Comissão Eleitoral da APUR divulga resultados das eleições para representação sindical nos Centros

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) elegeu representantes sindicais para os Centros CCAAB, CETEC, CETENS e CFP, na última segunda-feira, 8, e terça-feira, 9. A votação, que é válida para o biênio 2026-2027. Ao todo, 27 professores/as filiados/as votaram. As chapas tinham candidaturas únicas e todas foram eleitas. Os resultados foram homologados pela Comissão Eleitoral, que é composta pelos professores David Romão, Juliano Campos e Talita Honorato, nesta quarta-feira, 10. Confira a relação nominal das chapas únicas eleitas abaixo: Representante Sindical do CCAAB – 8 votos recebidos, 0 brancos e 0 nulos Representante: Leila de Lourdes Longo Suplente: Lucas Zenha Antonio Representante Sindical do CETEC – 3 votos recebidos, 0 brancos e 0 nulos Representante: Nilton Cardoso da Silva Suplente: Manasses Almeida Gomes Representante Sindical do CETENS – 3 votos recebidos, 0 brancos e 1 nulo Representante: Priscila Brasileiro Silva do Nascimento Suplente: Wilon Mazalla Neto Representante Sindical do CFP – 11 votos recebidos, 0 brancos e 1 nulo Representante: Débora Alves Feitosa Suplente: Ricardo Pacheco Reis
APUR passa oferecer Wellhub/Gympass para todos/as filiados/as; saiba como obter benefício

Pensando no bem estar da categoria, a atual direção firmou esta nova parceria, fornecendo as/os sindicalizados/as uma ampla rede de academias, estúdios de atividades físicas, escolas de dança, natação e outras categorias esportivas, por um preço acessível e com a comodidade de poder treinar em qualquer lugar. A APUR oferece o benefício aos docentes filiados/as e já está valendo, para aproveitar a novidade, os/as nossos/as associados/as devem seguir algumas etapas: 1. Acessar e preencher o formulário: https://forms.gle/H5ocfVSSc1oNdJLf9 2. Após receber o convite, entre no site ou faça o download do app do Wellhurb/Gympass sua loja de aplicativos; 3. Crie uma conta com o e-mail cadastrado e escolha um plano que combina com você. 4. Selecione uma forma de pagamento para ativar o seu plano. Para ter acesso ao Wellhub e a outros benefícios como assessoria jurídica e outros convênios filie-se a APUR. A filiação pode ser feita online através do nosso site: https://apur.org.br/ Filia-se a APUR e faça parte dessa novidade!
Lançamento de livro de Cidinha da Silva em comemoração aos 75 anos de Sueli Carneiro reúne docentes antes de Marcha das Mulheres Negras

A escritora negra Cidinha da Silva lançou o livro “Só bato em cachorro grande, do meu tamanho ou maior – 81 lições do método Sueli Carneiro”, na sede do Grupo Nzinga de Capoeira Angola, em Brasília, na noite desta segunda-feira, 24. O evento, que é uma preparação para a Marcha das Mulheres Negras desta terça-feira, 25, contou com a participação da Diretoria da APUR, de escritores, filósofos, cientistas políticos, dentre outros. O livro “Só bato em cachorro grande, do meu tamanho ou maior – 81 lições do método Sueli Carneiro” é uma homenagem aos 75 anos de Sueli Carneiro que, de acordo com a escritora Cidinha da Silva, é a maior pensadora negra brasileira viva. Na primeira imagem acima, as professoras Talita Lopes Honorato (Vice-presidenta da APUR); Emmanuelle Félix (Tesoureira da APUR) e Maíra Lopes (Secretária) posam ao lado de Sueli Carneiro. Na segunda foto, Cidinha da Silva autografa um exemplar adquirido por Emmanuelle Félix. Abaixo, separamos alguns links de livrarias virtuais nas quais pode ser encontrado o livro “Só bato em cachorro grande, do meu tamanho ou maior – 81 lições do método Sueli Carneiro”. https://www.amazon.com.br/bato-cachorro-grande-tamanho-maior/dp/6589828474 https://www.livrariascuritiba.com.br/so-bato-em-cachorro-grande–do-meu-tamanho-ou-maior-lv535826/p?srsltid=AfmBOoowlx9nvP-6ab7lxfWDlOK59inxGFq6RLe_7Ue4fb2Jb4A8AFoJ https://www.livrariabaleia.com.br/product-page/s%C3%B3-bato-em-cachorro-grande-do-meu-tamanho-ou-maior
APUR participa de reunião de Grupo de Trabalho de Política de Classe do ANDES-SN em Brasília

