APUR reúne professores (as) durante volta às atividades acadêmicas no CCS

A diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) se reuniu com docentes no Centro de Ciências da Saúde (CCS), em Santo Antônio de Jesus, na última segunda-feira, 10. O encontro ocorreu durante o Reencôncavo, que é um evento anual de acolhimento da comunidade acadêmica, com intuito de integrar os(as) professores(as) às questões pertinentes à categoria. Na ocasião, foram discutidas as atualizações sobre os reajustes salariais, a conjuntura política brasileira, os adicionais por insalubridade, os procedimentos durante a abertura dos processos de sindicância, além de outros informes. A reunião sindical do CCS durante o Reencôncavo é uma atividade costumeira que visa à maior participação docente no início do semestre letivo. O tema principal do encontro foi a orientação aos(às) professores(as) sobre os acordos de greve, estabelecidos ano passado com o governo federal. Nesta semana, entre os dias 10 e 14, o ANDES-SN está realizando a Jornada de Lutas do Funcionalismo Público Federal, a fim de pressionar o congresso nacional para a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA). Só a partir da aprovação desta lei é que, de fato, os efeitos financeiros devem passar a beneficiar a categoria. Este e os demais temas discutidos na reunião sindical do CCS podem ser lidos no Boletim Trimestral da APUR, que foi publicado na última semana no site www.apur.org.br. CLIQUE AQUI PARA ACESSAR. Participação coletiva De acordo com o Tesoureiro da APUR, prof. Givanildo Bezerra, a reunião sindical do CCS teve uma considerável participação de docentes e uma ampla discussão de pautas. “Foi uma reunião muito boa. Tínhamos bastante professores (as). Esperamos que nas próximas possamos, cada vez mais, agregar mais colegas e continuarmos com boas discussões como as que ocorreram desta vez. Discutimos uma série de pautas e também ouvimos a categoria, porque as mudanças só ocorrem a partir desse processo dialógico”, disse. Próximas atividades da APUR Nos próximos dias 19 e 31 de março, a APUR dará continuidade ao III Encontro de Professoras da APUR. Desta vez, as atividades ocorrerão no Centro de Formação de Professores (CFP – Amargosa) e no Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS – Feira de Santana), respectivamente. Participe! Veja abaixo:
NOTA DE PESAR

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) vem a público manifestar profundo pesar pelo falecimento de Gevanio Bezerra de Oliveira, irmão do professor do CCS e Tesoureiro da APUR, Givanildo Bezerra de Oliveira, ocorrido nesta sexta-feira, 14. Externamos condolências aos amigos e familiares de Gevanio, em especial ao professor Givanildo, e desejamos forças neste momento de dor. Quem tem sindicato nunca está só!
APUR comunica período de recesso e fechamento temporário da sede

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) entrará em recesso a partir desta terça-feira, 24, até o próximo dia 28 de janeiro de 2025. Neste período, que compreenderá a pausa para as festas de fim de ano e as férias dos nossos colaboradores, a nossa sede permanecerá fechada e voltará a funcionar normalmente em 29 de janeiro de 2025. Caso tenham alguma urgência e precisem falar conosco, entrar em contato pelo telefone (75) 9 8835-2964 (José Arlen, presidente da APUR). Quem tem sindicato nunca está só!
Formato descentralizado adotado pela APUR permite integração multicampi durante Assembleia Geral

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou a primeira Assembleia Geral em formato descentralizado nos campi. O encontro ocorreu na quarta-feira, 11, de forma híbrida, contando com a presença de filiados/as em polos espalhados pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). A modalidade adotada obedece à decisão da categoria durante a Assembleia Geral de 26 de março deste ano para enfrentar os problemas relacionados à distância que surgem devido à multicampia. De acordo com a vice-presidenta da APUR, profa. Leila Longo, além da integração tecnológica que facilita o deslocamento, o formato híbrido também avalia as condições de trabalho de cada Centro. “Esse formato envolve a abertura de uma sala virtual única onde os professores daqueles Centros se dirigem e participam efetivamente da Assembleia. Nesta quarta-feira, 11, tivemos a primeira edição e foi muito importante essa primeira experiência para que a gente possa avaliar a efetividade e a possibilidade de cada Centro em termos de internet e viabilidade de representantes sindicais de cada Campus, conduzindo essa Assembleia em formato híbrido”, disse. Descentralizado nos Centros A APUR instalou polos de encontro em Amargosa (CFP), Cachoeira/São Félix (CAHL), Cruz das Almas (CCAAB E CETEC), Feira de Santana (CETENS) e Santo Antônio de Jesus (CCS). No caso de Santo Amaro (CECULT), os/as docentes filiados/as foram convidados a participar em um campus mais próximo. Os polos tinham um/a sindicalizado/a mandatado pela Diretoria da APUR que preparou e organizou a videoconferência.
Assembleia Geral da APUR critica o ajuste fiscal do governo e reafirma a necessidade de mobilização para o cumprimento do acordo de greve

