EDITAL 001/2021

EDITAL PARAELEIÇÕES DE REPRESENTANTES DOCENTES DO CONSELHO DIRETOR DO CFP/UFRB HOMOLOGAÇÃO DE INSCRIÇÕES A Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições, divulga a homologação da chapa inscrita para a eleição dos Representantes Docentes no Conselho Diretor do Centro de Formação de Professores: Vaga para representante titular e suplente Chapa 1 Siape Função Mara Aparecida Alves da Silva 2083037 Titular Lisana Rodrigues Trindade Sampaio 1046029 Suplente A votação ocorrerá no dia 23 de setembro de 2021, quinta-feira, na cabine virtual de votação que poderá ser acessada no endereço eletrônico http://eleicoes.ufrb.edu.br/ (clicando no link) ou pelo endereço enviado ao e-mail institucional no dia da eleição. A eleição ocorrerá das 08:00 às 20:00 horas. Amargosa – Bahia, 13 de setembro de 2021. Comissão eleitoral Janaine Zdebski da Silva David Romão Teixeira Thiago Costa.
DIRETORIA DA APUR SE REÚNE COM SINDICATOS DA REGIÃO PARA ORGANIZAR A LUTA CONTRA A PEC 32

Na manhã da última quinta-feira (9), a diretoria da APUR, representada pelo presidente José Arlen Beltrão, se reuniu com dirigentes sindicais do Recôncavo e do Vale do Jequiriçá para um diálogo sobre o contexto atual e as lutas que a classe trabalhadora vem enfrentando, em especial a Reforma Administrativa (PEC 32). Os sindicatos presentes se mostraram bastante preocupados com a situação, já que as notícias dão conta de que a Reforma Administrativa seja colocada em votação nas próximas semanas, e não há dúvidas de que será um processo bastante apressado. Diante de um cenário tão negativo, foi unanime a necessidade de unir forças entre todas as categorias de trabalhadores/as, sejam do setor federal, estadual ou municipal. Para os presentes, está mais que evidente que o governo Bolsonaro não apenas tem o projeto de destruir os serviços públicos, mas também de arrancar todos os direitos dos/as trabalhadores/as, precarizando ainda mais as condições. Caso seja aprovada, a PEC 32 será um dos piores ataques que o servidor e os serviços públicos sofrerão nos últimos tempos, e as categorias organizadas não podem deixar isso acontecer, por isso a importância da unidade na luta. Além das ações que cada sindicato já vem desenvolvendo, a reunião encaminhou algumas ações conjuntas que deverão ocorrer nos próximos dias: audiências públicas nas câmaras municipais das cidades em que esses sindicatos atuam, para que os parlamentares locais pressionem os estaduais; produção de material para veiculação em carro/moto de som; outdoor na BR-101; panfletos para conscientizar servidores públicos e população sobre a Reforma e continuar a pressão aos deputados federais baianos nas redes sociais. Junto à APUR, estiveram presentes na reunião: Ivone Lima – Sindicup/Cachoeira; Samuel Almeida – APLB Amargosa; Marcos Pereira – Sinpaf/Cruz das Almas; Elielson Aquino – Assufba/UFRB; Eli Samuel-Sinspumur/Santo Antônio de Jesus.
PARTICIPE DA NOSSA CAMPANHA: TODAS/OS CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA!

No último dia 31 de agosto, o relator da reforma administrativa na comissão especial da Câmara, o deputado Arthur Maia (DEM-BA), apresentou seu parecer com substitutivo à PEC 32 enviada pelo governo Bolsonaro. Representantes do governo fizeram questão de anunciar que a estabilidade estava mantida e que a proposta fora melhorada. Diferentes veículos de comunicação, especialmente aqueles que fazem lobby e campanha permanente em favor da reforma, destacaram em manchetes essa questão. Na realidade anunciaram uma mentira. A verdade é que diante da movimentação dos servidores públicos e demais setores da sociedade organizada, demonstrada em greves, paralisações, mobilizações e atos realizados no dia 18 de agosto, e da pressão crescentes sobre os parlamentares, o governo Bolsonaro e os porta-vozes da burguesia (quem realmente ganha com essa reforma) buscam emplacar um discurso que tem como objetivo arrefecer um movimento real de resistência que se amplia. Vale salientar que o substitutivo apresentado piora ainda mais a reforma. E a única saída para garantir a continuidade dos serviços públicos é exigir a retirada da PEC 32. Contudo, o tempo urge, pois o relator da proposta pretende colocá-la em votação no Plenário na semana do dia 13 de setembro. Assim, temos que ampliar a mobilização, ocupar as ruas, dialogar com a população e pressionar os parlamentares. Nesse sentido, a diretoria da APUR está lançando a campanha TODAS E TODOS CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA! E convida as/os docentes a se engajarem na campanha, enviando foto com o cartaz em anexo e também um vídeo curto (de até 25 segundos) dizendo porque é contra a reforma administrativa. Como sugestão e para auxiliar na gravação dos vídeos, listamos pelo menos 13 motivos destrutivos dessa reforma. A indicação é que, após gravarem o vídeo e/ou tirarem a foto, postem nas redes sociais e enviem para a secretaria da APUR (zap: 75- 99264-5495; e-mail: apurdiretoria@gmail.com). O material produzido será veiculado em nossas redes sociais e um vídeo compilado será criado. Sigamos juntas/os nessa luta! 13 MOTIVOS PARA CANCELAR A PEC 32, JÁ! Sou contra a Reforma Administrativa: 1. Porque acaba com a estabilidade e substitui servidores concursados por apadrinhados políticos; 2. Porque privatiza os serviços públicos e abre as portas para cobranças de mensalidades e taxas; 3. Porque favorece a perseguição, o assédio e a demissão de servidores por motivos políticos; 4. Porque desestrutura as carreiras e dificulta os reajustes salariais dos servidores; 5. Porque concede ao presidente e aos governadores o poder de extinguir Universidades Públicas; 6. Porque possibilita a redução de salário e de jornada de trabalho de servidores concursados; 7. Porque favorece esquemas de “rachadinhas” e a corrupção nos serviços públicos; 8. Porque o SUS deixará de existir, em seu lugar a população receberá um vale-saúde; 9. Porque precariza os serviços públicos; 10. Porque será o fim da vacinação pública e gratuita: tudo será privatizado e pago. 11. Porque aumenta ainda mais os cargos de indicação política no serviço público; 12. Porque aumenta os empregos temporários nos serviços públicos; 13. Porque aumenta a transferência de dinheiro do contribuinte para empresas privadas prestarem serviços públicos. Compartilhe os materiais da campanha:
REUNIÃO SINDICAL DO CETENS DISCUTE CONDIÇÕES DE TRABALHO DOCENTE

