APUR

ANDES-SN divulga local no 33º Congresso

Nesta terça-feira (17), o ANDES-SN divulgou, por meio da Circular nº 258/2013, o local do 33º Congresso do Sindicato Nacional, além de algumas opções de hospedagem (confira). Instância máxima de deliberação do ANDES-SN, o 33º Congresso será realizado no Centro Pedagógico Paulo Freire, na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís (MA), entre 10 e 15 de fevereiro. O 33º Congresso do ANDES-SN, que tem como tema central ANDES-SN na defesa dos direitos dos trabalhadores: organização docente e integração nas lutas sociais, foi convocado em outubro e é organizado pela Associação dos Professores da Universidade Federal do Maranhão (Apruma), Seção Sindical do ANDES-SN, conforme deliberação do 32º Congresso, realizado em março deste ano, no Rio de Janeiro. Contribuições ao Anexo do Caderno de Textos Até o dia 27 de janeiro, as contribuições que irão compor o anexo ao Caderno de Textos podem ser encaminhadas pelas Seções Sindicais ao ANDES-SN. O anexo será publicado no dia 30 de janeiro. O ANDES-SN divulgou, nesta no dia 26 de novembro, o Caderno de Textos do 33º Congresso. O documento foi encaminhado por meio da Circular nº 243/13 (confira) para as Seções Sindicais, Secretarias Regionais e diretores do ANDES-SN. O Caderno de Textos também estará disponível aos participantes do 33º Congresso no local do evento, e no site do ANDES-SN, aos demais sindicalizados (leia o Caderno de Textos aqui). Credenciamento prévio Para facilitar o processo de inscrições, os delegados e observadores ao 33º Congresso poderão realizar o credenciamento prévio, enviando a documentação regimental, iniciado desde o dia 3 de dezembro.

