Moção de apoio à greve dos docentes

A diretoria da APUR manifesta seu apoio à greve dos docentes da Universidade Estadual do Ceará, da Universidade Estadual do Cariri e da Universidade Estadual do Vale do Acaraú, dirigidas por suas seções sindicais, respectivamente SINDUECE, SINDURCA e SINDIUVA, repudia as ações judiciais do governo do Estado do Ceará e das reitorias criminalizando o movimento, e manifesta a expectativa de que a greve obrigue o governo cearense a negociar e a categoria a arrancar as reivindicações. Atenciosamente,Direção da APUR.Cruz das Almas/BA, 23 de abril de 2024.
APUR realiza eventos em lembrança aos 60 anos do golpe militar

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) realizou dois eventos em alusão aos 60 anos do golpe militar e os desdobramentos na história do Brasil, nesta segunda-feira, 1°. Os encontros, que ocorreram no CAHL e no CECULT, tiveram o intuito de lembrar o autoritarismo, a repressão, a impunidade e os resquícios da ditadura nos dias de hoje. Ambos os debates tiveram a participação de docentes, discentes e técnico-administrativos da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O primeiro evento ocorreu no auditório Tranquilino Bastos, no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), em Cachoeira, com a presença dos professores Heleni Ávila (CAHL-UFRB), Silvio Benevides (CAHL-UFRB) e Paulo Riela Tranzilo (UEFS), que compuseram uma mesa redonda. Intitulada “60 Anos de Impunidade e de Tutela Militar”, a mesa lembrou das atrocidades cometidas pelo golpe militar, da impunidade obtida com a destruição de arquivos da época, e discutiu políticas e ações de preservação da memória da ditadura, para que esta não seja reescrita e não se repita. O segundo evento ocorreu no auditório Emanuel Araújo, no CECULT, em Santo Amaro, com uma atividade de “descomemoração” dos 60 anos da ditadura empresarial-militar. No encontro, foi exibido o filme Retratos de Identificação, de Anita Leandro, que, a partir de fotos produzidas pela repressão, recupera relatos sobre quatro militantes vitimados pela violência política da ditadura. Em seguida, houve um debate sobre a ditadura e as conexões estabelecidas com o presente a partir das impressões dos estudantes sobre o filme, encabeçado pelos professores Renata Gomes e Luís Henrique Leal, representantes docentes da APUR no CECULT, Regiane Miranda, filiada à APUR, e o servidor técnico Evandro Freitas.
DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO: categoria docente da UFRB decide paralisar atividades no dia 3 de abril

A Assembleia Geral da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) decidiu por aderir ao Dia Nacional de Mobilização e Paralisação convocado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). A paralisação ocorrerá no próximo dia 3 de abril e é uma reação à insistência desrespeitosa do governo federal em propor 0% de recomposição salarial para 2024. O comando local de mobilização divulgará em breve as ações que serão desenvolvidas neste dia. O governo federal reafirmou às entidades sindicais que oferecerá um reajuste de 0% nos salários em 2024 e dois acréscimos de 4,5% em 2025 e 2026, totalizando 9% de recomposição. Há também “penduricalhos” oferecidos nos auxílios, que são insuficientes e não contemplam os servidores aposentados. O Fonasefe encaminhou, na última quarta-feira, 20, um ofício solicitando o adiantamento da próxima rodada da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) para o início de abril, visto que “de acordo com os dados da execução orçamentária, os quais fornecem a confirmação da arrecadação superior na previsão orçamentária do governo brasileiro e sabendo da iminência, neste momento, da definição de como será utilizado esse dinheiro, nós do FONASEFE, como parte interessada, solicitamos a essa Secretaria, que seja convocada, para a primeira quinzena de abril uma reunião extraordinária da Mesa Nacional de Negociação Permanente”.Essa iniciativa tem por objetivo definir o valor desse montante que será destinado a minimizar as perdas salariais dos Servidores (as) Públicos Federais, ainda em 2024. Com isso, o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação será um recado extremamente importante ao governo federal, sendo necessária a permanência dos nossos/as filiados/as em estágio de mobilização, participando das atividades locais que serão divulgadas pela diretoria da APUR e pelo comando de mobilização. Outros pontos da Assembleia A Assembleia Geral da APUR, ocorrida na última terça-feira, 26, no Cetens, em Feira de Santana, também aprovou a reconstituição do Fundo Único de Greve e Mobilização, com o valor de R$51 mil e determinou que mensalmente 6% da arrecadação regular da APUR sejam depositados nesse fundo a partir de abril. Um outro ponto que foi discutido e aprovado foi a ocupação imediata da casa disponibilizada pela reitoria para a nova sede da APUR, que está localizada em Cruz das Almas. O espaço passará por uma reforma com custo de até R$75 mil, e a aquisição de equipamentos ou movelaria com o custo de até R$10 mil. O formato das próximas Assembleias Gerais também sofrerá mudanças que beneficiará a participação dos/as filiados/as. Os centros contarão com uma sala, que transmitirá simultaneamente a assembleia, onde o/a docente poderá participar ativamente, com exceção das assembleias que tenham como ponto de pauta campanha salarial ou greve. Por fim, devido ao avanço do tempo, o ponto sobre a apreciação do Conselho Fiscal das contas de 2019, 2020, 2021 e 2022 da APUR foi remanejado para a próxima Assembleia Geral.
Assembleia Geral da APUR aprova estado de mobilização em torno da luta pela Campanha Salarial rumo à construção da greve

