma nova cara, uma nova vida à UFRB. É impossível falar da história da UFRB sem falar da APUR. Graças a ela, conseguimos construir um sentimento de pertencimento, uma vontade de construir essa universidade”, afirmou David. O protagonismo da APUR também foi lembrado nas falas dos professores William Lordelo (Oposição cutista da APLB) e Petry Lordelo (Executiva do PT em Cruz das Almas e Oposição cutista da APLB). Os dois professores lembraram que a APUR foi quem encabeçou a construção do pólo sindical na cidade de Cruz das Almas, contribuindo fortemente na mobilização pela reforma política. “Tenho a clareza muito grande da importância da APUR, e do seu apoio político na luta pelo fortalecimento da classe trabalhadora e de nossos direitos”, completou o professor William. ANO DE LUTA De uma coisa todos aqueles que foram à frente tinham certeza, a de que 2015 será um ano de muita luta da classe trabalhadora. E, exatamente por essa certeza, também foi unanimidade a defesa da união entre todas as categorias. O diretor do ANDES-SN, Gean Santana, foi categórico ao afirmar que a luta que espera pela nova diretoria é grande, pois o país vive um momento de ataque às universidades e à educação pública. Diante dessa realidade, a solução apontada por Gean é a união: “Vamos ter que nos juntar para o enfrentamento. Aumentar o bloco daqueles que resistem, que lutam pelo pouco do que sobrou da educação pública. É importante defender a universidade pública, pois ela é o patrimônio do povo brasileiro”, conclamou Gean. Na mesma linha de defesa da união, Lourival Lopes, membro da direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), colocou que a ordem tem sido para atacar os servidores públicos e suas conquistas, por isso, defende ele, é necessário que as categorias se unam para o combate, que se juntem todas, não só para defender a educação pública, gratuita e de qualidade, mas também para defender as demais bandeira de luta da classe trabalhadora. A vice-presidente do Sindicato dos Professores das Instituições Federais do Ensino Superior da Bahia (APUB), Lívia Angeli, afirmou estar muito feliz em ver como a APUR se articula com outros sindicatos, e colocou a APUB como parceira na batalha: “Temos que estreitar relação com a classe trabalhadora, com tudo que nos une. As lutas precisam ser unificadas para termos êxito”, ponderou a vice-presidente, dando como exemplo a luta pelo Plebiscito pela Reforma Política. A APUR também conta com o apoio das categorias internas da universidade, o que ficou bastante claro nas falas de apoio do representante do Coletivo Central Estudantil (CCE), o discente Cláudio Lisboa, que relembrou o diálogo positivo e a interação que os discentes vêm tendo com a APUR, em especial na construção do Fórum Tripartite; e de Elielson Aquino, do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFBA e da UFRB (ASSUFBA), que se colocou à disposição da associação: “Não será um ano fácil, mas temos que está apoiando, participando junto nessa luta, e a APUR pode contar com a ASSUFBA para construir em prol de nossa instituição”, colocou Elielson. DEMOCRACIA E RESPEITO Tanto a antiga gestão quanto a nova gestão da APUR defendem a busca pela democracia e o respeito pela diversidade que compõe a UFRB, e também o respeito pelas decisões da base do sindicato. Para o professor Herbert Martins, o acerto da luta de construir e institucionalizar a APUR está no campo dos valores e princípios que ela defende, em especial o princípio da democracia. “A democracia é fundamental para a defesa da autonomia universitária. Democratizar a UFRB é, portanto, um imperativo que a APUR deve continuar perseguindo, pois estamos longe de sermos uma universidade democrática, posto que nela ainda prevalece a falta de debates qualificados sobre as decisões nodais da universidade”, afirmou Herbert. Seguindo a mesma ótica do ex-presidente, o atual presidente da APUR, Antonio Eduardo Oliveira, também deixou claro que a sua gestão vai continuar a luta pela democracia e autonomia da universidade; e que, fazendo jus ao nome da chapa, “APUR pela base”, continuará o respeito às decisões dos sindicalizados: “Nós entendemos que é necessário construir um sindicato pela base. A APUR não é simplesmente a diretoria, ela é, sobretudo, os filiados. A APUR é um sindicato democrático, aqui não há atropelo de falas e nem manipulação”, disse o mais novo presidente da APUR. Outra defesa da nova gestão é o respeito aos diversos grupos que compõem a UFRB. Nesse sentido, Antonio Eduardo adiantou que a diretoria eleita se empenhará na luta a favor da diversidade sexual e contra a violência sofrida pelos grupos LGBT. Da mesma forma, Karina Cordeiro, vice-presidente, salientou que a APUR continuará com sua história de luta em prol dos direitos de todos, pois ela acredita que quando o direito de um/a docente é negado, o direito de toda a associação também é negado. Fechando as
