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APUR

DOCENTES ESCOLHEM A PRÓXIMA DIREÇÃO DA APUR

Os professores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) escolherão, nesta terça-feira (11), a direção da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) para os próximos dois anos. Além da diretoria, os docentes vão escolher as representações do Conselho Universitário (CONSUNI), do Conselho Curador e os representantes sindicais de seus respectivos Centros. Muitos docentes fizeram questão de registrar a importância da escolha de seus representantes. Para o professor Manoel Teixeira, por exemplo, essa importância poderia ser resumida como sendo a voz do sindicalizado. “Se você não tiver voz, como é que vai expressar suas vontades, suas opiniões, contribuir para o processo como um todo? Eu acredito que ser sindicalizado à sua classe profissional deveria ser como a carteira de identidade, porque é sua voz, sem ela você não contribui com o processo, você simplesmente é guiado como um burro de carroça”, opinou o professor. Manoel Teixeira também falou de suas expectativas para a próxima gestão. Ele espera que se continue o trabalho que vem sendo feito, e que se procure incentivar mais a presença dos sindicalizados nas reuniões, que ele considera ser muito pouca.  O professor defendeu que participar do sindicato não é apenas contribuir financeiramente. “Muitas vezes, o docente não vai às reuniões, e isso enfraquece um pouco o sindicato, a diretoria fica sem força. A participação do sindicalizado é fundamental”, afirmou Manoel. Por isso, o professor espera que a próxima gestão procure um meio incentivar mais a participação docente. A professora Lidiane Lordelo afirmou que esse momento de escolha das representações é essencial, em especial a da APUR, já que, como sindicato, tem a característica de trabalhar em prol dos benefícios e das conquistas do grupo que ele está representando. Nesse sentido, a docente lembrou a mais recente conquista da associação, o direito às férias dos professores afastados para especializações. “A possibilidade de ter nosso benefício garantido, que não tínhamos, sendo que a UFRB é uma das poucas universidades federais do Brasil que nega esse benefício, e agora a gente conseguiu mais essa vitória. Então, é de extrema necessidade a existência do grupo da APUR e dos representantes, para que se fortaleça o sindicato de modo geral”, afirmou Lidiane. Quanto seus anseios para a próxima gestão, a professora espera que se continue antenado com as necessidades da categoria docente, que não se enfraqueça a luta constante pelas conquistas. Lidiane também acredita que a APUR deva procurar cada vez mais está presente dentro dos sindicatos nacionais, para que os docentes da UFRB sejam representados, vistos e percebidos no cenário nacional. A votação vai até às 18 horas, exceto no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) e no Centro de Formação de Professores (CFP) que vai até às 20 horas.

INFORMAÇÕES DA VOTAÇÃO APUR

INFORMAÇÕES DA VOTAÇÃO APUR Amanhã (11), acontecerão, simultaneamente, duas votações que envolvem os docentes da UFRB, são elas: ELEIÇÃO PARA DIRETORIA EXECUTIVA E REPRESENTANTES SINDICAIS DA APUR Conforme art. 46º do regimento da APUR, são eleitores da APUR-SSIND todos os sindicalizados no gozo de seus direitos, vedado o voto por procuração.  ELEIÇÃO PARA REPRESENTANTES DOCENTES NO CONSUNI E NO CONSELHO CURADOR São eleitores todos/as professores da UFRB.  HORÁRIOS DE VOTAÇÃO NOS CENTROS  CCAAB – 08 às 12 h e das 14 às 18 h. CETEC – 08 às 12 h e das 14 às 18 h. CFP – 08 às 12 h e das 14 às 20 h. CAHL – 08 às 12 h e das 14 às 20 h. CCS – 08 às 17 h. CETENS – 08 às 12 h e das 14 às 18 h CECULT – 08 às 12 h e das 14 às 18 h