A Assembleia Geral da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) rejeitou o indicativo de greve docente na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). A assembleia ocorreu nesta terça-feira, 26, no CETENS, em Feira de Santana. De acordo com a categoria, a mobilização acerca da Campanha Salarial se desenvolverá através de um calendário de atividades para elevar a pressão pela recomposição salarial. O indicativo de greve partiu de uma consulta enviada pelo ANDES – Sindicato Nacional após o governo federal comunicar uma proposta de 0% de reajuste salarial para este ano. O intuito era a deflagração de greve para o dia 15 de abril. Os/as docentes que participaram da Assembleia reconhecem os problemas enfrentados pela categoria e demonstraram insatisfação principalmente quanto a situação da defasagem salarial, que chega a quase 30% de corrosão pela inflação, e pelo arrocho no orçamento destinado à UFRB. Ainda conforme o entendimento, todos estes problemas só podem ser enfrentados através da luta organizada. Apesar de ter rejeitado a consulta por ampla maioria, a Assembleia Geral da APUR aprovou a criação de um calendário de intensificação das mobilizações e não descarta a possibilidade de uma greve futuramente, caso as negociações não avancem. Uma comissão de mobilização foi constituída, com membros de diferentes centros, para ajudar na organização de ações e atividades em torno da campanha salarial. Esta foi a Assembleia Geral da APUR com maior participação docente pós-pandemia, o que reforça o comprometimento da categoria em se organizar e mobilizar, além da urgência da pauta. Mobilizações Foram aprovados, também, uma paralisação nas atividades docentes da UFRB em 3 de abril (Dia Nacional de Paralisação e Mobilização) e adesão à marcha a Brasília dos/as servidores públicos federais, no dia 17 de abril.O comando de mobilização irá organizar atividades (debates, rodas de conversas etc.) no dia 03/04 para se aprofundar a discussão sobre as condições de trabalho, o orçamento da UFRB e a luta da campanha salarial. Participem!
APUR emite nota de apoio a favor do Sintrasem

Todo apoio à luta do Sintrasem. Repúdio aos ataques da prefeitura! Frente a provocação armada contra a greve dos servidores municipais de Florianópolis e se seu sindicato – O SINTRASEM – a Diretoria da APUR subscreve a nota da CUT SC e manifesta todo apoio e solidariedade a luta dos companheiros do SINTRASEM. A Diretoria da APUR vem à público repudiar as acusações feitas pelo prefeito Topázio e pela mídia que tentam ligar o SINTRASEM (@sintrasem) à queima de um caminhão da empresa terceirizada da coleta de lixo no Norte da Ilha. Ao invés de se preocupar em manter um serviço público de qualidade e atender as reinvindicações dos trabalhadores da COMCAP e da Prefeitura de Florianópolis, o prefeito Topázio dedica seu tempo para gravar vídeos para difamar o SINTRASEM na tentativa de enfraquecer a greve legítima dos trabalhadores. O SINTRASEM é um sindicato com mais de 35 anos de história em defesa dos direitos dos trabalhadores e da democracia, que tem o respeito de toda a comunidade de Florianópolis pelo trabalho sério que faz em defender um serviço público de qualidade para a população. As atividades e as deliberações das ações da entidade são públicas, acompanhadas pela imprensa e monitoradas pela Guarda Municipal de Florianópolis. Exigimos que o prefeito Topázio retrate-se pelas falsas acusações feitas ao SINTRASEM e esperamos que os culpados pelo crime sejam identificados e punidos. A APUR se solidariza à direção do SINTRASEM e aos trabalhadores da COMCAP e da PMF pelos ataques que estão sofrendo.