APUR PARTICIPA DA CONFERÊNCIA GERAL DA ESTATUINTE UFRB

Representando a Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) na mesa de abertura da Conferência Geral da Estatuinte UFRB, ocorrida nesta segunda-feira (19), o professor Antonio Eduardo Oliveira chamou a atenção para uma questão que, em sua visão, deve ser central na reelaboração da estatuinte da UFRB: a luta pela autonomia e democracia na universidade. O professor Antonio Eduardo foi categórico ao afirmar que, na UFRB, não há o exercício efetivo da democracia. Para ele, o processo da estatuinte é a oportunidade de todos os segmentos lutarem por uma transformação da universidade: “um momento de se travar uma luta política pelo processo de democracia na UFRB”, completou o docente. Engrossando o coro pela democracia na universidade, o representante do Coletivo Central Estudantil (CCE), o discente Cláudio Lisboa, lembrou que a defesa dos estudantes sempre foi pela paridade nos votos que decidem os rumos da universidade. Além da democracia, os discentes da UFRB também defendem a participação, em especial da sociedade civil que nem sempre é considerada nas decisões da universidade. Cláudio colocou que o processo da estatuinte é um momento ideal para se promover a ressignificação da universidade, para que seja garantida a sua função social, o que, em sua opinião, só será possível com a participação efetiva da sociedade civil que, para ele, deveria ser considerado o quarto segmento da universidade: “O Movimento Estudantil defende a participação da sociedade civil, pois sem ela a universidade perde a sua função social”, colocou o discente. O palestrante da conferência, Gustavo Balduíno, secretário executivo da ANDIFES, também frisou a importância da participação da sociedade civil nos rumos da universidade, e elogiou a iniciativa da UFRB em ter garantido a participação de representantes da comunidade na comissão da estatuinte. Para Gustavo, é necessário que a sociedade civil veja pertinência na universidade: “Os melhores defensores da universidade é a sociedade. Se não tivermos mecanismos permanentes de escutarmos a sociedade, vamos pensar que a universidade é nossa”, afirmou Gustavo. O secretário também destacou que um estatuto não é para regular o passado, mas para pensar no futuro da universidade, por isso que seu processo precisa refletir não só temas que já estão previamente colocados, mas também aqueles que poderão estar em pauta futuramente, como é o caso, por exemplo, da Educação à Distância. A conferência foi aberta pelo reitor em exercício, o vice-reitor Sílvio Soglia, que frisou a importância fundamental da estatuinte para o futuro da universidade. Além da reitoria, do CCE e da APUR, a mesa de abertura também contou com a representante do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFBA e da UFRB (ASSUFBA), Aida Maia, que reforçou a disponibilidade dos servidores em participar e construir o estatuto da UFRB, e com o representante da sociedade civil, João Militão.
DIRETORIA DA APUR SE REÚNE PARA ORGANIZAR A TRANSIÇÃO DO MANDATO

Dando início às atividades sindicais de 2015, a diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) se reuniu nesta quarta-feira (14) para atualizar as discussões do sindicato (cenário político, próximas ações, calendário de atividades 2015 etc) e também para organizar a posse da nova diretoria, que ocorrerá na próxima quarta-feira (21) no auditório da PRPPG em Cruz das Almas. O dia da posse ficou organizado em dois momentos: um café da manhã a partir das 9 horas e a solenidade de posse às 10 horas da manhã. Além da posse, os docentes presentes já começaram a discutir as pautas que serão prioridades na próxima gestão, bem como as questões jurídicas da transição.