A Diretoria da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou a Assembleia Geral, na manhã desta quarta-feira, 11. O encontro ocorreu em formato híbrido e descentralizado, reunindo docentes de diferentes campi. Na ocasião, foram discutidos a análise da conjuntura; a eleição de delegados/as para o 43° Congresso Nacional do ANDES-SN; a ampliação do mandato da atual Diretoria da APUR; a formação da Comissão Eleitoral para eleição da APUR e o relatório de atividades e balanço das contas do ano de 2024 e a indicação de docentes para o Comitê de Enfrentamento ao Assédio Sexual, Moral e Discriminações (CEAS). De início, o professor Arlen Beltrão, presidente da APUR, fez um balanço do ano de 2024 e atualizou o cenário político e social brasileiro. Segundo Arlen, este ano a base docente se mobilizou de forma significativa e pressionou o governo federal a ouvir e a assinar acordos a fim de melhorar as condições de trabalho da categoria. As vitórias, no entanto, são parciais porque o governo federal ainda não cumpriu o que foi acordado. “Iniciamos o ano com a campanha salarial ganhando um novo patamar de discussão, com uma mobilização intensa da categoria que resultou, diante das dificuldades das negociações com o governo federal, numa greve forte que envolveu a grande maioria das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). A nossa greve foi o movimento político mais forte no País realizado neste ano. Um ano que foi marcado por disputas com setores abastados da sociedade, comumente chamado de mercado, e uma crescente usurpação do orçamento público pelo congresso federal. Nós entramos nessa disputa e tivemos um ganho parcial. O desenvolvimento da luta neste período se mostrou ainda difícil. Nós concluímos o ano com o governo federal apresentando uma proposta de ajuste fiscal que no seu interior tem uma medida positiva, que é a medida de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, mas por outro lado, nós também identificamos dispositivos negativos como uma alteração na regra do reajuste do salário mínimo, no BPC, e na concessão de abono salarial que joga nas costas do trabalhador mais pobre a conta dessa disputa com a burguesia brasileira. Essa medida limita o reajuste do salário mínimo a 2,5%, alinhando ao novo arcabouçou fiscal, e não mais o índice de crescimento do PIB do ano anterior. Entendemos que a única saída para garantir as reivindicações dos trabalhadores é a luta organizada”, declarou. Preocupações Ainda conforme o presidente da APUR, a postura adotada pelo governo federal causa preocupações acerca da implementação total do acordo de greve. “Nós fizemos um acordo com um conjunto de concessões, entendendo o momento político do Brasil, na expectativa de termos um reajuste parcial dos nossos salários e a revogação ou alteração de medidas contrárias ao conjunto dos servidores federais. No entanto, tivemos, até o momento, apenas o cumprimento do fim do ponto eletrônico para a carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) e a alteração da orientação sobre os efeitos financeiros das progressões. E o nosso reajuste que era previsto para janeiro de 2025 ainda não foi encaminhado ao congresso. Lembrando que é necessário a apresentação de Projeto de Lei ou medida provisória, visto que implica em alteração na carreira e mudança na malha remuneratório. É preciso dizer que as regras do novo arcabouço fiscal associadas ao ajuste fiscal que o governo encaminhou ao congresso colocam em risco os possíveis reajustes dos servidores públicos federais, visto que os benefícios estarão condicionados ao desempenho fiscal do país, o que contraria nossas reivindicações. Tudo isso porque o novo arcabouço fiscal é incompatível com os direitos dos trabalhadores e visa a remunerar os setores mais riscos da sociedade via pagamento de dívida pública”, concluiu. Aprovações No decorrer da Assembleia, os/as filiados/as aprovaram por unanimidade: a realização de um evento no início do próximo semestre para fazer um balanço e avaliar a implementação do acordo com o governo; a construção de uma carta aberta dos/as filiados/as da APUR à direção da APUB, com a seguinte Comissão de Redação: professor Sérgio Guerra, professor David Romão e professor Givanildo Bezerra; a eleição da profa. Maíra Lopes, profa. Talita Honorato, prof. Arlen Beltrão e profa. Emmanuelle Félix como delegados do 43° Congresso do ANDES-SN, além da profa. Leila Longo como observadora e suplente. Além disso, os/as docentes aprovaram a ampliação do mandato da atual Diretoria da APUR até o dia 30/05/2024, correspondendo a 18 dias a mais, para fazer com que as datas das eleições da APUR e do ANDES-SN coincidam e assim diminuir os custos dos pleitos. Foram aprovados também a composição da Comissão Eleitoral para a eleição da APUR, que será constituída pelos professores Givanildo Bezerra, Jorge Filho, Ludmila Meira e Tatiana Rocha, esta última na condição de suplente. Por fim, os/as docentes aprovaram o relatório de atividades e o balanço das contas do ano de 2024, bem como a indicação da professora Maíra Lopes para a composição do Comitê de Enfrentamento ao Assédio Moral e Discriminações (CEAS) da UFRB. Confira abaixo alguns registros da Assembleia Geral da APUR: