APUR e ANDES disponibilizam ônibus para ato unificado em Salvador nesta segunda-feira, 3

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), junto com o ANDES-SN, está disponibilizando um ônibus para o ato unificado dos/das servidores/as federais da Educação, no Campo Grande, em Salvador, na próxima segunda-feira, 3, às 14h. O veículo sairá pela manhã. O ato reunirá os comandos locais de greve da UFRB, UFBA, FASUBRA, UFSB e o SINASEFE. Para solicitar vaga no transporte, a sinalização deve ser feita à APUR por e-mail (apurdiretoria@gmail.com) ou WhatsApp (75) 99871-6597. O ato unificado acontecerá em todas as capitais brasileiras e tem o intuito de pressionar o governo federal, que estará em reunião com o ANDES-SN e demais entidades sindicais, para exigir que haja continuidade às negociações e que as nossas pautas sejam atendidas, incluindo a apresentação de uma proposta que recomponha o orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e o justo reajuste salarial pleiteado pela categoria. A mobilização acontece dias após o governo federal fechar acordo com a PROIFES, órgão sem registro e que não tem legitimidade, e desrespeitar docentes, discentes e técnico-administrativos, uma vez que não há recomposição orçamentária das IFES, muito menos recomposição das perdas inflacionárias que incidem nos salários e o congelamento dos vencimentos neste ano, além do aprofundamento da desestruturação na carreira. A situação é ainda mais vexatória porque quase todas as assembleias de base, inclusive as que a PROIFES diz representar, rejeitaram a proposta do governo federal. Esta é mais uma tentativa clara e vergonhosa de enfraquecer a greve dos/das docentes federais.O ato unificado desta segunda-feira, 3, é decisivo e importante para fortalecermos a nossa greve. Por essa razão, é necessária a presença de todos/todas para pressionarmos o governo federal e conseguirmos nossos direitos. NEGOCIA JÁ, LULA!
APUR inicia reforma de futura sede em Cruz das Almas

A Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR) estará de casa nova em breve. Isso porque, na última quinta-feira, 23, começaram as obras na futura sede da seção sindical. A mudança tem o intuito de ser um espaço definitivo e acolhedor que comporte funcionários, móveis, equipamentos e docentes, possibilitando melhores condições de trabalho no dia a dia, além de atender demandas de reuniões mais ampliadas. O espaço que abrigará a APUR está localizado em Cruz das Almas. A nova sede foi concedida pela Reitoria da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) à seção sindical durante a última rodada da mesa de negociação local de 2023. Desde a fundação da APUR, em 2008, a categoria luta por um espaço físico em que possa receber filiados, realizar reuniões com a categoria docente e manter sues documentos e material em boas condições de conservação. A APUR já teve uma sede concedida e que foi ocupada. No entanto, o espaço necessitava de melhorias e, por falta de recursos financeiros, acabou desabando. Por essa razão, seguimos até hoje em espaço provisório. Nova sedeA casa da nova sede também necessita de melhorias urgentes. Nesse sentido, na assembleia docente realizada no último dia 26 de março de 2024, foi aprovado o uso dos recursos da APUR para a reforma desse espaço tão importante para o seu sindicato.A nova sede será o marco de uma nova fase na construção da história da APUR!
Comando Local movimenta semana de greve na UFRB