NA DEFESA DE UM SINDICATO CONSTRUÍDO PELA BASE

Entrevista com o candidato a presidente da APUR, professor Antonio Eduardo de Oliveira.  Na próxima terça-feira (11), os professores da UFRB vão escolher a nova diretoria da APUR para os próximos dois anos. A disputa tem apenas uma chapa inscrita, a “A APUR pela base”, composta pelos professores Antonio Eduardo Alves de Oliveira (presidente), Karina de Oliveira Santos Cordeiro (vice-presidente), Givanildo Bezerra de Oliveira (secretário), Gleide Sacramento da Silva (suplente do secretário), Alessandra Nasser Caiafa (tesoureira), Sérgio Anunciação Rocha (suplente da tesouraria), Ana Cristina Nascimento Givigi (diretora executiva) e Maurício Ferreira da Silva (suplente da diretora executiva). Para que os/as docentes fiquem por dentro das propostas da chapa, entrevistamos o candidato a presidente da APUR, professor Antonio Eduardo.  Em sua visão, qual a importância da atuação sindical  Primeiro, que a atuação no sindicato é a defesa de uma universidade melhor, é uma dimensão da política fundamental para a defesa da própria condição de educador. Você não pode ser professor e se omitir de lutar em defesa da universidade pública, se omitir da defesa de valores como a educação pública de qualidade, de uma participação democrática da universidade. Então, ser educador significa ter bastante presente essa dimensão política.  Quais os principais pontos do programa da Chapa “APUR pela base”?  O principal objetivo da chapa é a defesa de um sindicato feio pela base. É um sindicato que não se propõe ser um aparelho diferente dos professores, nem defender algo diferente do que os professores querem em seu cotidiano. Então, o principal objetivo da chapa é ser um sindicato voltado para os interesses dos docentes enquanto categoria trabalhadora. Em termos de programa, é a defesa da universidade pública, de uma expansão com qualidade, a defesa das 8 horas mínimas em sala de aula, a defesa de um plano de carreira que realmente garanta uma carreira eficiente para os professores, ou seja, é um programa voltado para as necessidades fundamentais da categoria. Mas também vamos chamar a atenção para o respeito a defesa dos direitos humanos, pois não podemos admitir uma instituição pública que desrespeite aqueles que dela faz parte.  Sabemos que o diálogo com a administração central é importante e inevitável. Que estratégia será usada para dialogar com a reitoria da UFRB?  A nossa relação com a administração central é a defesa de nosso plano de lutas. A gente tem uma luta e uma negociação com a reitoria em torno disso, e vamos continuar colocando como eixo a defesa das reivindicações da categoria. Em relação ao pleito para reitor, a direção da APUR vai defender que haja um processo democrático, onde possa se pautar, sobretudo, a questão da democracia e participação, porque, em nosso entendimento, infelizmente, não existe uma participação efetiva da comunidade nos destinos da universidade, e nós queremos aproveitar esse momento para discutir, fazer um balanço dos 10 anos da UFRB e qual a perspectiva futura. Esse debate sobre o processo de sucessão da reitoria está ligado também a uma discussão ainda mais importante que é a defesa de uma estatuinte efetivamente transparente e democrática.  Como a futura diretoria vai fazer para dá continuidade à união entre as categorias da universidade (docentes, discentes e servidores técnicos)?  A nossa chapa já conversou com a ASSUFBA e com o CCE. Mesmo antes de tomarmos posse, eles já têm mostrado interesse de manter esse trabalho conjunto, e a ideia é aprofundar. Nós tivemos momentos importantes, atos conjuntos, e vamos aproveitar agora esses 10 anos da universidade e o processo estatuinte para fazermos uma discussão sobre a importância de um poder compartilhado entre os três segmentos. Ao mesmo tempo, temos várias outras bandeiras de luta que são conjuntas como, por exemplo, a defesa de uma universidade pública, mais verbas para a universidade, tudo isso é algo que não diz respeito só aos docentes, diz respeito aos servidores técnicos e aos estudantes. A ideia é aprofundar, criar o fórum tripartite na universidade onde os três segmentos possam participar e lutar pelo co-governo na UFRB, superando os entraves autoritários e burocráticos da instituição.  Quais providências serão tomadas para conseguir com que a pauta docente apresentada ainda em 2012 seja atendida?  O atendimento da pauta ficou a desejar. A nossa pauta é extensa porque não havia um diálogo anterior à greve 2012 , em parte devido a concepção da administração da UFRB e por outro lado, devido a deficiência na organização efetiva dos docentes. A partir do momento em que os docentes se organizaram, foi criado o comando de greve, ações da greve e uma discussão com a reitoria, aí se aflorou toda a pauta. Só que a gente pensou que agora temos que centralizar, não adianta ter uma pauta muito extensa, porque possibilitada a pulverização e facilita a enrolação por parte do MEC e da reitoria. Então, nós tiramos de priorizar, por exemplo, a carga horária de trabalho, a progressão docente, a contratação de servidores, a democracia e transparência, quer dizer, nós elegemos alguns pontos e vamos trabalhar com esses eixos fundamentais. É importante salientar a importância de lutar em torno de questões da permanência docente na UFRB, por isso ainda discutir e propor melhores condições de habitação nos municípios que sediam os Centros da UFRB.  Como a próxima gestão pretende lidar com as dificuldades da multicampia? (Algo que também impede maior participação docente nas atividades do sindicato). Essa é uma questão fundamental. Primeiro, as condições de precarização de trabalho, nem todos os campi da universidade têm as mesmas condições de trabalho. Cada centro acaba tendo necessidades particulares, só que as negociações ficam com a única reitoria. Então, nós temos que fazer, ao mesmo tempo, uma luta local, mas colocando como centro a negociação com a administração central. Do ponto de vista organizativo, nós vamos ter que pensar assembleias rotativas, trabalhar muito com a tecnologia, um objetivo da gestão é discutir a possibilidade de uma intercomunicação entre os centros, também discutir os espaços da APUR em cada centro. A gente precisaria que em cada centro, que agora são sete, ter um espaço da APUR, um

Nova data: Atendimento Jurídico APUR

Informamos que o plantão jurídico do dia 30 de outubro de 2014, quinta-feira, foi transferido para o dia 31 de outubro, sexta-feira, de 9h às 12h.

PARABÉNS A TODOS/AS SERVIDORES PÚBLICOS DA UFRB 28 DE OUTUBRO – DIA DO SERVIDOR PÚBLICO

A diretoria da APUR parabeniza a todos/as servidores docentes, técnicos e terceirizados/as da UFRB pelos serviços prestados na construção de uma universidade pública de qualidade no interior da Bahia. Que nesta data, no próximo ano, possamos comemorar importantes conquistas que dependem exclusivamente da administração da UFRB, como: aprovação da carga horária mínima de 8 horas em sala de aula; assegurar o direto a férias dos docentes em capacitação; melhores condições de trabalho por meio da conclusão das obras nos Centros; o pagamento da insalubridade para todos/as que trabalham em espaços de risco; a implantação efetiva dos turnos contínuos; e o respeito aos direitos trabalhistas dos terceirizados. Não tenham dúvidas que continuaremos na luta diária para garantir melhores dias para todos servidores públicos!