A vice-presidenta da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), profa. Talita Lopes Honorato, esteve presente na reunião do Grupo de Trabalho de Política de Classe para as Questões Étnico-raciais, Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS), que aconteceu entre o sábado, 22, e esta segunda-feira, 24. O encontro ocorreu na sede do ANDES-SN, em Brasília, no Distrito Federal, e reuniu seções sindicais base de todo o Brasil. A abertura da reunião ocorreu na tarde de sábado, 22, tendo como principal ponto o debate sobre a conjuntura nacional e a urgência de uma marcha de mulheres negras no Brasil. No dia seguinte, os/as docentes discutiram os direitos de famílias atípicas e de docentes nas universidades, Ifs e Cefets, bem como as resoluções do 68° CONAD. Por fim, na segunda-feira, 24, os/as professores/as se reuniram novamente para discutir as propostas para o 44° Congresso do ANDES-SN, que ocorrerá em Salvador entre os dias 2 e 6 de março de 2026. Marcha das Mulheres Negras Nesta terça-feira, 25, mulheres negras de todo o País marcharão em Brasília durante a tradicional Marcha das Mulheres Negras. A APUR também marcará presença neste evento em mais uma iniciativa de fortalecimento de ações antirracistas.
25 de novembro – Marcha preta de mulheres negras

Prof. Dr. José Raimundo Santos CAHL/UFRB Três dias após a prisão do genocida da pandemia no Brasil, elas que quando se movimentam abalam as estruturas, se reúnem em Brasília e em marcha vão mais uma vez demonstrar a força das mulheres negras. Num cenário político na qual a presidência se abstém de colocar no STF uma mulher negra, torna-se evidente a distância entre o pensar político da esquerda, que ainda insiste em dissociar raça do capitalismo. Esta é a consequência de um colonialismo que teve na raça sua principal força de trabalho, uma verdadeira alavanca que impulsionou formas exploratórias do negro, desumanizando e subalternizando esses indivíduos, tornando-os peças fungíveis numa estrutura de acumulação de capital cada vez mais violenta e selvagem. Mas diante da necessidade de mercado consumidor para a nova forma de colonialismo emergente, industrialização, houve uma troca do discurso, os corpos negros escravizados viraram operários explorados. E o explorador continuou o mesmo. Vejamos, se o explorado e o explorador são os mesmos, logo o sistema apenas ganhou novo nome, mais um conceito a ser tratado na emergente teoria crítica e social da época. Sim, as mulheres negras neste contexto estavam sempre na rabeira da exploração, seu corpo e sua alma sempre foram segregados e transformados em objetos, a comercialização do seu corpo já foi propaganda oficial do turismo em diversos contextos. Mas foram elas que romperam com a segregação política do movimento feminista, tutelado por uma esquerda branca, e fizeram ecoar suas pautas no movimento das saias de Oya e no reflexo do Abebé de Oxum, iluminando o Ori da população negra e construindo pautas de identidade e fortalecimento da autoestima. Essas mulheres pretas romperam com a fungibilidade, tornaram-se essenciais e protagonistas de um fazer político que agrega e fortalece seu ser. Amanhã teremos mais certeza ainda que essas mulheres pretas, algumas mães pretas de meninos pretos, estarão em marcha e luta, defendendo a tod@s (não é documento oficial) nós e reivindicando algo que nos foi negado em sua essência, a liberdade e a igualdade para um BEM VIVER. Boa marcha para tod@s nós!!! *Esse é um texto de opinião publicado no “Espaço do Professor/a”, aberto a todos/as filiados/as. Como todos os textos desta seção, não necessariamente reflete a opinião política da diretoria da APUR.