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APUR

69º CONAD encerra em São Luís (MA) com reafirmação da luta contra a extrema direita e o imperialismo

Sob o tema “Guarnicê a luta pela educação pública na terra da Balaiada: contra o imperialismo e a extrema direita”, o 69º Conad do ANDES-SN encerrou suas atividades nesse domingo (5), em São Luís (MA). Realizado no Centro Pedagógico Paulo Freire da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), o evento reuniu mais de 300 docentes para atualizar os planos de luta da categoria e reafirmar o compromisso com a defesa da universidade pública e dos direitos da classe trabalhadora. A mesa da Plenária de Encerramento foi composta pelo presidente do ANDES-SN, Cláudio Mendonça, pelo 1º tesoureiro, Sérgio Barroso, a secretária-geral Fernanda Maria Vieira, a  1ª secretária Jacqueline Lima, a 1ª vice-presidenta da Regional Nordeste, Lila Luz, e o presidente da Associação de Professores da UFMA (Apruma Seção Sindical), Luiz Eduardo Neves. O 69º Conad contou com a presença de 81 seções sindicais, representadas por 78 delegadas e delegados e 167 observadores e observadoras. Também participaram do evento 3 convidadas e convidados, 3 acompanhantes de docentes e 34 diretores nacionais do ANDES-SN. Moções aprovadas reforçam pautas sociais e políticasOs delegados e as delegadas do 69º Conad aprovaram, por aclamação, um bloco de 16 moções que expressam as lutas do movimento docente e o caráter classista do Sindicato Nacional. Entre os destaques estão o repúdio à privatização de escolas estaduais no Rio Grande do Sul e ao projeto de lei que fragiliza o ensino de filosofia e sociologia na educação básica. A plenária também manifestou a urgência da mobilização pela aprovação, no Senado, da redução da jornada de trabalho para 30 horas sem redução salarial e ao fim da escala 6×1, além de exigir celeridade no julgamento de ações em defesa da população trans no STF. As e os participantes também declararam apoio à aprovação do projeto de lei estadual de Minas Gerais 5365/2026, em defesa da democracia e autonomia nas universidades estaduais mineiras. Outras moções incluíram manifestação de apoio ao docente da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitor Cei, que se tornou alvo de ataques e ameaças, devido ao seu projeto de pesquisa que aborda o conceito de “cristofascismo bolsonarista” na literatura e na política; o repúdio à regulamentação da educação domiciliar e à presença da empresa Palantir no Brasil. As e os docentes também repudiaram veementemente os adiamentos sucessivos no calendário eleitoral para diretorias de centros na UFMA, cujas eleições deveriam ter ocorrido em março de 2026. Carta de São Luís: um manifesto de resistênciaUm dos momentos marcantes do encerramento foi a leitura da Carta de São Luís, realizada pela secretária-geral Fernanda Maria Vieira. O documento resgata as memórias de luta do Maranhão, como a Balaiada, para inspirar a resistência atual contra o avanço da extrema direita na América Latina. A carta define como prioridade política a derrota das candidaturas de direita e extrema direita já no primeiro turno das próximas eleições e reafirma a campanha “Lutar não é crime”, em resposta à criminalização da categoria docente e os recorrentes ataques às universidades públicas. O texto também saúda a entrada do ANDES-SN no Fórum Nacional de Educação (FNE) e a adoção do ecossocialismo como uma bandeira central do sindicato frente à crise ambiental. O documento será divulgado posteriormente à categoria. Balanço da organização localO presidente da Apruma SSind, Luiz Eduardo Neves, expressou sua emoção ao sediar o evento em São Luís coincidindo com sua gestão. Ele classificou o saldo do encontro como muito positivo, destacando que, apesar de “modesto”, o evento foi organizado com zelo e funcionou perfeitamente dentro das realidades financeiras da seção sindical. Lila Luz, 1ª vice-presidenta da Regional Nordeste 1, também manifestou felicidade pelo trabalho realizado nos últimos meses. Ela enfatizou que o encontro foi uma expressão da diversidade brasileira e uma oportunidade para a categoria docente se reencontrar e celebrar a cultura nordestina, enquanto constrói pautas de luta fundamentais. Avaliação política e encerramentoEm sua fala final, o presidente do ANDES-SN, Cláudio Mendonça, agradeceu nominalmente às equipes de funcionários, monitores e às comissões nacional e local pelo esforço na realização do Conad. Mendonça destacou que as divergências internas, longe de enfraquecer o Sindicato Nacional, são elementos que o fortalecem, desde que o debate seja democrático e franco. “Não há inimigos de classe nesta sala; há companheiros, companheiras e camaradas que constroem a luta”, afirmou o presidente, lembrando que a unidade foi o que permitiu as conquistas da greve de 2024. Ele reforçou a necessidade de solidariedade internacional aos povos de Cuba e Venezuela e a urgência de ocupar as ruas para derrotar o fascismo. Ao encerrar o 69º Conad, Cláudio Mendonça mencionou a poesia “Quem Matou a Aparecida”, de Ferreira Gullar. O texto conta a triste história de uma mulher favelada, cuja vida de pobreza e abandono termina com o suicídio. “Se não descobres te digo
para que possas saber:
o mundo assim dividido
não pode permanecer.
Foi esse mundo que mata
tanta criança ao nascer,
que negou à Aparecida
o direito de viver.