O Comando Local de Greve (CLG) realizou diversas atividades nos campi da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e na comunidade externa nesta semana. As mobilizações fazem parte da agenda de lutas dos/das docentes em prol da recomposição orçamentária da UFRB e do justo reajuste salarial pedido pela categoria. Houve panfletagem, reuniões, negociações, oficinais pedagógicas, entrevista em rádio, assembleia, dentre outros. Segunda-feiraO Comando Local de Greve se reuniu na última segunda-feira, 20, para decidir as atividades durante a semana. Terça-feiraAs mobilizações começaram na terça-feira, 21, com o Comando Local em mesa de negociação com a Reitoria da UFRB. Na ocasião, foram discutidas as demandas da categoria, como a situação contratual dos/das substitutos/as, a modalidade de ensino após a greve, a retomada da implementação das bolsas Pibex e de outros editais, as questões orçamentárias universitárias, dentre outros.À tarde houve uma reunião docente nos Centros CCAAB e CETEC. Em seguida, foram desenvolvidas oficinas pedagógicas que contaram com a participação de discentes da universidade.Em atividade externa à universidade, o professor Arlen Beltrão e a professora Leila Longo, respectivamente presidente e vice-presidenta da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), participaram do programa Microfone Aberto, da rádio Santa Cruz FM, e explicaram a importância do movimento paredista para a recomposição orçamentária da UFRB e o recomposição das perdas salariais dos/das docentes. Quarta-feiraJá na quarta-feira, 22, o Comando Local desenvolveu atividades nos Centros CAHL, CECULT E CFP.No CAHL foi realizada uma reunião docente, com intuito de analisar a proposta do governo e, em seguida, uma feijoada coletiva junto ao movimento estudantil. CECULTJá no CECULT, a categoria se reuniu para repassar informações sobre a greve em curso na UFRB, assistir à exibição do filme Linha de Montagem e debater sobre a influência do movimento grevista na sociedade. CFPOs/as docentes do CFP participaram de uma plenária de avaliação e diálogo sobre a greve de 2024: debatendo sobre a pauta local do CFP e a intervenção política/cultural. Quinta-feiraNa quinta-feira, 23, foi realizada a Assembleia Geral da APUR que reprovou por unanimidade a proposta do governo federal e apresentou princípios para uma contraproposta.Encerrando o dia, os/as docentes participaram da Feira Mais Saúde na UFRB, em Cruz das Almas, através de panfletagem, informando ao público presente sobre a greve, as condições de emprego e a grave situação orçamentária que se encontram as Instituições de Ensino Superior Federal (IFES).
Assembleia Geral da APUR rejeita por unanimidade proposta do governo federal e apresenta princípios para uma contraproposta

Os/as docentes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) decidiram por rejeitar a proposta de reajuste salarial e recomposição orçamentária do governo federal. A decisão aconteceu durante a Assembleia Geral da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), que contou com a presença de 109 docentes, nesta quinta-feira, 23, em Cruz das Almas. A categoria entende que a proposta é insuficiente e não abrange todos os níveis da carreira. A proposta rejeitada pelos/as docentes foi enviada às representações sindicais na última quarta-feira, 15, durante a Mesa Específica Temporária de Carreira. O governo propõe o congelamento dos salários em 2024 e recomposição salarial de 12,8% a 17,6% para 91,8% dos/as servidores/as da educação, o que corresponde à desestruturação da carreira com a redução dos steps, desprezo aos/às aposentados/as, perdas salariais devido à inflação para cerca de 93,7% da categoria, dentre outros. Além disso, a recomposição orçamentária para os Institutos Federais de Ensino Superior (IFES), que é de R$ 347 milhões, é muito aquém dos R$ 2,5 bilhões reivindicados pela ANDIFES para 2024. Veja o resumo que o ANDES-SN fez sobre a proposta do governo federal abaixo: Abaixo a avaliação da proposta do governo federal pela APUR: Encaminhamentos Além da rejeição à proposta do governo, os/as docentes aprovaram os seguintes encaminhamentos durante a Assembleia Geral da APUR desta quinta-feira: 1. Exigir do governo a manutenção da mesa de negociações; queremos negociar! 2. Autorizar o Comando Nacional de Greve (CNG) a construir uma contraproposta para protocolar no Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), no dia 27/5, com os seguintes itens: * Defender o reajuste para 2024, considerando a inflação do período; priorizar o reajuste linear para toda categoria. * Carreira – Aprovar mesa de negociação permanente. Não avançar na desestruturação dos níveis da carreira. * Orçamento de Custeio e Investimento – aprovar mesa de negociações permanente com os sindicatos. * Indicar ao CNG a necessidade de fazer pressão no Ministério da Educação (MEC), no ministro Camilo Santana e na Câmara de Deputados (Fora Lira). * Indicar ao CNG a necessidade de enviar um ofício ao Feijóo, explicitando que somente o ANDES e SINASEFE possuem carta sindical, e que não aceitamos presença do PROIFES na mesa de negociação (pois não são legais, nem legítimos e nem representação). * Atualizar a Pauta Local da UFRB. * Pressionar a bancada baiana na Câmara.
Comando Local de Greve discute com a Reitoria situação dos substitutos, calendário acadêmico e orçamento da UFRB