Nesta quarta-feira (8), a direção da APUR, representada pelos professores José Arlen Beltrão e Sérgio Rocha, participou de uma reunião sindical com os/as docentes do Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS); com o objetivo principal de pautar as questões sobre as condições trabalho inerentes ao centro de ensino que serão levadas posteriormente à mesa de negociação com a reitoria da UFRB. Por entender a diversidade e as diferenças dos centros de ensino da UFRB, a diretoria da APUR viu a necessidade de discutir separadamente as condições de trabalho necessárias para um possível retorno às atividades presenciais, já que o conselho da universidade já aprovou o retorno de algumas atividades. A diretoria da APUR entende que o ensino remoto não atende às expectativas do projeto da nossa universidade, até porque desqualifica a própria qualidade do trabalho docente. O ensino presencial, por sua vez, é aquele capaz de dar consequência ao projeto de universidade defendido, a um ensino de qualidade, por isso que a direção da APUR defende tal ensino. No entanto, essa defesa tem que estar condicionada à segurança da comunidade acadêmica. O ensino presencial é insubstituível, mas depende das condições de segurança e de trabalho, por isso a necessidade de observar o respeito ao protocolo de biossegurança em cada centro de ensino. Além das demandas ligadas diretamente ao momento atual como, entre outras questões, condições para a volta às atividades presenciais, as necessidades específicas do CETENS para essa volta, necessidade de uma normatização do tempo de tela (que tem resultado em estafa e problemas como irritação nos olhos), se atentando para que as normatizações reflitam que os cursos têm estruturas diferentes; as falas levantaram a importante discussão sobre sobrecarga e acúmulo de funções, já que muitos apontaram situações em que docentes se veem obrigados a exercer funções que deveriam ser desenvolvidas por servidores técnicos. Além da sobrecarga de trabalho de preparar aula, gravar vídeos, fazer gestão, já que o trabalho docente não é somente dar aula, o docente tem feito trabalho do servidor técnico como, por exemplo, fazer atas, preencher formulários. Diante disso, é urgente pensar numa dinâmica de trabalho que garanta os direitos dos/as docentes e evite os desvios de função. A reunião também levantou a urgência em rediscutir a resolução de progressão para, entre outras coisas, evitar prejuízos financeiros aos professores e professoras. O último ponto de pauta discutido foi a reforma administrativa e a conjuntura atual. A avaliação da direção da APUR não poderia ser outra, está mais que exposto que o governo Bolsonaro não implementou nenhuma medida de combate ao coronavírus, mas, pelo contrário, se negou a combater a pandemia e continuou com as reformas que retiram direitos e pioram a condição de vida do trabalhador. A reforma administrativa, mais especificamente, ataca diretamente o servidor e os serviços públicos e coloca em risco a própria existência da universidade pública, por meio do artigo que delega ao presidente a possibilidade de transformar, fundir ou acabar com autarquias. Nesse sentido, a PEC 32 é uma reforma que preocupa todas as categorias do serviço público e merece atenção e esforços para combatê-la. Aberta as discussões sobre o tema, foi apontada a necessidade de inserir a pauta do orçamento da universidade na luta contra a reforma e pelo Fora Bolsonaro, uma maior inserção dentro e fora da universidade e uma inovação nos instrumentos de luta. Por fim, a direção da APUR se comprometeu a levar as pautas levantadas para a próxima reunião com a reitoria, em especial a resolução de progressão e o acúmulo de função dos/as docentes. Sobre esse último ponto, a direção da APUR também irá solicitar uma reunião com a direção do CETENS, pois entende que se deva lutar em todas as frentes, para resguardar os/as professores/as, para que não lhes sejam atribuídas funções que não são suas, mas também a boa relação entre as categorias. A direção da APUR também convidou os/às presentes para uma nova reunião futuramente, que discuta mais definidamente as condições do CETENS para receber as atividades presenciais.
EDITAL PARA ELEIÇÕES DE REPRESENTANTES DOCENTES
DO CONSELHO DIRETOR DO CFP/UFRB

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