Quem ateou fogo às vestes
dessa menina infeliz
foi esse mundo sinistro
que ela nem fez nem quis
— que deve ser destruído
pro povo viver feliz”, diz o último verso de Gullar. Para o presidente do ANDES-SN, o poema político sintetiza o que é o capitalismo: para alguns poucos, a riqueza. Para a maioria, principalmente, pobres, negros e indígenas a situação de precariedade humana e social. “É com a esperança que nós iremos sair desse Conad, com muito ânimo e muita alegria para derrotarmos esses ataques. E que a memória de Aparecida não seja esquecida, para que a gente lembre que, quem matou a Aparecida, está, a todo momento, tentando matar os nossos sonhos, as nossas esperanças e as nossas universidades. Nós iremos resistir, como estamos resistindo até hoje”, conclamou, declarando encerrado o 69º Conad. *Texto reproduzido do site do ANDES-SN

Plenária do Tema II do 69º Conad atualiza planos de lutas e aprova entrada do ANDES-SN no FNE

A atualização dos planos de luta dos setores das Instituições Estaduais, Municipais e Distrital de Ensino Superior (Iees, Imes e Ides) e das Federais (Ifes) do ANDES-SN e do plano de lutas geral do Sindicato Nacional marcou os debates da Plenária do Tema II do 69º Conad, realizada na tarde e noite desse sábado (4), em São Luís (MA). Uma das decisões centrais foi a deliberação para que o ANDES-SN solicite oficialmente sua entrada no Fórum Nacional de Educação (FNE). A medida visa garantir que o Sindicato Nacional atue nesse espaço na defesa intransigente das pautas e lutas da categoria docente, utilizando suas posições históricas para denunciar e combater propostas privatistas. A estratégia busca fortalecer o diálogo com entidades combativas da educação para construir um movimento amplo da sociedade civil em defesa do ensino público e gratuito. Outro tema que gerou bastante debate entre as e os participantes foi em relação à conjuntura política nacional, considerando o ano eleitoral e a possibilidade de avanço da extrema direita, com a eleição de candidaturas ultraconservadoras. Com isso em vista, as e os docentes aprovaram a atuação do Sindicato Nacional, desde o 1º turno do processo eleitoral de 2026, para garantir a derrota eleitoral da extrema direita, chamando a categoria à participação não apenas por meio do voto, mas também por meio da mobilização contra os ataques fascistas aos interesses da classe trabalhadora, bem como contra as políticas de austeridade e de restrição de direitos. Além disso, a plenária aprovou que o ANDES-SN encaminhe uma carta às candidaturas majoritárias e proporcionais do campo de esquerda, apresentando uma síntese das pautas centrais da categoria docente e destacando a importância da luta contra a extrema direita e da unidade de ação das lutas populares e sindicais. “Hoje, começamos a debater o Tema II, o acumulado que veio nos grupos mistos, e a categoria veio com muita vontade de atualizar o plano de lutas, mas também de intensificar a presença do ANDES-SN no campo combativo e ocupando todos os espaços. Começo falando de algo muito importante que foi a aprovação da entrada do ANDES-SN no Fórum Nacional da Educação (FNE), fundamental para esta conjuntura marcada pelo avanço da extrema direita e dos ataques diretos à educação pública, ao orçamento da educação pública e à nossa categoria”, avaliou Caroline Lima, 1ª vice-presidenta do ANDES-SN, que coordenou a plenária. O outro elemento importante para a diretora, foi o debate e deliberação sobre a posição do ANDES-SN no processo eleitoral. “Nós aprovamos uma resolução que trata da importância da nossa categoria se mobilizar já no primeiro turno para barrar a extrema direita nas ruas, nas urnas e nas redes”, comentou. Estaduais, Municipais e DistritalA plenária iniciou com a atualização do Plano de Lutas do Setor das Instituições Estaduais, Municipais e Distrital de Ensino Superior. A categoria reafirmou a necessidade de intensificar as denúncias contra os governos estaduais, municipais e distrital que atacam a autonomia política, financeira e acadêmica dessas instituições. Também foi aprovada a realização do XXII Encontro do Setor das Iees, Imes e Ides, de 27 a 29 de novembro deste ano, em Dourados (MS), com organização da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Aduems-Seção Sindical do ANDES-SN). O encontro terá como tema central “Em defesa da democracia, da autonomia política e financeira das Iees, Imes e Ides”. Entre os novos itens incorporados ao plano de lutas está a intensificação das denúncias sobre os ataques dos governos estaduais e distrital às carreiras docentes e ao financiamento das Iees e Ides relacionando esses processos aos investimentos realizados por esses governos no Banco Master, aos impactos fiscais e aos déficits dos regimes próprios de Previdência. A 1ª vice-presidenta do ANDES-SN considerou muito importante a deliberação por realizar o Encontro das Iees, Imes e Ides em Dourados (MS). “A Aduems SSind. estava afastada do ANDES-SN e um processo de mobilização da categoria nessa importante seção sindical reaproximou o movimento docente da Uems ao Sindicato Nacional. Então, além de fortalecer a relação entre o Sindicato e essa seção sindical, também vamos fazer um debate muito importante sobre a defesa da universidade pública em um local que é o centro do agronegócio”, ressaltou. FederaisPara o Setor das Instituições Federais de Ensino (Ifes), as delegadas e os delegados deliberaram intensificar a luta pelo reenquadramento e reposicionamento das aposentadas e dos aposentados, em defesa do auxílio-nutrição e pelo fim da cobrança de contribuição previdenciária sobre as aposentadorias. Também foi aprovada a mobilização da categoria para participar de atos e marchas durante a IV Jornada de Assuntos de Aposentadoria de 2026. Outro encaminhamento reafirma a atuação do ANDES-SN, em conjunto com as demais entidades do funcionalismo federal, pela recomposição das perdas salariais e pela garantia de recursos orçamentários para a campanha salarial de 2027.Também foi aprovada a criação de uma campanha permanente em defesa da democracia nas universidades, institutos federais e cefets, com o objetivo de aprofundar o debate sobre os processos de escolha das reitorias e defender critérios democráticos para as eleições, como o voto universal ou paritário entre os segmentos da comunidade acadêmica, a eliminação de restrições relacionadas à titulação ou ao nível da carreira para candidaturas e a garantia de que docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) possam concorrer aos cargos de reitoria. Conforme Caroline Lima, outro elemento importante aprovado nesse segundo dia do 69º Conad foi o item relacionado ao RSC. “Acho que foi um amadurecimento da nossa categoria, a partir da atualização do nosso projeto de carreira única e que resultou nessa importante aprovação”, comentou. Carreira docente e valorizaçãoNa atualização do Plano Geral de Lutas em relação ao GT Carreira, a plenária aprovou a continuidade da defesa das Diretrizes Gerais do Projeto de Carreira pelo ANDES-SN e suas seções sindicais em negociações nas esferas federal, estadual, distrital e municipal, reafirmando a perspectiva de construção de uma carreira única para toda a categoria. Também foi aprovada a defesa da aplicação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) à carreira do Magistério Superior (MS), bem