Estudantes da UFRB e professor a UFCG protestam contra más condições de ensino

Estudantes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) realizaram mobilização no campus de Santo Antônio de Jesus, em que está sediado o Centro de Ciências da Saúde (CCS), para cobrar melhores condições de ensino. Eles apresentaram cartazes com exposição dos problemas, participaram de um “banhaço”, no qual tomaram banho de mangueira em protesto contra a falta de climatização das salas e contra a infraestrutura do prédio que ajuda a elevar a temperatura em seu interior, impossibilitando transcorrência normal das aulas. “O destaque não é o calor e os estudantes assistindo às aulas de roupa de banho, como ressaltou as TVs e os veículos de imprensa que cobriram a manifestação, e sim o que está por trás dessa imagem: o conjunto de problemas que eles denunciaram durante o protesto. Ou seja, o modelo de financiamento das Instituições Federais de Ensino (IFE) implantado pelo Ministério da Educação (MEC) que quer expansão com precarização”, afirma Herbert Martins, vice-presidente Seção Sindical dos Professores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Apur-SSind. do ANDES-SN). Ele cita como alguns dos mais graves, a falta de livros na biblioteca e de estágio para os estudantes da área de saúde do campus de Santo Antônio de Jesus. “Precisamos urgentemente de um hospital-escola”, declara o dirigente da Apur. Informações do movimento estudantil dão conta de que, na semana passada, professores deram aula na parte externa do pavilhão em razão do calor. Estudantes fotografaram o abandono das obras inacabadas que, na avaliação deles, têm prejudicado o andamento das atividades acadêmicas, “tornando-se símbolo de descaso e de desperdício do dinheiro público”, ratificou Maria Cláudia Barreto. O movimento estudantil denunciou, sobretudo, que a chegada do curso de medicina tem ofuscado problemas que prejudicam a comunidade acadêmica e a comunidade do bairro do Cajueiro. “O CCS enfrenta problemas de insuficiência de professores, obras inacabadas – como os prédios de laboratórios, do Serviço de Atendimento Psicológico, do Restaurante Universitário, da Biblioteca Setorial, do auditório e da urbanização do centro – e ainda a deficiência na acessibilidade à Residência Universitária, além da ausência de oferta de transporte e de motoristas para que os estudantes circulem entre os campi da UFRB para atividades acadêmicas”, informa. Os estudantes dizem ter constatado “que, para o poder público municipal, a UFRB ainda não chegou, basta olhar o entorno do bairro Cajueiro, no qual não há calçadas e passeios públicos; não há iluminação pública; o transporte público é ineficiente; as Unidades de Saúde da Família não têm profissionais, nas quais muitos não querem cadastrar os estudantes, chamando-os de demanda flutuante; não há opção de lazer e cultura, nem espaços para atividades físicas; não há arborização, o que agrava ainda mais o calor em determinadas épocas do ano”, afirmam os estudantes. Quanto ao Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus, agora chamado de hospital-escola, até pouco tempo atrás expulsava de suas dependências estudantes e professores do CCS; limitando o número de vagas para campo de estágio e aulas práticas, sendo estes, preteridos em alguns setores do hospital por faculdades particulares da região, dificultando até mesmo a realização de pesquisa e extensão. Os estudantes afirmam que a direção do CCS e a reitoria da UFRB sabem do boicote. Professor suspende aula por falta de condições de trabalho Na Paraíba, o professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Ivanildo Fernandes suspendeu as aulas por falta de condições de trabalho. Os estudantes das disciplinas Ergonomia 1 e 2 estão sem aula porque o docente não suportou as precárias condições de trabalho e decidiu parar. Professor da Unidade Acadêmica de Engenharia de Produção, Fernandes diz que a sala 6 do Bloco Reenge, no Campus de Campina Grande, tem ares-condicionados quebrados, paredes mofadas, janelas e vidros quebrados, falta de cadeiras para os estudantes e computador e equipamento de Datashow quebrados. Ele disse ter comunicado sua decisão por escrito, no início do semestre, às coordenações administrativas de sua Unidade Acadêmica e das Unidades de Engenharia de Petróleo e de Engenharia de Materiais, afetadas pela suspenção das atividades. No documento o professor relaciona como impedimento para o prosseguimento das aulas as más condições físicas e ambientais a que está submetido juntamente com os estudantes; o fato de os equipamentos necessários para as aulas estarem quebrados e a inexistência de cadeiras suficientes para todos os estudantes matriculados. O professor ressalta que “há mais de nove meses os dois ares-condicionados da sala estão quebrados e que apesar de inúmeras solicitações de consertos os problemas não foram resolvidos”. Ele explica que em todos os horários de aula está comparecendo à sala com a caderneta de frequência dos estudantes e registrando a aula, para comprovar que quer trabalhar, mas não tem condições de cumprir a tarefa. Para ele, “a precarização do trabalho docente na universidade é resultado do descaso com os aspectos didático, metodológico e pedagógico da universidade. Ela hoje está preocupada simplesmente com números de estudantes em sala de aula”, avalia o professor. Antes de suspender as aulas, Fernandes era obrigado a ministrar aulas somente teóricas por falta de equipamentos e de laboratórios suficientes para todos os estudantes. Diz que solicitou a compra dos equipamentos necessários à universidade, mas nunca foi atendido. Ele diz que outras salas do local também estão em más condições: sem conforto térmico, refrigeração, iluminação adequada e limpeza. O coordenador administrativo da Unidade Acadêmica de Engenharia de Produção, Agostinho Nunes Costa, disse que recebeu a comunicação de Ivanildo e a encaminhou a outros setores da universidade, como, por exemplo, para a direção do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT) e à Pró-Reitoria de Ensino. “Só recebemos um e-mail da direção do Centro informando dispor de Datashow e ares-condicionados para a sala 06 do Reeenge, mas até agora a reposição dos equipamentos não aconteceu”. “Infelizmente, a atitude do professor Ivanildo não é um caso isolado. Quase todos os dias recebemos queixas dos mais variados tipos que vão desde a falta de carteiras nas salas de aula, de livros na biblioteca, de laboratórios, de professores até equipamentos quebrados, goteiras, infiltrações e todo tipo de situação que