Os/as docentes que compõem o Comando Local de Greve da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) participaram de uma reunião com a Reitoria, nesta terça-feira, 21, em Cruz das Almas. O encontro teve o objetivo de discutir as demandas da categoria, como a situação contratual dos/as substitutos/as, a modalidade de ensino após a greve, a retomada da implementação das bolsas Pibex e de outros editais, as questões orçamentárias universitárias, dentre outros. SubstitutosO Comando Local de Greve da UFRB pediu explicações acerca da situação dos/das substitutos durante o período de greve. De acordo com a Reitoria, os/as substituto/as que têm a possibilidade de renovação terão seus vínculos empregatícios renovados.Aqueles/aquelas que completam 24 meses e que, portanto, a lei proíbe a renovação e os/as que concluem o período de substituição terão seus vínculos encerrados, seguindo o procedimento habitual padrão. Ficou encaminhando que a reitoria irá convidar a APUR para acompanhar todas as questões relativas aos substitutos, durante e após a greve, principalmente quando se discutir os contratos desses/as docentes. O comando de greve também solicitou que os diferentes órgãos da universidade fossem informados que não se deve solicitar aos/às professores/as, substitutos ou efetivos, informações se esses estão ou em greve, visto que essa conduta pode configurar assédio e ataque ao direito de greve. A entidade representativa, nesse caso a APUR, é a responsável por comunicar a entrada da categoria em greve.O comando de greve reafirmou seu compromisso com a defesa dos/as docentes substitutos e, principalmente, o direito do exercício de greve. Faltas e reposição de aulasOutro pedido do Comando Local de Greve foi o comprometimento da Reitoria em explicar à comunidade acadêmica, através de nota, que os/as discentes não receberão faltas no período de greve. O informe será publicado em breve pela universidade.Além disso, ficou estabelecido que os/as discentes terão reposição das aulas, após a greve, na modalidade de ensino prevista no respectivo projeto pedagógico do curso. EditaisO Comando Local de Greve recomendou à Reitoria a continuidade dos editais na UFRB que oferecem bolsas à nossa comunidade, em especial o Pibex. A categoria entende que o posicionamento da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) precisa ser revisto. As bolsas auxiliam a permanência universitária e a ausência delas causa prejuízos irreparáveis à comunidade.Por outro lado, os/as docentes que desejarem implementar suas bolsas após à greve terão essa possibilidade assegurada.A reitoria explicou que a UFRB dispõe de 69 códigos de vagas para a realização de concursos para docentes efetivos e que o MEC vem ameaçando retomar essas vagas da universidade. Por essa razão, solicitou que o comando de greve avaliasse a possibilidade de realização dos tramites necessários para publicação dos editais. Orçamento da UFRB/Construção dos campi e restaurantes universitáriosA recomposição orçamentária da UFRB e a possibilidade de construção dos campi de Feira de Santana e Santo Amaro, além dos restaurantes universitários também estiveram na pauta da reunião. O Comando Local de Greve argumenta que essas obras são de extrema necessidade na universidade. Os pedidos, no entanto, esbarram na fragilidade do orçamento destinado às Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). O comando solicitou que a reitoria encaminhasse o plano de construções da UFRB e as informações relativas às necessidades orçamentárias da nossa universidade. As mudanças que pleiteamos à Reitoria só serão possíveis com a retomada de investimentos na educação. Por essa razão, endossamos o convite para a ampla participação na greve docente a fim de pressionarmos o governo federal a recompor o orçamento da UFRB e a conceder o justo reajuste para a categoria.