APUR participa do 69ª CONAD no Maranhão

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) está presente no 69ª Conselho do ANDES-SN (CONAD), que começou na manhã desta sexta-feira, 3, e irá até o domingo, 5, na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís. O evento, que é a segunda maior instância deliberativa do sindicato, reúne docentes de todo o Brasil e tem como objetivos atualizar o plano de lutas, debater a conjuntura nacional e analisar questões financeiras. Em representação à seção sindical do Recôncavo, foi enviada a vice-presidenta e delegada eleita, Talita Honorato. De acordo com a professora Talita Honorato, participar do CONAD garante discutir e deliberar sobre questões financeiras que impactam diretamente a APUR. Tema central e subtemas A 69ª edição é organizada pela Apruma-SSind e traz como tema central “Guarnicê a luta pela educação pública na terra da Balaiada: contra o imperialismo e a extrema direita”. Já os temas escolhidos que serão debatidos e intercalados com a instalação de grupos mistos são: Tema I – Atualização do Debate sobre Conjuntura e Movimento Docente; Tema II – Atualização dos Planos de Lutas dos Setores e Plano Geral de Lutas; Tema III – Questões Organizativas e Financeiras.

Filiados/as da APUR participam de cortejo cívico do Dois de Julho em Salvador

Os/as filiados/as da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) marcaram presença no tradicional cortejo cívico do Dois de Julho, que celebra a Independência do Brasil na Bahia. O evento ocorreu nesta quinta-feira, 2, em Salvador, reunindo entidades sociais, políticos e sociedade civil. A participação da APUR comemora o movimento histórico de libertação do povo baiano, além de reafirmar as pautas atuais defendidas pela entidade. O cortejo cívico ocorre há mais de 200 anos na Bahia, celebrando a expulsão definitiva das tropas portuguesas do interior e de Salvador, bem como a consolidação da Independência do Brasil. A festividade é marcada por um desfile popular, que remonta a luta do povo, saindo do Largo da Lapinha em direção ao Campo Grande, em Salvador, com paradas em monumentos históricos e homenagens aos heróis da pátria. Abaixo, você pode conferir alguns registros dos/das nossos/as filiados/as.