Alunos da UFRB realizam mobilização em Santo Antonio de Jesus

Desde a sua instalação a instituição enfrenta sérios problemas que ainda não foram sanados Os alunos da UFRB em Santo Antonio de Jesus realizaram nesta sexta-feira (13) uma mobilização na parte interna da instituição para cobrar melhores condições de ensino na Universidade. “Mesmo com o cancelamento da aula Magna de Medicina por parte da reitoria, os alunos de todos os cursos se reuniram no interior do campus da UFRB em SAJ em protesto contra os vários problemas pelos quais passamos, nós vamos continuar lutando”, destacou o estudante Joab Venancio a Redação da Criativa On Line. “A mobilização consistiu em cartazes expondo os mais diversos problemas com a realização de um “banhaço” no qual os alunos usaram roupas de banho e promoveram um banho de mangueira em protesto contra a falta de climatização das salas e sua infra-estrutura que elevam a temperatura em seu interior impossibilitando que as aulas transcorram normalmente”, enfatizou Samára Sampaio. Durante a semana alguns professores tiveram que dar aulas na parte externa do pavilhão. “Os alunos também percorreram e fotografaram o abandono das obras inacabadas que têm prejudicado o andamento das atividades acadêmicas, se tornando um símbolo de descaso e desperdício do dinheiro público”, ratificou Maria Cláudia Barreto. Outras informações importantes: O Movimento Estudantil do CCS/UFRB vem a público informar a população do Recôncavo a respeito da mobilização que está acontecendo no Centro de Ciências da Saúde da UFRB – Campus Santo Antonio de Jesus. O período pelo qual passamos é de extrema importância dada a dimensão que se tomou a chegada do curso de medicina. Reiteramos que somos absolutamente a favor da chegada do referido curso e saudamos aos nossos nobres colegas, principais responsáveis pela luta para sua implantação, embora nossos representantes políticos sempre receba os louros de tal conquista. Para quem utiliza diariamente as dependências do Centro de Ciências da Saúde e seu entorno, percebe que a tão anunciada chegada do curso de medicina tem ofuscado problemas que assolam a comunidade acadêmica e a comunidade do bairro do Cajueiro de modo geral. Os alunos do CCS enfrentam atualmente problemas como insuficiência de professores, obras inacabadas como a construção dos prédios de laboratórios, do Serviço de Atendimento Psicológico, do Restaurante Universitário, da Biblioteca Setorial, do auditório e da urbanização do centro e ainda a deficiência na acessibilidade à Residência Universitária, além da ausência de oferta de transporte e de motoristas para que os alunos circulem entre os campi da UFRB para atividades acadêmicas. Nesse período de calor, também vem à tona a falta de climatização das salas de aula que possuem uma arquitetura que não condiz com as altas temperaturas enfrentadas em Santo Antonio de Jesus, o que tem prejudicado substancialmente o desempenho dos estudantes durante as aulas. Chegamos a constatação de que para o poder público municipal a UFRB ainda não chegou. Basta olhar o entorno do bairro Cajueiro, no qual não possui calçadas/passeios públicos; há insuficiência de iluminação pública, o que prejudica a segurança no final do dia; o transporte público é ineficiente; as Unidades de Saúde da Família com ausência de profissionais, nas quais muitos não querem cadastrar os estudantes, chamando-os de demanda flutuante. Não se tem opção de lazer e cultura, não há espaços para atividades físicas; não arborização, agravando ainda mais o calor em determinadas épocas do ano. Quanto ao Hospital Regional de Santo Antonio de Jesus, agora chamado de hospital-escola, há pouco tempo o mesmo expulsava de suas dependências estudantes e professores do CCS; limitando o número de vagas para campo de estágio e aulas práticas, sendo estes, preteridos em alguns setores do hospital por faculdades particulares da região, dificultando inclusive a realização de pesquisa e extensão, sendo que a direção do CCS e a Reitoria da UFRB possuem conhecimento. Diante disso decidimos não nos calar. A chegada de medicina marca um novo tempo para a região, mas, por si só não fará as mudanças que a sociedade santoantoniense e do Recôncavo precisam. A UFRB tem muito potencial para contribuir com o desenvolvimento social de nossa população. Embora ainda insuficiente, temos um corpo docente bem capacitado e alunos que tem sustentado o IGC 4, o que coloca esta universidade entre as melhores do país. Temos a certeza de que com infra-estrutura adequada podemos levar o Recôncavo mais longe. Nesse sentido, precisamos da união de todos aqueles que lutaram pela chegada da UFRB, para que o governo e a própria gestão da universidade atenda nossas demandas, consolidando de fato a nossa Universidade. * Movimento Estudantil do Centro de Ciências da Saúde da UFRB – Santo Antonio de Jesus. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECONCAVO DA BAHIA – UFRB CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – CCS MOVIMENTO ESTUDANTIL – ME/CCS _______________________________________________________________________  Santo Antonio de Jesus, 13 de Dezembro de 2013  Relatório da situação das obras do CCS  1.      Pavilhão de laboratórios  RELATÓRIO SIPEF EM 01 DE ABRIL DE 2013 Prazo para retorno das obras Prazo para conclusão Situação Atual Detalhes da obra 180 dias 270 dias após retorno Paralisada No link da fonte  2.      Sede administrativa do centro  CONCORRÊNCIA 03/2009 Empresa licitada: CLIPS Construções e Serviços LTDA ME Valor Estimado na licitação: 2.793.615,53 Contrato 33/2013 (Concorrência 03/2009) rescindido em agosto de 2010   CONCORRENCIA 02/2012 Empresa licitada: Matrix Construtora LTDA EPP Valor Estimado na licitação: 2.951.935,75   RELATÓRIO SIPEF EM 01 DE ABRIL DE 2013 Prazo para retorno das obras Prazo para conclusão Situação Atual Detalhes da obra 30 dias 270 dias após retorno Obras retomadas/ Em andamento No link da fonte  3.      Unidade de Serviço de Psicologia  CONCORRENCIA 07/2011 Empresa licitada: Construtora Mota Passos LTDA Valor Estimado na licitação: 1.213.486,76   RELATÓRIO SIPEF EM 01 DE ABRIL DE 2013 Prazo para retorno das obras Prazo para conclusão Situação Atual Detalhes da obra *Final do primeiro semestre de 2013 120 dias após retorno Paralisada No link da fonte   CONCORRENCIA 02/2013 Empresa licitada: EMITECH Construções e Serviços LTDA EPP Valor Estimado na licitação: 691.867,30 OBS: A obra permanece paralisada   4.      Conforme análise da ata de concorrência 06/2010 da Comissão Permanente de Licitação da UFRB, as obras da