Após pressão, governo sinaliza recursos para reajuste salarial em 2027 e avança em outras pautas

A segunda rodada da Mesa Central da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) de 2026 foi realizada na tarde de quinta-feira (25), no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília (DF). Durante a reunião, representantes do governo federal apresentaram respostas à pauta de reivindicações, protocolada pelas entidades do funcionalismo público em janeiro deste ano, e sinalizaram avanços em temas estratégicos para as categorias. Entre os principais encaminhamentos está o estudo para inclusão, na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027, de recursos destinados ao reajuste salarial das servidoras e dos servidores públicos federais. Segundo o secretário de Relações do Trabalho do MGI, José Lopez Feijóo, a avaliação interna do governo é positiva para que essa previsão orçamentária se concretize. Diante da sinalização, a Bancada Sindical reivindicou a realização de uma reunião extraordinária da Mesa Central, em agosto, para discutir as limitações da proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027 e garantir a previsão de recursos suficientes para as negociações salariais. Na ocasião, o governo apresentou 20 itens que considera atender às reivindicações que constam na pauta unificada das servidoras e do servidores federais, mas não apresentou relatório ou documento formal. A reunião teve como base a pauta unificada entregue pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) e pelas centrais sindicais em 30 de janeiro deste ano. Negociação coletivaOutro avanço anunciado foi o encaminhamento do Projeto de Lei 1.893/2026, que regulamenta a negociação coletiva e as relações de trabalho no serviço público, em conformidade com as convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O governo reafirmou o compromisso de aprovar a proposta ao Congresso Nacional ainda este ano. Representando o ANDES-SN na reunião, Maria do Céu de Lima, 3ª tesoureira, destacou que, embora o texto não contemple integralmente as reivindicações das entidades, sua aprovação é considerada um passo importante para garantir direitos sindicais. “Esse projeto aborda temas fundamentais para o exercício da atividade sindical, como a liberação de dirigentes e outras garantias que as entidades vêm reivindicando há anos. Evidentemente, o texto não contempla tudo o que as centrais e as entidades defendem, mas o governo reconheceu os desafios envolvidos na construção dessa proposta”, afirmou.  Mesas temáticasDurante a reunião, o governo também respondeu positivamente à reivindicação das entidades para a criação de Mesas Nacionais Temáticas, destinadas ao aprofundamento de assuntos que ainda não avançaram na Mesa Central. Entre os temas que poderão ser debatidos nesses espaços estão a Previdência, a Lei Geral da Administração Pública e outras pautas estruturantes do funcionalismo. Apesar da sinalização positiva, o governo ainda não definiu calendário nem metodologia para o funcionamento dessas mesas. Saúde e condições de trabalhoNa área de saúde e segurança do trabalho, o governo informou a elaboração de uma portaria para fortalecer mecanismos de prevenção e promoção da saúde das servidoras e dos servidores, incluindo a criação Comissão Interna de Saúde e Segurança do Trabalho do Servidor Público (CISSP). A medida atende parcialmente às reivindicações das entidades voltadas ao combate ao assédio moral e sexual e à melhoria das condições de trabalho no serviço público. Acordos de greve pendentesApesar dos encaminhamentos apresentados, as entidades reforçaram que parte importante da pauta unificada continua sem resposta. Entre as principais cobranças está o cumprimento dos acordos de greve ainda pendentes, situação que envolve 52 entidades do funcionalismo federal. É o caso do ANDES-SN, que ainda possui itens do acordo de greve sem implementação, e da Fasubra, que permanece em greve. Ao avaliar o resultado da reunião, Maria do Céu ressaltou que os avanços anunciados não eliminam a necessidade de mobilização das categorias. “É preciso seguir cobrando do governo respostas concretas sobre as reivindicações das categorias que ainda permanecem sem encaminhamento. Mas, acima de tudo, precisamos continuar mobilizados. Em 2027, só haverá reajuste salarial se o governo destinar recursos no orçamento para garantir as negociações e atender às reivindicações das categorias, inclusive das universidades, institutos federais e das nossas bases”, afirmou. Mais transparênciaAs e os representantes dos fóruns também cobraram mudanças na metodologia da MNNP, como a definição conjunta da pauta antes das reuniões e o envio prévio dos estudos elaborados pelo governo, de forma a garantir maior transparência e melhores condições de diálogo com as entidades representativas. Fonte: ANDES-SN